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Diário de viagem

Diário de viagem a Nova York – Giovanna Calis

O Diário de Viagem é uma seção que traz relatos de leitores do blog. Nesses relatos, eles contam como foi a viagem a Nova York, o que mais gostaram de fazer, o que não gostaram, dividem dicas, enfim: um diário mesmo. A convidada de hoje é a Giovanna Calis, de São Paulo, SP. Ela ficou 3 dias na cidade, em janeiro de 2018.  Para conferir mais relatos, clique aqui.

Depois de três dias muito intensos em Nova York e 16 nos EUA com minha irmã e meu pai, compartilho meu relato para mostrar que por mais que você tenha pouquíssimos dias em Nova York, dá sim pra ver e viver bastante coisa.

Tudo começou dia 18 de janeiro, quando saímos do aeroporto de Guarulhos para o JFK, pela companhia Avianca. Li muitas coisas no grupo, gente que ama a companhia e que odeia, mas eu e minha família amamos. Fomos muito bem tratados, comida boa, assentos confortáveis e entretenimento para todos os gostos. Chegamos em Nova York no mesmo dia, às 21h e fomos de taxi para o nosso hotel, Cambria Times Square, localizado na 46th, entre a 5ª e a 6ª avenida,. O hotel era maravilhoso e muito novo, banheiro com box, nenhum carpete, cama confortável, atendimento muito bom.

Como ir do aeroporto para o hotel?

Clique aqui para reservar o hotel Cambria.

1º dia: Acordamos às 8h e fomos tomar café da manhã no Dunkin Donuts. Não sabíamos que as coisas em Nova York abrem 9h ou 10h, então, tínhamos que fazer alguma coisa. Fomos pela 6ª avenida até a Macy’s, depois pela 5ª avenida até o Central Park, passando pelo Bryant Park e pela St. Patricks Catedral. Andamos até a metade dele e fomos almoçar no Shake Shack. Depois do almoço, provamos os cookies da Levain Bakery (melhores do mundo, mas muito grandes). Saímos de lá e pegamos o metrô até o Top Of The Rock. Por conta do horário conseguimos subir só no fim do entardecer. Ficamos um pouco chateados, mas valeu a experiência, a vista é maravilhosa. Da outra vez que fomos a Nova York, subimos no Empire State, a vista do Top Of The Rock é muito mais emocionante e bonita. Muita fila pra descer, poucos elevadores para a quantidade de pessoas, mas deu tudo certo. Fomos pro hotel descansar, pois tínhamos uma reserva no Carmine’s às 22h. Chegando o horário da reserva fomos para o restaurante e chegamos 10 minutos atrasados e, mesmo assim, nossa mesa estava lá e em 2 minutos fomos chamados. O Carmine’s é restaurante de turista? Sim. Mas vale a pena. Acredito que justamente pela atmosfera dos “turistas” o lugar fica ainda mais legal e os garçons são super atenciosos. Comemos o famoso Spaghetti com Meatballs e estava uma delícia, vale a pena e eu acho sim uma experiência muito bacana para se viver lá.

Clique aqui e confira um comparativo sobre os três observartórios da cidade.

2º dia: De manhã até a hora do almoço, passeamos pelo Soho, de longe o bairro mais charmoso de Nova York: muito agradável e sai um pouco do clichê. Depois, fomos andando até a Century 21, o lugar que mais vale a pena para comprar qualquer coisa rsrsrsrs, compramos mala, óculos, perfume, e íamos comprar mais, mas tínhamos tickets para o One World Observatory às 16h, então fomos para lá, onde tivemos uma experiência muito boa também. Pelo observatório ser novo, tudo é extremamente moderno, desde os elevadores até a própria vista. O Rockfeller ainda tem a melhor vista na nossa opinião, mas a experiência que o One World te faz viver é uma coisa inexplicável. Ficamos lá até anoitecer, saímos direto no Oculus, demos uma olhada nas lojas e voltamos para a Century 21 para mais compras. Pegamos o metrô e voltamos para o hotel para descansar.

3º dia: Acordamos, pegamos o metrô e fomos para o Brooklyn, mais especificamente para o Brooklyn Bridge park para tirarmos fotos e apreciarmos a vista que é maravilhosa. Depois das fotos, atravessamos a ponte em direção a Manhattan, e, chegando lá, andamos até Wall Street, tiramos foto com o Touro e depois fomos de metrô até o Chelsea Market almoçar. Escolhemos o Hale and Hearty, é um lugar onde você monta sua salada e com certeza foi a melhor salada que ja comi na minha vida: depois dela nenhuma outra é suficientemente boa rsrsrsrs acho que todo mundo tem que fazer pelo menos uma refeição lá. Depois do almoço, fomos andando até o Highline, e fomos até o final dele. Ouvi alguns relatos negativos a respeito do parque, mas eu achei incrível. Você passa por entre os prédios apreciando a vista, vê a vida acontecendo e muitas pessoas interagem com você, é muito legal. Depois do Highline, fomos andando até nosso hotel, uma caminhada grande. Descansamos um pouco e, às 22h, fomos procurar um Halal Guys, porque não podíamos ir embora sem provar hahahahaha. Tinha um a 5 quarteirões do hotel, estava vazio e a comida era maravilhoooooosa. É tudo muito simples, todo mundo come na rua mesmo, não tem nada chique, mas é muito muito muito gostoso, também acho que todo mundo tem que provar essa comida de rua que é a cara de Nova York. Voltamos para o hotel e descansamos até às 8h do dia seguinte, quando pegamos nosso carro e partimos para mais 12 dias de viagem em D.C, Atlanta, Orlando e Miami.

Comida de rua em Nova York: delícias que você precisa experimentar

Considerações finais:  Entrei no blog da Laura e no grupo mais ou menos em junho de 2017 e, de lá até a data da minha viagem, posso dizer que aprendi muitas coisas, tive muitas ideias de passeios, restaurantes, lojas. Com tudo que eu li e aprendi posso dizer: façam aquilo que vocês têm vontade, por mais clichê que isso pareça. Por exemplo, muita gente não indica o Carmine’s, e muita gente indica, mas se você tem vontade de conhecer, vá, e se você não tem, simplesmente não vá, escolha outro restaurante, respeite as coisas que você gosta, seu orçamento e sua vontade. Nova York é uma cidade para todos os gostos, todo mundo sempre encontra algo que ame. Andar de metrô não é tão difícil quanto parece, e andar a pé é uma delícia, você acaba nem percebendo. Andávamos uns 20 quilômetros por dia e no fim do dia estávamos mortos, mas muito, muito felizes.

Obrigada Laura por todas as dicas, e obrigada à galera do grupo que sempre tem algo pra contribuir. Espero poder ajudar pelo menos um pouquinho, e transmitir o amor que esse lugar passa.

Giovanna,  obrigada por esse relato, vai ajudar muita gente com poucos dias na cidade!

Gostaram do relato da Giovanna? Se você quiser participar, envie seu relato para análise para laura@lauraperuchi.com COM FOTOS, seu nome completo e cidade/estado. LEMBRE-SE que é preciso ser detalhista. Não precisa escrever um livro, mas seu relato tem que ser informativo!

Diário de viagem a Nova York – Darlihelma Barbosa

O Diário de Viagem é uma seção que traz relatos de leitores do blog. Nesses relatos, eles contam como foi a viagem a Nova York, o que mais gostaram de fazer, o que não gostaram, dividem dicas, enfim: um diário mesmo. A convidada de hoje é a Darlihelma Barbosa, de Ponta Grossa, PR. Ela ficou 8 dias na cidade, em janeiro de 2018.  Para conferir mais relatos, clique aqui.

Essa não foi minha primeira vez em Nova York: já havia ido em 2012 fazer curso de inglês e, desta vez, fui sozinha. Fiquei oito dias em janeiro. Tenho a tênue sensação de que em Nova York fazemos tudo e não fazemos nada, devido à quantidade de atrações e lugares para ocupar o tempo.

Eu sabia que em praticamente cada esquina de Manhattan há uma loja da T-Mobile, então não havia comprado chip ainda, porém no aeroporto de Guarulhos tem alguns quiosques que vendem do mesmo chip e comprei o meu por U$80 , cheguei conectada e ele funcionou muito bem durante todo o período da viagem.

Saiba tudo sobre chip de celular.

Meu voo foi de Latam, não tenho nada do que me queixar da cia aérea, comida ok, comissários atenciosos, aeronave ótima (o espaço nunca é suficiente na econômica). Permitiam duas malas de 23kg e levei as duas quase vazias.

Chegada: cheguei às 6h da manhã no JFK, segui aos procedimentos de imigração digitalizando meu visto e passaporte na máquina, tudo prático e fácil. Segui para o hotel usando AirTrain: o custo-benefício e a praticidade valem muito a pena; não existe complicação nenhuma, indico para qualquer pessoa. Meu check-in só poderia ser feito às 15 horas, então já cheguei preparada para deixar somente as malas, e para minha surpresa, o hotel fez meu check-in naquele exato momento sem nenhum custo adicional!

Confira dicas para encarar o processo de imigração com tranquilidade.

Vídeo: Aeroporto em Nova York – como usar o Airtrain?

Hotel: The Hotel at Times Square, localização perfeita a apenas 2 quadras da Times Square, na esquina da 6 Avenida, café da manhã e wi-fi grátis, máquina de café e chá para os hóspedes 24h, quarto espaçoso e limpinho, funcionários muito atenciosos. Fiz a reserva com seis meses de antecedência e ao meu ver consegui um bom preço por se tratar de Manhattan, recomendo.

Clique aqui para reservar o The Hotel at Times Square.

Clima: Durante os dias em que estive na cidade, o clima estava super favorável. Já havia parado de nevar, nenhum dia com temperatura extrema, o que não fez necessário a compra de casacos ou outro tipo de roupas, eu levei duas blusinhas térmicas compradas no Brasil, jaquetas que já tinha, calça jeans, legging e deu tudo certo.

Como é o clima em Nova York?

Compras: Eu curto muito fazer compras, então minha lista saiu grande do Brasil. Fui ao Jersey Gardens (com o ônibus que sai do Port Authority Bus Therminal) E não comprei o livro de descontos porque achei que não compensava. Fiz boas compras na Kippling, Nike, Century 21, Adidas, entre outras. Eu não conhecia o Jersey Gardens, agora que conheço prefiro o Woodbury . Uma dica interessante para quem vai é levar uma mala para trazer as compras.

Outlets em Nova York: Jersey Gardens ou Woodbury? Clique aqui e confira uma visão geral e vídeos sobre os dois.

Em janeiro também é uma boa época para compras em Manhattan devido aos descontos das lojas. A Burlington é uma das minhas favoritas: tem praticamente tudo (incluindo bolsas e perfumes de marca). Gosto muito da Zara da Quinta Avenida, que tem descontos incríveis. Praticamente em frente ao Bryant Park, tem o Whole Foods Market, um mercado muito legal que vende comidas orgânicas.

Fui na loja Innisfree que fica na Union Square (dica da Laura ), fiquei maluca com tanta coisa interessante, queria quase tudo. É interessante dar uma olhadinha lá! Passei na Harmon também, tem todo tipo imaginável de cosméticos e o preço muito bom também.

Saiba mais sobre a loja da Innisfree.

Atividades e entretenimento: Particularmente gosto muito de museus, optei pelo Museu de História Natural e pelo MET, ambos possuem entradas com valor sugestivo, paguei U$15 em cada. Levei um dia e não pude explorar tudo que o MET oferece.

Atenção: a política do MET de pague o que quiser vai acabar a partir de março!

Os espetáculos da Broadway são imperdíveis. No Brasil, eu havia comprado ingresso para O Fantasma da Ópera pela internet. Em Nova York, adquiri na bilheteria do TKTS com 50% de desconto um ingresso para o Anastasia, e também assisti Aladdin comprando o ingresso na bilheteria do teatro, por um preço muito bom. Todos são maravilhosos e incríveis, cada qual à sua maneira, recomendo que se possível assistam pelo menos um, porque vale a pena esse investimento.

Como comprar ingressos baratos para a Broadway?

Meu lugar preferido em Nova York (como se fosse possível escolher um, mas o que mais me toca) é o Memorial 11 de Setembro, por tudo que ele significa não só para os nova-iorquinos e americanos, como para milhões de pessoas, além da energia que emana daquele lugar. Gosto muito de estar lá, é triste e inspirador ao mesmo tempo. No mesmo dia, aproveitei para ir ao Observatório do One World Trade Center, porém a visibilidade estava ruim, estava muito nublado, o que não foi muito legal. Mas assim mesmo foi interessante.

Biblioteca Pública de Nova York: parada obrigatória para todo e qualquer turista, aquele lugar é lindo, e não dá vontade de sair nunca mais, e de quebra fica no Bryant Park, outro lugar lindo e fascinante e não paga para entrar.

St. Patrick Cathedral: arquiteturalmente linda, pude participar da missa que estava começando quando cheguei.

Top of the Rock: show! Permite uma visão linda de Nova York, fui à noite e as luzes da cidade são fascinantes.

Estátua da Liberdade: eu já havia ido até a ilha anteriormente, porém quis ir outra vez. O tempo estava bom, não estava ventando muito, gosto de ver de perto. Comprei o ingresso na hora, não tinha muita fila.

Clique aqui para comprar ingressos para as principais atrações de Nova York.

Central Park: adoro esse lugar! Fui na esperança de encontrar algum resquício de neve mas só encontrei o lago congelado e a paisagem estava fantástica. Fiquei meio dia lá, o que é pouco claro, mas uma passadinha lá já é compensador.

Um guia para explorar o Central Park

230 Fifth: Rooftop localizado na Quinta Avenida, com vista para o Empire State. Ambiente bem legal, fui com duas colegas brasileiras que conheci em NY. Eles possuem roupão no estilo manta para os clientes utilizarem no inverno e cabanas no estilo “iglu” com lareiras automáticas, não precisa de reserva e os preços são razoáveis.

Washington DC: comprei o passeio pelo Decolar, a empresa que fez o tour foi me buscar e levar no hotel, o passeio foi muito legal. É um pouco cansativo, porque são quatro horas de ida e mais quatro de volta, mas Washington oferece muita informação, é uma cidade lindíssima, foge um pouco da muvuca de Nova York, por ser mais tranquila. É uma cidade com uma gama cultural imensa, passei a compreender o tamanho amor dos norte-americanos pela pátria depois de conhecer Washington.

Caso você tenha interesse em fazer esse programa, clique aqui para saber mais sobre o passeio guiado em português da U.S. Travel para Washington DC. Leitores do blog têm desconto!

Alimentação: de fast food aos melhores restaurantes, Nova York tem um leque gastronômico onde ó possível encontrar qualquer coisa. Diariamente, eu tomava café no hotel e era consideravelmente bom, com frutas, iogurte, muffins, panquecas, cereais, pães, café, suco, chá, etc. Em relação ao almoço e janta, não sou uma pessoa complicada, e, estando sozinha, eu optava por refeições práticas, assim ganhava tempo. Gosto muito da rede Ihop e Applebee’s. Na rua do meu hotel (também chamada Little Brazil) tem um restaurante ótimo, o Via Brasil, com um menu muito bom, e prático para mim, devido à proximidade ao hotel.

Explore os posts de Gastronomia do blog clicando aqui.

Orçamento: as pessoas sempre têm muita dúvida e receio sobre quanto gastar quanto levar, e é complicado mesmo. No meu caso, eu reservei o hotel pelo Booking e tomei cuidado para verificar que as taxas não estavam inclusas. Então calculei e já sabia quanto ia precisar gastar com o hotel (no meu caso foi U$952). Fora o hotel, calculei U$250 por dia (considerando gorjetas, alimentação e compras), porém o gasto diário é muito relativo, depende da prioridade e necessidade de cada pessoa.

Foi uma viagem incrível, voltei querendo ficar porque Nova York tem o incrível poder magnético de atrair nosso amor e nossa atenção e nos apaixonamos de forma incondicional. Espero voltar logo.

Darlihelma, muito obrigada pelo seu relato! 

Gostaram do relato da Darlihelma?  Se você quiser participar, envie seu relato para análise para laura@lauraperuchi.com COM FOTOS, seu nome completo e cidade/estado. LEMBRE-SE que é preciso ser detalhista. Não precisa escrever um livro, mas seu relato tem que ser informativo!

Diário de viagem a Nova York – Bruno de Magalhães

O Diário de Viagem é uma seção que traz relatos de leitores do blog. Nesses relatos, eles contam como foi a viagem a Nova York, o que mais gostaram de fazer, o que não gostaram, dividem dicas, enfim: um diário mesmo. O convidado de hoje é o Bruno de Magalhães, de Brasília, DF. Ela ficou 18 dias na cidade, em dezembro de 2017.  Para conferir mais relatos, clique aqui.

Era fevereiro de 2017 quando resolvi que iria realizar meu sonho de infância. Eu era simplesmente fascinado em conhecer Nova York desde 1992 quando assisti ao filme ‘Esqueceram de mim 2″. E queria ir no Natal! Meu marido e eu moramos em Brasília. Então, foi tranquilo tirarmos o visto aqui na cidade mesmo. Fomos entrevistados separadamente, e a pessoa que me atendeu no consulado me fez perguntas básicas do tipo ‘quando pretende viajar?’, ‘onde vai ficar’? e ‘qual o seu trabalho no Brasil’? Com os vistos nas mãos partimos para o planejamento da viagem.

Nossa ideia inicial era passar apenas o Natal na cidade. Mas, resolvemos que esticaríamos a viagem até o ano novo ficando então até o dia 3 de janeiro. Como ficaríamos muitos dias (18 no total), foi preciso adequar o nosso orçamento, que, a esta altura, já estava muito bem definido em uma planilha do Excel. Lá, colocamos o que pretendíamos gastar por dia com alimentação/transporte/passeios pagos e o quanto eu poderia gastar com compras. Juntamos a grana durante o ano inteiro e levamos no total 9.600 dólares. Optamos por adquirir a hospedagem através do Airbnb. Depois de muita procura escolhemos um quarto no Brooklyn. Acredito que pagamos muito barato: R$2.831,00 para os dois, os 18 dias. O apartamento era simples, mas muito arrumado, limpo e seguro. A nossa hostess era simplesmente fantástica e nos recebeu muito bem! Recomendo 100%. A cinco minutos havia uma estação de metrô (linha F), com a qual íamos a qualquer lugar!

Clique aqui e confira a série de posts especiais sobre Airbnb.

Se você nunca usou o Airbnb, clique aqui e ganhe U$40 em créditos.

Compramos nossas passagens pela American Airlines. Nosso voo foi Brasília-Miami/Miami-NY. Chegamos e partimos do JFK. Chegamos em Miami às 4:20 da manhã do dia 17 de dezembro. Antes de contar sobre a viagem preciso destacar alguns pontos. Nos meses que antecederam a viagem eu mergulhei na internet em busca de informações para que tudo fosse perfeito. E foi! Nas minhas pesquisas achei a Laura! Eu fiz praticamente tudo somente seguindo as dicas dela: de como ir do aeroporto até o Brooklyn, de como usar o metrô, de como chegar a alguns lugares… segui algumas dicas de restaurantes, coisas para fazer… enfim! Eu assistia aos vídeos e fazia igual.

Imigração – assim que inserimos todas as informações no totem, seguimos para a fila para passarmos pelo agente da imigração. Já no preenchimento das informações na máquina marcamos que éramos da mesma família (apesar de não sermos casados no papel). Quando chegou a nossa vez, fomos juntos até o agente. Ele perguntou quantos dias pretendíamos ficar, se era a nossa primeira vez no país e mais ou menos quanto tínhamos dinheiro. Só isso! Foi super tranquilo.

Confira dicas para encarar o processo de imigração com tranquilidade.

Conexão – Tudo muito bem sinalizado e orientado pelos funcionários do aeroporto em Miami. Cheguei super preocupado se conseguiríamos achar onde despachar novamente as malas, o portão de embarque. Acreditem, não tem como se enrolar. Mesmo para aqueles que não falam nada de inglês. É só prestar bastante atenção nos funcionários.

JFK – Assim que chegamos e pegamos a nossa mala, já saí procurando pelo Airtrain. Vi o o vídeo da Laura com a Paty (que será citada novamente no fim do relato) umas 5.000 vezes. Fizemos como elas explicaram e de repente estávamos em casa. A diferença foi que não pegamos o Airtrain até Jamaica. Fomos até Howard Beach e de lá para o Brooklyn.

Vídeo: Aeroporto em Nova York – como usar o Airtrain?

Google maps – indispensável! Para quem ainda não tem muita familiaridade com o aplicativo, sugiro mudar de ideia. Usei todo dia, seja para pesquisar percursos a pé ou no metrô.

Metrô – É simplesmente MUITO fácil usar o metrô. Assistimos a série da Laura e da Paty sobre o metrô, estudamos um pouquinho o mapa da ilha e… pronto! Não usamos o Uber ou táxi NENHUM dia. Apenas metrô. Depois que você entende uptown/downtown, o metrô vira seu melhor amigo. Optamos por comprar o Metrocard ilimitado. Compramos 15 dias e depois comprávamos o single ride.

Confira a série de vídeos sobre o metrô.

Hospedagem no Brooklyn – Como eu disse no início, super compensou ficarmos lá. Gastávamos em média 35 minutos para chegar até a Times. Alguém pode pensar que era este um tempo perdido. Eu digo que não. Aproveitávamos para repassar o nosso roteiro do dia, rever as fotos do dia anterior, programar mais alguma coisa. Para quem faz questão de não ter esse deslocamento, aconselho se hospedar na Times. Mas, lembre-se que em algum momento você vai se deslocar para outras regiões da ilha, como por exemplo ao visitar a Wall Street.

Alimentação – comemos fast-food apenas duas vezes. Em todos os outros dias, procurávamos restaurantes para experimentar o que fosse possível de comidas diferentes. Tudo bem, confesso que teve um dia em que bateu aquela vontade de comer arroz com feijão. Pronto! Pesquisei e achei um restaurante brasileiro muito bom! O nome é Via Brasil e fica na rua 46. Comemos arroz, feijão, farofa e carne de panela.

Passeios – Eu queria visitar os lugares onde, durante a minha vida inteira, eu sonhei estar.

  • Biblioteca Pública: o prédio é lindo! Super perto da Times e … de graça!
  • Brooklyn Bridge: que coisa linda atravessar aquela ponte! Fizemos isso ao pôr do sol e nos rendeu fotos maravilhosas. Impossível não se sentir em Sex and the City! Saiba tudo sobre a travessia da Brooklyn Bridge
  • Central Park: visitamos o Bethesda terrace, a estátua da Alice no País das Maravilhas e o Strawberry fields. Depois simplesmente andávamos sem rumo pelo parque. Vimos dois parques diferentes: com e sem neve! Um guia para explorar o Central Park
  • Observatórios: optamos por visitar o do One World Trade Center (durante o dia) e o do Empire State (à noite). Não senti falta de ir ao Top of the Rock.

  • Memorial e Museu do 11 de setembro: tem que ir. São lugares que emocionam. Eu me lembro exatamente o que estava fazendo na época dos atentados. E estar ali vendo tudo de perto… No final você sai até um pouco triste. Mas, comovido com o poder de reconstrução dos americanos. Imperdível.
  • Estátua da Liberdade: não fomos até a ilha. Fizemos primeiro o passeio no Ferry até a Staten Island e para nós bastou. Tiramos fomos ótimas com a estátua ao fundo. Saiba tudo sobre o passeio gratuito de Ferry!
  • Grand Central: o prédio é lindo. Mas, havia muitos mendigos e um cheiro horroroso rsrs.
  • Hoboken: foi lindo! Eu queria muito visitar a Carlo’s Bakery. Comi muitos doces e ainda conhecemos o cunhado do Buddy.

Além destes, ainda fomos ao Intrepid Sea (super recomendo), Madame Taussauds (me diverti muito vendo as estátuas que eu via nos meus livros de inglês) e o Museu de História Natural (super bacana, mas não é imprescindível). Andamos muito pela cidade. Às vezes dispensávamos o metrô e saíamos conhecendo as ruas e avenidas.

Jersey Gardens: compramos muita coisa no outlet. Os preços estavam incríveis, tanto que voltamos em outro dia. Fomos também ao Walmart.

Outlets em Nova York: Jersey Gardens ou Woodbury? Clique aqui e confira uma visão geral e vídeos sobre os dois.

Conhecendo o Walmart em New Jersey!

Bagagem – sugiro estudar a política de bagagens despachadas da sua companhia aérea. Fiz isso na American Airlines e deu super certo. Resumindo: voltamos com seis malas grandes. Despachamos quatro sem pagar nada. E aí pagamos pelas outras duas, sendo 89 dólares cada. É muito mais barato pagar pelo volume a mais do que pelo peso a mais. Se a sua mala estiver acima do permitido, você paga 200 dólares por mala.

Volta – como estávamos com muitas malas, entrei em contato com a Paty Nyorquina e ela prontamente nos indicou um motorista brasileiro para nos levar ao aeroporto. Pagamos o mesmo valor que pagaríamos no Uber. Eu fiz a simulação. E a Paty foi muito atenciosa.

Entre em contato com a Nyorquina para roteiros personalizados e ingressos da Broadway: nyorquina@gmail.com

Procurando um motorista? Clique aqui!

Enfim: Laura, acho que você sabe o serviço que presta ao postar todas essas dicas, todos esses vídeos. Mas, acho que talvez o que você não saiba é que acaba fazendo parte da realização de sonhos. Obrigado! Mesmo de longe você foi fundamental.

Bruno, muito obrigada pelo seu relato! É incrível fazer parte da realização de todos esses sonhos! 

Gostaram do relato do Bruno?  Se você quiser participar, envie seu relato para análise para laura@lauraperuchi.com COM FOTOS, seu nome completo e cidade/estado. LEMBRE-SE que é preciso ser detalhista. Não precisa escrever um livro, mas seu relato tem que ser informativo!

Diário de viagem a Nova York – Iasmim Dias

O Diário de Viagem é uma seção que traz relatos de leitores do blog. Nesses relatos, eles contam como foi a viagem a Nova York, o que mais gostaram de fazer, o que não gostaram, dividem dicas, enfim: um diário mesmo. A convidada de hoje é a Iasmim Dias, de Vitória, ES. Ela ficou sete dias na cidade, em outubro de 2017.  Para conferir mais relatos, clique aqui.


Primeiro dia: 15/10/2017 – chegamos em Nova York às 6 da manhã (viajamos com a American Airlines) porém, fomos logo informados que a mala do meu marido havia sido extraviada, então, demoramos cerca de 2 horas a mais no aeroporto para resolver os trâmites da mala. Segundo a moça da America AirLines, a mala poderia chegar em até 48h (provavelmente). Tínhamos duas reservas nesse dia, ambas com dress code, e meu marido não tinha nada alem da calça velha, tênis e moletom de avião… hahahaha. Após muita chateação, resolvemos que não iríamos deixar isso afetar nossa lua de mel. Vamos abrir uma aspas enorme aqui porque preciso falar desse hotel. Avisamos que seria nossa lua de mel, e eles nos colocaram em um quarto com vista para o Empire State e nos deram de presente uma garrafa de espumante nos felicitando pela data. Achei muita delicadeza do hotel. Aliás, o Hotel Metro foi um dos melhores que já fiquei na cidade, com localização maravilhosa, tamanho de quarto super bom para os padrões Manhattan, e chuveiro e cama MARAS. Tudo novo, limpo, moderno. Amei de verdade. Super recomendo!

Clique aqui para reservar o Hotel Metro.

Após deixarmos as malas no quarto, subimos a Quinta Avenida aproveitando aquele cenário de outono maravilhos. O clima estava ótimo, 18 graus. Na área do Rockefeller, várias abóboras enfeitando, e as folhas dando o toque final. Que coisa mais linda! Nova York é realmente linda em todas as estaçõe e a cidade parece mudar completamente. Também nos deparamos com aquele visual do Halloween, muito legal mesmo!

Fomos em busca de roupas para meu marido usar para ir aos restaurantes que havíamos reservado. Hahaha. Parecia um filme! Paramos na primeira loja da Quinta Avenida e ele já comprou tudo que precisava pra uns dois dias. Gastou cerca de 800 dólares (que foram reembolsados pela AA), e então fomos passear no Central Park até que chegasse a hora da nossa reserva no Marea.

Quem me acompanhou nos relatos da minha viagem de janeiro de 2017 (no grupo do Facebook) viu que eu fui super econômica nos restaurantes pois nunca viajo com grana sobrando pra gastar em restaurante de luxo. Afinal de contas, viajar pra Nova York todo ano já é caro, com restaurante luxuoso fica insustentável, pelo menos no meu caso! Por isso sempre falo, cada um viaja do jeito que pode, e todos os tipos de viagem vão valer a pena e serão inesquecíveis igualmente. Porém, na lua de mel, resolvemos fazer diferente – uma vez na vida né? Investimos em restaurantes mais sofisticados, e para isso contei com a ajuda da minha amiga Lais Caser. Ela tinha acabado de voltar de Nova York, e fez roteiro gastronômico por lá, o que foi uma mão na roda pra mim, obviamente, pois só peguei as MELHORES dicas!

Almoçamos no Marea, um restaurante de duas estrelas Michelin, de frente para o Central Park. Pedimos burrata de lagosta de entrada, vieiras no prato principal e de sobremesa eu comi um mousse de chocolate com sorvete maravilhoso, e ganhamos mais uns docinhos por estarmos em lua de mel… AMO COISAS GRÁTIS! Adoramos o restaurante, fomos super bem atendidos, comida de primeira, melhor coisa: as vieiras…hmmmmm! Maravilhosa! Mas olha, não vou mentir, foi bem caro viu. Nãoo me lembro exatamente, mas com gorjetas deve ter dado uns 200 dólares fácil…e olha que o menu almoço é mais barato! O dress code é bem tranquilo, só não permitem trajes esportivos no almoço. É bom sempre dar uma checada antes de ir viu? Em janeiro do ano passado, eu e meu marido ficamos de fora do Rooftop do Sixty five por conta disso…kkkkkkk OBS: toda reserva que fiz eu incluí a observação de que estávamos em lua de mel, e em TODOS os restaurante ganhamos sobremesa ou espumante. MARA! Amamos e fica a dica!

4 restaurantes românticos em Nova York

Na volta, passamos na loja da Apple da Quinta Avenida e estranhamos bastante não ter o vidro com a maçã (a loja está em reforma). Dica valiosa aqui: enquanto passeávamos, deixei meu iPhone para conserto de tela na loja da Apple da quinta avenida, foi U$150, e no Brasil é 900 reais! Vale a pena! Ficou pronto em umas 2 horas. Ah, dessa vez não trocamos de iPhone pois estávamos focados em outras coisas. Voltamos para o hotel pra descansar um pouco, pois à tardinha iríamos ao Bar Sixty Five (Rooftop), e dessa vez entramos! Uhul! Adoramos! Pedimos Fish and chips e uns mini burguers, muitos drinks! Ganhamos uma sobremesa com donut, sorvete e algodão doce! Gente estávamos muito empolgados com todos esses mimos por estarmos em lua de mel, sério! Adoramos a vibe do lugar, impossível não se apaixonar por aquela vista de tirar o fôlego. Chegamos pouco antes do pôr do sol pra aproveitar bem a vista imperdível. Super recomendado! E nossa noite terminou no rooftop do nosso próprio hoteL: sim, eles têm uma vista incrível para o Empire State, bebemos nossa Champagne olhando pra ele…*suspiros*

Dia 2 – 16 de outubro – Queens – No segundo dia, acordamos e pegamos o metrô para Flushing, no Queens. Ficamos no Corona Park até o meio dia. Que passeio lindo! Esse foi o dia que estava mais friozinho, fez uns 13 graus – e, com aquele vento, a sensação térmica era de muito menos. Mas nos divertimos muito e amamos a paisagem do parque. O local estava bem vazio, não me parece um local muito turístico (o que não é ruim), mas vale muito a pena a visita. Tiramos muitas fotos e pegamos um Uber (estávamos com muito frio e cansados para andar os 20 minutos de caminhada) até o restaurante Spring Shabu Shabu, recomendação da querida Laura.

Nota? 6. Olha, o preço é bem bom e o restaurante é no sistema buffet, você paga um valor fixo (se não me engano foi uns 8 dólares) e come o que quiser (bebidas não inclusas). Tem até sorvete de sobremesa. Eu não amei, e não voltaria, mas não achei de todo ruim. Comi bastante por um preço baixo. A comida estava um pouco insosa, mas enfim! O legal foi mais a experiência pois lá você cozinha sua própria comida. Eu achei ok pelo preço, mas meu marido não gostou…No geral acho que vale a pena pela experiência e pelo preço.

(PS: eu conversei com a Iasmim depois e ela relatou que eles não usaram os molhos, daí realmente a comida fica sem graça! hahaha)

Clique aqui e confira um vídeo sobre o restaurante.

Andamos um bocado por aquela região do Flushing e comprei algumas máscaras de rosto coreanas, influenciada pela Laura! Quem vê os stories dela sabe do que estou falando. No final, amei muito e me arrependi de não ter trazido mais! Já acabaram todas as minhas! Fomos também em uma bakery maravilhosa nessa região, chamada “Tous les Jours”. Olha, foi difícil escolher o que comer, tudo parecia delicioso, no final decidimos dividir uma torta de chocolate com morango que estava divina. Tive ajuda da atendente super simpática! Amei e recomendo muito! Outra dica valiosa da Laura! <3

Clique aqui e confira um roteiro pelo Flushing.

Nesse dia, tínhamos dois compromissos a noite: uma reserva no restaurante Charlies Prime Rib Rib e havíamos ganhado o musical “CATS” na loteria da Broadway (UHUL), então fomos embora cedo do Queens, mas não sem antes descer propositadamente no Grand Central Terminal. A última vez que tinha ido nela foi na minha viagem de 2014, e eu tinha esquecido como aquele lugar era maravilhoso…Fomos andando pro hotel pra nos arrumarmos para a Broadway! YAY!

Saiba tudo sobre a loteria para a Broadway!

Assistimos o musical Cats, maravilhoso, sensacional, espetacular! Porém dormi no primeiro ato. Gente hahahahahaha eu sei que parece estranho eu falar que amei e que dormi. Explico. Eu estava cansada do dia exaustivo de andanças, mas tá, isso não é muito desculpa porque eu sempre estou cansada e nunca havia dormido num musical da Broadway antes. O negócio é o seguinte, todo musical que eu já vi tem uma história, uma trama. Pois é, esse não tem. É música do início ao fim. O musical se resume a vários gatos cantando sobre ser gatos, cada um sobre sua característica, e o primeiro ato é um pouco cansativo. O 2º ato é mais dinâmico. Agora, Iasmim, explica como que isso poder ser bom? Menina, simplesmente porque os atores são brilhantes, ele cantam, dançam, sapateiam, tem bailarinos dando piruetas e cantando ao mesmo tempo, é um negócio de doido, um verdadeiro show! Foi o meu musical favorito? Claro que não. Mas eu não posso dizer que não foi realmente impressionante!

PS: Cats saiu de cartaz dia 31 de dezembro.

Após o espetáculo, pegamos um Uber para o restaurante Charles Prime Rib. Preciso falar desse restaurante SOS. Para começar, você chega e fica perdido porque não tem placa…é uma ruazinha no Greenwich Village e em uma porta que parece uma casa normal. Fomos até a esquina em um hotel, e o rapaz muito gentil nos levou na porta do restaurante, porque não tinha como acharmos sozinhos hahahaha salvador da pátria. Para começar, adianto, essa dica foi um oferecimento Lais Caser, amiga amada e comilona de quem já falei antes. É bem intimista e temumas 10 mesas, o que significa que se você quiser comer lá tem que reservar muuuito antes. Conseguimos apenas o último horário pra 23h30, mas valeu muito a pena! Nota? 10! O restaurante tem um clima bem intimista, decoração estilo anos 40 e toca Jazz. A comida é fantástica, em nossa opinião foi o melhor restaurante que fomos em todos os lugares que passamos, e olha que fomos pra Paris e Londres logo depois, e estou comparando com restaurantes estrelados.

Pedimos o burguer de entrada (dividimos). SOCORRO JESUS, SHAKE SHACK, QUEM É VOCÊ NA FILA DO PÃO DO LADO DESSE HAMBURGUER. Gente, para vocês terem noção, o hamburguer era tão bom, mas tão bom que eu comi até o PICLES. sim. EU ODEIO PICLES MAS EU COMI O PICLES DELES E ERA DELICIOSO. O BACON ERA SENSACIONAL. Sério não há palavras para descrever…simplesmente VÁ NESTE RESTAURANTE. Vou ser bem honesta: eu estava na dúvida se dava essa dica aqui. A real é que amei tanto aquele restaurante que estava com medo de todo mundo querer ir e lotar, e eu não conseguir mais ir nele da próxima vez que eu voltar a Nova York…hahahah pensamento egoísta de uma comilona! De prato principal, pedimos uma carne, e, como acompanhamento, eu pedi um creme de espinafre e meu marido uma batata recheada. Socorro, o que era a carne e o creme de espinafre? A carne simplesmente derretia na boca, uma coisa dos Deuses,  nunca comi nada igual, é muito especial mesmo. Ficamos bem impressionados com a qualidade do ingrediente. A sobremesa foi uma torta mousse de chocolate que ganhamos por estarmos em lua de mel (mas eu ia pedir essa mesmo, acertaram). Sério, parece que eu estou exagerando mas não: eu sou a louca do chocolate, e não consigo me lembrar de uma torta de chocolate mais gostosa que essa que eu tenha comido. APENAS VÁ NO RESTAURANTE! SÉRIO! PALAVRAS NÃO DEFINEM. Além da comida incrível, o serviço era maravilhoso. Super hiper ultra indicado para todos! A conta deu uns 90 dólares mas comemos HORRORES, e os pratos era GIGANTESCOS, dá para dividir sim!

Dia 3 – 17 de outubro – Temperatura: entre 15 e 16 graus. Dia do ensaio fotográfico no Brooklyn com a Martha Sachser (YAY). Acordamos bem tarde, pois o nosso dia anterior havia sido longo, saímos do hotel por volta de meio dia e fomos diretinho para o Shake Shack (tinha um do lado do hotel) YUPI! Fomos para o Brooklyn e fizemos as fotos lindas e marasss, a Martha teve uma super paciência conosco porque eu queria a foto do taxi no meio da rua na times, e essa demora…kkk mas fala se não valeu a pena? AMEI! Tiramos fotos no Brooklyn Bridge Park, em frente ao Jane’s Carousel, nas ruazinhas do Brooklyn, e depois seguimos de metrô para a Times Square (no metrô, troquei de sapato e casaco, abafa o caso, rs).

Clique aqui e confira mais sobre o trabalho da Martha.

Estava tão desbaratinada e empolgada que esqueci o celular no hotel…Então esse dia só tem basicamente as fotos da Martha, que ficaram incríveis por sinal! Quero agradecer todo o carinho e paciência que ela teve com a gente, uma querida que amei conhecer! Super indico, as fotos estão aí para vocês verem, surreais de lindas! Realmente é uma lembrança linda para se ter de uma viagem, o que resta são as memórias e as fotos, então achei super incrível esse investimento, e pretendo repetir sempre que possível! Beijo Martha, sua querida! <3

Jantamos hot dog porque somos desses!! Depois, comi o melhor waffle do mundo de sobremesa com um chocolate quente mara com mini marshmallows na Wafels and Dinges…hmmmmmmmm Esse dia parece que fizemos pouca coisa, mas na verdade foi super necessário para recuperar as energias….

Comida de rua em Nova York: delícias que você precisa experimentar

Dia 4 (18 de outubro) – Temperatura 18 a 20 graus. Acordamos umas 9h30 e nosso destino era Downtown, passamos por Chelsea, Soho, Noho aproveitando todas as fofuras da região. Nem preciso dizer que rolaram vááários cliques, porque eu não me aguento com os grafites nas paredes nas ruas e as portas fofas! Meu marido pira! Eu amei muito este dia, por dois motivos”o primeiro porque fomos em locais que já tínhamos ido antes, e um deles que eu não tinha gostado, pois fui no inverno, e AMEI no outono. Estou falando do Highline Park! E isso serviu muito de lição pra mim, Nova York realmente é uma cidade diferente a cada estação. Quando fomos lá, em dezembro de 2014, só tinha mato seco, não consegui entender aquilo! Como estava nublado e com neblina, a vista também não me chamou a atenção, não tinha a feirinha de arte…enfim, a vibe era completamente diferenteee! Neste dia, estava ameno (18 graus), um sol maravilhoso e um céu azul perfeito! Ainda tinha flores no parque, porém também tinha aquelas folhas amarelinhas com a cara do outono.Vi meu amor Empire State (como eu amo esse prédio!) por vários ângulos, comprei quadros na feirinha que estava tendo lá para colocar na sala da minha casinha nova.. Nossa, foi um passeio muito maravilhoso! Agora eu fiquei super fã deste parque!

Depois de muito passear, fomos almoçar no Chelsea Market que estava todo decorado pro Halloween ! Muuuuito amor! Fomos ao Lobster Place, que é um mercado que vende frutos do mar e tem um sushi dentro, tudo super fresquinho e super bem apresentado! Comemos bastante e estava beeeem gostoso! Agora, não foi barato não! A conta deu uns $80/$90 com tip – achei salgadinho. De lá, fomos para a minha sobremesa do coração no melhor cheesecake do mundo <3 Eillen’s. Vale muito a pena! É bom demaissssss! Comi dois porque sou dessas, um de morango e outro de oreo..SOS, já quero voltar correndo! Seguimos nossa caminhada por downtown e rendeu muitas e muitas fotos. No final do dia, rolou outro Wafels e Dinges porque eu não estava para brincadeira meu amor..

E agora chegou a segunda parte do meu dia especial que foi conhecer pessoas sensacionais, das quais sou fã! Foi o encontrinho no 250 Rooftop! Lá conheci a Lauuuuuuu <3, o Fabiano Proa <3 e a Nyorquina Paty <3, além de vários lauretes….GENNNNNTE que encontro maravilhoso! Pertubava a Lau já fazia mais de ano para ter encontrinho quando eu fosse…kkkkk e dessa vez deu certo! Nos divertimos muito, bebemos bons drinks, comemos um fish and chips mara, em muito boa companhia. Foi um dos meus dias favoritos da viagem. Muito bom encontrar pessoas do bem, divertidas, que você admira e conversa tão de longe, adorei muito e gostaria de agradecer a Lau por essa oportunidade…você é demais! <3 Fomos dormir felizes, mas não sem antes pedir um Uber Eats de Artichoke Pizza, porque aqui a gente não brinca em serviço!

Dia 5 – 19 de outubro – Temperatura entre 16 e 17 graus – O dia começou bem cedo vendo o sol nascer na janela do meu quarto, porque tínhamos outro ensaio cedinho no Central Park com a Martha. Tivemos uma manhã linda no Central Park, ambos os dias que fotografamos estavam maravilhosos! Frescos e agradáveis, com um céu super azul, amor verdadeiro. E aí está o resultado: só foto surreal de linda! Obrigada Martha! Nunca me cansarei de agradecer… Após o ensaio, fomos tomar café na Levain Bakery, que faz os melhores cookies da cidade, amo cookies com leite!

4 cookies para provar em Nova York.

Passamos o resto da manhã aproveitando o Central Park, revisitando lugares, reencontrando paisagens. Como tudo muda junto com a estação do ano, é realmente mágico!

Um guia para explorar o Central Park

Tínhamos reserva para o almoço no restaurante Jean George…3 estrelas Michelin maravilhoso que fica próximo ao Central Park, na Trump Tower do Upper West Side. O dress code pro almoço é mais tranquilo, só não podia calça jeans e roupas esportivas, mas quando cheguei de calça jeans lá, pedi para usar o banheiro pra trocar, mas a atendente disse que não precisava pois eu estava muito elegante…<3 FOFA! Ganhamos várias coisas grátis (adoro) por estarmos em lua de mel. No final, não conseguíamos andar de tanto que comemos! Pedi um raviolli de abóbora de entrada, um frango com crosta de parmesão, alcachofra e molho holandese com limão e de sobremesa um brownie com uns negócio chique por cima que tava mara (não lembro o que era gente kkkk). Daniel pediu uma entrada com camarões, um peixe seabass (estava divino, eu fiquei com inveja) e dividiu a sobremesa comigo. Serviço, ambiente, comida, tudo impecável de maravilhoso, sem palavras. O restaurante mais fino que já fui na vida! Não to acostumada com essas chiquezas…mas lua de mel é uma só na vida e realmente investimos para que fosse inesquecível…

De lá, retornamos ao hotel para um descanso pois acordamos muito cedo e tínhamos comido demais! Depois, trocamos de roupa e seguimos para a loja Dylan’s Candy Bar. Sempre quando viajo tenho encomendas da minha pequena, que ama balas diferentes, então, para mim, é parada obrigatória. Vale dizer que essa loja além de muita variedade de doces, ainda tem uma vibe bem legal, a decoração é super divertida, tem uma sorveteria lá dentro, e já foi cenário de Gossip Girl, XoXo. Com a sacola cheia de doces, fomos andando até o bondinho para ver o pôr do sol na Roosevelt Island. Tenho que confessar: esse passeio estava no meu roteiro desde a primeira vez que fui para Nova York, porém, nunca dava tempo de fazer. Prometi para mim mesma que dessa vez não escapava, e foi um dos passeios mais lindos que fiz. Pôr do sol maravilhoso, e o melhor? Não custa nada se você tiver o Metrocard…dá pra melhorar? Tivemos a ilha praticamente só para nós, estava deserta, e ficamos lá contemplando aquele céu maravilhoso. Só fomos embora à noite, e mesmo assim a vista continuava linda. Passeio super indicado! Nota 1000000!

Saiba tudo sobre o passeio para a Roosevelt Island.

À noite, tive que fazer a vontade do meu amor e comer no restaurante favorito dele: Bubba Gump na Times Square! Terminamos nossa noite lá, naquele caos que eu amo! Me julguem! Rsrs

Dia 06 – 20 de outubro – A temperatura subiu mais! Quando acordamos estava 20 graus, e depois chegou a 23 graus. Passei calor, confesso…rsrs. Outro dia MARA, acordamos meio-dia por motivos de: PRECISÁVAMOS. Kkkk Fomos diretoooo para o Shake Shack e de lá partimos para as compras. Passamos pela Target (fomos no dia da inauguração, era do lado do nosso hotel), Bed bath and Beyond, TJ Maxx. Demos com a cara na porta da B&H pois estava fechada (era sexta, achávamos que fechava só no sábado, fica a dica). Esse dia aconteceu algo engraçado,: encontrei dois lulus da pomerânia (cachorros) de sapato (SOS), super fofos, e como tenho dois lulus também fui lá conhecer, porque não me aguento e sou dessas. Para minha surpresa, a dona me entregou o CARTÃO deles com todos as redes sociais, isso mesmo que você leu CARTÃO! Gente os cachorros eram mais chiques que eu e vocês tudo. Só em NY mesmo. Sigam ai @zuzuswag kkkkkk #eufui #eutava Não posso mais dizer que nunca vi famoso em Nova York!

Depois das comprinhas, seguimos para o hotel para nos arrumar, pois às 20 horas tínhamos ingressos para a Broadway para ver o Rei Leão. Comemos cachorro quente na rua de janta, porque não dava tempo de outra coisa e estávamos mortos de fome! Comprei os ingressos com a Nyorquina, que conseguiu lugares maravilhosos para a gente, foi tudo perfeito, super confiável. Mais do que recomendo! O musical foi um sonho acordada, até agora não consigo descrever o que foi surreal de lindo. Já estava preparada para me emocionar, porque sou dessas porém, vocês não tem noção: na primeira música, eu já estava arrepiada, chorando de emoção! Com certeza foi uma das coisas mais lindas que eu já ví… é mágico!

Para orçar ingressos com a Nyorquina, escreva para nyoquina@gmail.com

Pra terminar esse dia sensacional, tivemos a honra de sair com nosso amigo Fabiano Proa que tem o grupo Clique Nova York no Facebook. Ele nos convidou para ir em uma boate em Lower Manhattan com ele, e nos buscou de táxi no hotel, SOMOS MUITO CHIQUES, DESCULPA! Fomos na boate Gallow Green, super exclusiva, mesmo esquema do restaurante Charles. Você chega lá e não tem placa, entra em um hotel antigo, e vai passando por um lugar secreto até que chega na boate. Sensacional! A banda era muito boa, ficamos super impressionados com a qualidade, o lugar super exclusivo, cool, aposto que éramos os únicos turistas, me senti uma novaiorquina! Hahaha tivemos muita sorte de ter tido esse convite sensacional do nosso amigo que nos levou para conhecer um lugar super fora da caixinha dos roteiros de turistas…AMAMOS. Amigo não podemos te agradecer o suficiente, só esperamos um dia poder retribuir quando vier na nossa terrinha capixaba <3 BEIJOS seu maravilhoso! Nossa noite terminou tarde…quase às 3h da manhã com um UBER EATS de Mc Donalds! Hahahahha não temos limites.

Dia 7 – 21 de outubro – Foi o dia mais quente de todos! Bateu 26 graus e chegamos a passar muito calor e sofrer com o sol na muleira, mas oh, foi muito legal a experiência de conhecer uma Nova York super quente! Não esperava mesmo, e só não me estripei porque sou a louca das malas e levo até um unicórnio se passar na minha frente, nunca imaginaria esse calor em pleno outono novaiorquino! Ponto pra mim! rs. Como nosso dia anterior foi bem cheio e cansativo (além de maravilhoso) acordamos tarde novamente, porque tínhamos como destino a feirinha de comida do Brooklyn, a Smorgasburg em Williamsburg. Existe coisa melhor? Um lugar lindo, com uma vista maravilhosa, com muita diversidade de comida? Comemos HORRORES! E aqui estão as comidas que recomendamos:

  • HOME FRITES: uma batata frita trufada com queijo parmesão de comer rezandoooo, a fila é grande mas passa rápido e vale suuuuuuper a pena! SÉRIO!
  • CARNAL BK: pedimos a costela e o hambúrguer de costela. Sério gente O QUE ERA ESSA COMIDA, SOS! E tudo vem muito bem servido, ficamos super satisfeitos em dividir os dois (claro que rolou a batatinha antes né…) Comida muito boa, fizemos um piquenique, comemos sentadinhos no chão só apreciando o skyline de Manhattan. Muito maravilhoso!

  • De sobremesa escolhemos os seguintes pra experimentar:
  • ICE CREAM SANDWICH: O sanduiche de brownie com sorvete super maravilhoso, surreal de bom! Juro que se tivesse espaço tinha comido 2! SOS!
  • RAINDROP CAKE: SOCORRO QUE TREM RUIM! CORRAM! Não tem gosto de nada, misturado com uma calda ruim e uma farofa amarga! Sério, quem inventou isso não tava no seu juízo perfeito. Não consigo imaginar um motivo para gostarem daquilo. A textura é nojenta, o sabor é ruim, e é muito esquisito. Quem gosta está de parabéns mas para mim e para o meu marido não deu amigos, foram para o lixo meus U$8.
  • Antes de ir embora. tivemos que dividir um BONABONA ICE CREAM, um sorvete muito gostoso que vem com um marshmallow derretido por cima! SOS, vale a pena!

5 delícias para provar na Smorgasburg

Ficamos por lá até umas 16h, aproveitando a vista mara. Conhecemos uma brasileira super simpática, a Lisi, e também o americano Jared, paguei mó mico aqui. Como estávamos conversando com uma brasileira, (mesmo falando em inglês por causa do americano), na hora de ir embora me empolguei e fui eu despedir do Jared com abraço e beijo. Ele virou quase um pimentão de vermelho, e eu MORTA DE VERGONHA, me desculpando e explicando que me empolguei pois estávamos entre brasileiros…que MICO! Abafa o caso kkkkkkkk mas se vocês estiverem lendo aqui, beijos! Foi um prazer conhecê-los. Era nosso último dia de passeio praticamente, já que iríamos embora no dia seguinte, à noite, e precisávamos comprar várias coisas antes de ir, então seguimos para o Central Park para andar de bicicleta e aproveitar bastante o restinho do dia.

QUE FASE! Gente esse foi o dia das furadas! Não recomendo a bike,…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Primeiro porque pegamos uma estrada no Central Park que não tinha fim, e não tinha outro jeito de sair dela a não ser seguir reto. Fomos parar do outro lado do parque sem nem ver nada, pois era debaixo de uma ponte..SOS programa de índio! Kkkk Seguinte, lá não pode andar em qualquer lugar, somente na ciclovia e isso não é fácil para quem não está acostumado. Passamos vários perrengues, cansamos muito, e, quando chegamos ao destino para relaxar sentados na grama, descobrimos que não podíamos ficar mais de 30 minutos com a bike, pois pagávamos uma multa! SOS: multa em dólar só Jesus na causa! Corremos como se não houvesse amanhã para devolver a bicicleta, porém nos perdemos nas ciclovias e atrasamos, resultado: MULTA. Kkkkk acho q foi uns 7 dólares… Funciona assim: você paga pelo dia, só que só pode ficar 30 minutos com cada bike. Depois, tem que ir trocando de bike nos pontos de troca. Então, para nós não valeu a pena…sorry!

Resumo da ópera: prefiro passear a pé no Central Park. Quem acha ok andar de bicicleta por lá me ajuda e me fala o que fizemos de errado, porque não conseguimos gostar da experiência kkkk

Eu ajudo! Se a ideia é passear pelo Central Park, é mais vantajoso alugar uma bicicleta com uma das empresas especializadas, pois dá para ficar mais tempo. A pisa para trafegar tem um sentido apenas e contorna o parque inteiro. Você pode entrar em algumas áreas empurrando a bicicleta. Saiba tudo sobre aluguel de bike em Nova York

Fomos jantar na Times Square porque amamos aquele caos mesmo e gostamos de camarão! Bubba Gump de novo! Terminamos a noite bebendo um vinho no rooftop do nosso hotel.

Dia 8 – 22 de outubro – Arrumamos as malas pela manhã, pois nosso vôo era às 22h. Com tudo pronto, seguimos para a rua para terminar as comprinhas que faltavam. Farmácias, Harmon, souvenirs, B&H, casaco da GAP para a filhota. Comprei um notebook da Apple para mim e uma mochila da Kipling cinza (amo essa marca de mochila e no Brasil é um roubo!). Rolou Shake Shack de novo e despedida dessa cidade linda do meu coração.

E assim terminou a parte da nossa lua de mel em Nova York: pegamos o avião para seguirmos com nossa trip para Londres e terminamos em Paris! Espero que tenham gostado e que eu possa ter ajudado alguém na hora de fazer o roteiro. Lembrando que este não é um roteiro típico de marinheiro de primeira viagem, já visitamos todos os museus mais famosos, rooftops e a Estátua em outras vezes que fomos, e, dessa vez, visitamos somente aquilo diferente, ou retornamos a lugares que escolhemos.

BEIJOS em vocês, eu volto na próxima pra contar mais pra vocês, porque se tem uma coisa que eu tenho certeza nessa vida é que eu vou voltar sempre para Nova York! *suspiros* Até mais!

Iasmim, sua linda, obrigada por esse relato incrível e pelo carinho! Adorei!

Gostaram do relato da Iasmim?  Se você quiser participar, envie seu relato para análise para laura@lauraperuchi.com COM FOTOS, seu nome completo e cidade/estado. LEMBRE-SE que é preciso ser detalhista. Não precisa escrever um livro, mas seu relato tem que ser informativo!

Diário de viagem a Nova York – Mariana Rosa

O Diário de Viagem é uma seção que traz relatos de leitores do blog. Nesses relatos, eles contam como foi a viagem a Nova York, o que mais gostaram de fazer, o que não gostaram, dividem dicas, enfim: um diário mesmo. A convidada de hoje é a Mariana Rosa, de Itajaí, SC. Ela ficou sete dias na cidade, em dezembro de 2017.  Para conferir mais relatos, clique aqui.

“Eu amo viajar antes da viagem. Acredito que mesmo não sendo longa, dá para curtir a viagem muito antes de embarcar. Foi aí que, nas minhas pesquisas, encontrei o Blog e consecutivamente o grupo no Facebook Laura Peruchi. Li e reli sobre muitos assuntos e fui filtrando o que queria com base nos meus gostos, nos comentários e dicas, nem preciso dizer o quanto foi útil. Quando cheguei em Nova York, de alguma maneira já estava me sentindo “em casa” e por dentro de tudo, ou quase tudo. rsrs

Voo: Latam. Dei sorte na ida, poltrona vazia ao lado. Achei que a poltrona reclina bem mais que nos voos da Delta. A comida da volta estava sensacional. Uma carne assada com molho de vinho, batatas e vagem, sério, não parecia comida de avião. Tive um ENORME contratempo na volta, o voo atrasou e, quando cheguei em Guarulhos para a conexão para SC, minha mala não aparecia na esteira. Meu nariz começou a sangrar e eu estava super atrasada, já que tinha que correr uns 40 minutos ate o portão de embarque novamente. Na correria de pegar as malas da esteira, despachá-las novamente e não perder o próximo voo, a minha mala de mão (sim aquela que só colocamos as coisas mais importantes) FICOU. Quando me dei conta já estava embarcando no outro avião, liguei para meu marido desesperada chorando, acionei todos os funcionários que vi da LATAM e aeroporto pelo caminho distribuindo meu telefone e as especificações da minha mala (que não tinha cadeado nem etiqueta). Quando pousei em Joinville, a responsável pelo setor LL da Latam já sabia do ocorrido e disse que faria o possível. Estava saindo do estacionamento do aeroporto quando me ligam de SP, dizendo que haviam encontrado minha mala e estavam enviando no próximo voo para o aeroporto mais próximo. Quando chegou em Floripa, me ligaram novamente e fui buscar. Mala intacta! Alivio e agradecida por existir pessoas boas, competentes e honestas.

Imigração: As filas estavam bem grandes às 6h30 da manhã, no dia 24/12. Fiquei uns 20 min na fila da máquina, que. para quem não sabe, tem a opção de idioma português, então fica fácil, é só prestar bem atenção no que está pedindo para você fazer. Pede para digitalizar o VISTO, os dedos e a foto. E você precisa responder às mesmas perguntas que existiam naquele antigo formulário que é entregue no avião. Passei em um guichê ele perguntou “Quantos dias você vai ficar” não entendi, respondi “Sorry” ele repetiu em espanhol, eu respondi “six”, ele carimbou e “Merry Christimas”.

Confira dicas para encarar o processo de imigração com tranquilidade.

Transporte aeroporto  – Estávamos em duas, pedimos um Uber e deu 48 dólares ao todo, achamos que compensou, dividindo deu praticamente a mesma coisa que transfer para ir do JKF ao HOTEL. Porém, na volta o preço foi bem mais salgado, U$80. (Não faço ideia do motivo).

PS: o preço do Uber varia conforme a demanda. Por isso o valor que a Mariana pagou não foi o mesmo para ida e para volta. 

Como ir do aeroporto para o hotel?

Aplicativos para usar em Nova York: Uber, Via e Lyft.

Hotel – Fiquei uns dois meses procurando no Booking promoções. Queria algo perto da Times e estações de metrô, mas as opções para que estávamos dispostas a pagar eram limitadas. Quase fechei o PENSILVANYA mas, quando vi o valor das taxas por dia, calculei e achei que não valeria a pena. Continuei a pesquisa e, por indicação de uma amiga, fiquei de olho no Hilton Millenium, em frente ao complexo 9/11, na parte sul de Manhattan. Consegui uma super promoção e reservei. Eu poderia cancelar até dois dias antes de viagem, mas acabamos optando por arriscar, já que é um hotel 4 estrelas e tinha metrô na frente. Confesso que tinha medo da localização, por ser na parte Financial District, mas foi uma das coisas que mais gostamos. Fica ao lado da Century 21, na frente do Westifield Word Trade Center. A linha amarela R e W passa na porta do hotel, e, se quiser usar qualquer outra estação, é só atravessar a rua, entrar no Oculus que tinha a Fulton Center inteira à disposição. Isso facilitou muito, chegávamos em qualquer parte de Manhattan com poucos passos. Sem contar que para ir ao Memorial e Museu 9/11, Observatório, Westified Center e até no Brookfield Place, conseguíamos fazer tudo por galerias subterrâneas, sem pegar um ventinho no rosto, achei um máximo!

Clique aqui para reservar o Hilton Millenium

Um roteiro pela região de Downtown

24/12 – Deixamos as malas no hotel (não cobraram nada). Fomos explorar a redondeza até dar a hora do chek-in. Passamos pelo Memorial e tomamos café no Le Distrit (mercado francês que fica dentro do Brookfield) comemos um crossaint maravilhoso, sentamos com uma vista para pista de patinação e o rio. Quando voltamos, vimos o Museu do 9/11 sem fila nenhuma – já havia lido muitos relatos de filas nessa época, não pensamos duas vezes e já aproveitamos para conhecer e fazer tempo até check-in. Sensacional. Fiquei chocada no geral com tudo que fizeram naquela região depois da tragédia. É surreal. É arrepiante. Depois, fizemos check-in, tomamos banho e fomos comprar o Metrocard.

Metrocard – Fomos comprar pela máquina e não creditou os valores. Minha prima, que mora em Seatle, colocou o zip code da casa dela, não sei se foi isso que deu errado. O cartão de crédito só estornou uma das compras e tive que comprar novamente no guichê para creditar. Prejuízo, mas de qualquer forma vale muito. Tem que ter.

Confira a série de vídeos sobre o metrô.

Fomos a Chinatown, que, particularmente, achei bem ok. Já em Little Italy amei: achei tudo lindo e tinha vontade de entrar em todos os restaurantes. Fomos na cantina De Gennaro, restaurante bem acolhedor. Pedimos uma taça de vinho cada, polpetas de entradas e ela foi de lasanha e eu de parmegiana, tudo delicioso. Um prato seria suficiente para duas, mas gostamos muito de comer e experimentar então pedimos uma entrada e cada uma um prato. Valor com taça de vinho para duas pessoas U$78.

Pegamos o metrô e descemos na Grand Central e tudo já estava fechando. Fomos caminhando até o Bryant Park, vimos a pista de patinação, a árvore de Natal  super decorada (para mim, mais bonita que a do Rockfeller Center), além da feirinha de natal. Por ali, vimos um coral lindo cantando músicas de natal, um charme. Fomos até a Times e confesso que foi o lugar que menos gostei de Nova York. Muita muvuca, atropelamento etc kkkk vai entender ne?!

25/12 – Estava fazendo -5, mas a previsão para os próximos dias era mais frio ainda, então, decidimos encarar o Central Park. Achei toda paisagem maravilhosa. Se não estivesse tão frio, com certeza teríamos explorado mais. Mesmo assim foi ótimo, pegamos um chocolate quente no meio do parque para aguentar e continuamos. Depois, fomos até a Levain Bakery para experimentar o famoso cookie mas estava fechado.

Descemos até Rockfeller Center com intuito de subir no Top of the Rock, mas a fila estava imensa e desanimou. Entramos na St Patrick e estava começando a missa de Natal; acendemos uma vela e sentamos um pouco mas confesso que com a multidão entrando e saindo ficava difícil assistir a missa.

Também fomos ver a vitrine da Saks tema Branca de Neve, linda demais.

Já eram umas 16h quando começamos a busca por um almoço.  Foi complicado: a maioria das nossas opções estava fechada e o que estava aberto tinha muita gente. Eu sabia que para o dia de Natal tinha que fazer reserva, mas pensei em ir em redes mesmo, e mesmo assim vários restaurantes como Carmines, Eataly e Olive Garden estavam fechados. Restou esperar no Applebees, atendimento péssimo, comida ok. Eu me arrependi muito de não ter andado umas quadras até algum Five Guys ou Shake Shack.

26/12 – Tomamos aquele café no Starbucks e fomos ver a Estátua da Liberdade. Não era prioridade e nem um sonho conhecê-la, então, pegamos o Ferry para Staten Island que é free e tiramos boas fotos na ida e na volta e ficamos satisfeitas assim.

Saiba tudo sobre o ferry gratuito para Staten Island

Tínhamos reserva há dois meses no Peter Luger Steakhouse e era um sonho comer aquela carne. Realmente maravilhosa, ótima experiência. Fomos na Apple do Westifield e entramos em mais algumas lojas no decorrer do caminho porque ninguém é de ferro. Comprei camisa na H&M por U$3, shorts de couro por U$7, calça por U$10. Claro que tem que fuçar, mas valeu muito.

27/12 – Fomos até Port Authority pegar o bus para o Jersey Gardens, viagem tranquila. Compramos o livreto de descontos. Meu objetivo principal com livro de descontos era comprar roupas para o marido na Tommy e valeu muito: 20% desconto fora os descontos já remarcados na loja. No geral, tinha muita gente no outlet, algumas lojas com filas para entrar. Confesso que não queria ter passado o dia todo, valeu a pena realmente só pelas compras para marido, pois no dia seguinte fui à Century 21 ao lado do meu hotel e os preços estavam bem similares em perfumes, roupas, etc. Tinha sempre muita fila para pagar e paciência para achar os tamanhos, não consegui entrar em várias lojas que queria porque já estava tarde. Na saída, para pegar o ônibus para voltar, tinha uma fila imensa e estava um frio de lascar.

Comi Nathans no outlet, achei horrível. Pedimos batata, hot dog e cheeseburguer. Como nunca tinha comido, estava curiosa porque havia lido que é muito tradicional em Nova York, uma decepção.

Outlets em Nova York: Jersey Gardens ou Woodbury? Clique aqui e confira uma visão geral e vídeos sobre os dois.

28/12 – Fomos conhecer a região de Dumbo, tiramos a famosa foto na esquina da rua Promenade. Paramos para tomar um vinho e almoçar no Cecconis Dumbo, que tem massas deliciosas. Comemos um tartar com trufas sensacional e de quebra uma vista linda! Pagamos U$2 e demos uma volta no Janes Carrousel e depois fomos rumo à travessia da ponte do Brooklyn. Entendi porque já havia lido diversas dicas para ir no pôr do sol, maravilhoso. Nem o frio atrapalhou.

Saiba tudo sobre a travessia da Brooklyn Bridge

A vista de Brooklyn Heights Promenade.

Depois de um banho quentinho, fomos ao 230 Fifth rooftop. Tiramos umas fotos perto dos iglus, mas resolvemos sentar dentro. Quando achamos um garçon ele explicou que tínhamos que ficar na fila, pegar bebida e ele vinha trazer. Como estávamos só em duas, não tinha graça permanecer lá, pois quando uma ficaria na fila, a outra esperaria e assim por diante, queríamos comodidade, coisa de brasileiro, talvez. rsrs Partimos para o Eataly próximo ao nosso hotel e fomos felizes com uma bela massa e ainda de quebra levamos tiramissu de sobremesa para comer no hotel, perfeito também.

Rooftops para frequentar nos meses frios

29/12 – fomos ao Chelsea Market e andamos por tudo. Experimentamos: crepe, bisque de lagosta, arancini (que achamos bem ruim). No geral, tem muitas opções em gastronomia, mas nada do que provamos era sensacional. Tinha um restaurante de massa Gran Rana fiquei com bastante vontade. Tem uma loja da Antropologie na entrada, comprei vela grande Voluspa por U$18. Depois fomos conhecer o Gansevoort Market (bem menor que o Chelsea), bem bacana também, comemos um burito na Taqueria Trece e um cookie na Chip NYC – sensacional, perfeito. Passamos no Washington Park, tiramos foto no Arco e saímos correndo para achar um café para se esquentar.

Nesse dia, a ideia era ver o entardecer do One Wolrd Observatory. Mas, ao chegar lá, só tinha ingresso para as 18h30 e estava escurecendo às 16h30, então, deixamos agendado para dia seguinte.

Fomos até a Quinta Avenida dar uma volta das lojas de souvenir além de Forever, Zara, HM, Victoria’s Secret, mas cansamos rápido. Tinha muita gente e as lojas já estavam muito bangunçadas naquele horário. Voltamos para hotel, fomos no Brookfield Place e comemos um delicioso hambúrguer no Umami Burguer.

Confira mais sobre o Brookfield Place e o Le District.

30/12 – Agendamos a visita no One World Observatory para às 9h, mas, antes de subir, perguntamos se tinha visibilidade, pois estava com previsão de neve e tempo bem feio. Pensamos em devolver nossos ingressos.. mas como dois atendentes disseram que tinha visibilidade, subimos. Não tinha visibilidade, mas deixou com gostinho de quero mais. Achei mesmo assim incrível e na próxima ida a Nova York quero subir novamente.

Novamente fomos ao Le District, no Brookfield Place, tomar o ultimo café com croissaint perfeito e vista para pista de patinação. A neve fininha começou a cair e embelezou ainda mais a passagem. Não resisti e fui uns 15 minutos patinar – ou tentar. Achei muito legal, mas estava meio “dura” do frio e fiquei com medo de me machucar.

Fizemos as últimas comprinhas na Target próxima, última passada na Century 21 e corremos para fechar e pesar as malas. Para não ter surpresas e trabalho no aeroporto, já peso elas antes. Compre uma balança de mala, é super barato nos EUA, tem por U$7 e agora que diminuiu consideravelmente a franquia de bagagem, é sempre bom estar prevenido. Foi um sufoco com casacos e botas fechar duas malas de 23 kg.

De modo geral, é claro que queria ter feito muito mais coisas, mas nessa viagem não fiz nada correndo. Decidi não comprar ingressos antecipados para não me prender. Lógico que isso tem prós e contras, mas de certo modo, a frase da Laura “viajar não é riscar da lista” me convenceu. Nossos “almojantas” eram relaxantes, regadas a vinho e calmaria. Não entrei desesperada nas lojas como fazia em outras viagens aos EUA. Não tinha hora para nenhuma atração. Queria ter ido a museus, a mais parques, ter comido mais burgers… enfim, normal! Sempre que voltamos de alguma viagem, a gente sempre acha que poderia ter feito mais. Eu já havia lido que qualquer tempo seria pouco para Nova York, mas estou tranquila, porque tenho certeza que essa foi a primeira vez, não a última.

Viajar não é “riscar da lista”: como organizar seu roteiro para Nova York

Como muita gente fica perdido em quanto levar, achei que interessaria compartilhar essa planilha com atividades e custos com alimentação, ingressos e transporte. Lembrando que amo comer, e gasto mais do que devo nesse quesito! Não incluí gastos compras com roupa, acessórios, perfume, make, presentes etc.

ATIVIDADE VALOR U$
Transporte até o hotel – Uber 21,00
Metrocard 37,00
Prejuízo Metrocard 15,00
Café no Le District 16,00
Museu Memorial 24,00
Almoço Little Italy – Da Gennaro (entrada, principal e uma taça de vinho) 36,00
Compras para deixar no quarto (batatinha, águas, chocolates) 15,00
Check in hotel 490,00
Magnolia Bakery 12,00
Café da manhã  Fulton Center 8,50
 Chocolate quente no Central Park 4,50
Almoço no AppleBee’s (com uma taça de vinho) 35,00
Café no Starbucks 9,00
Peter Luger  (T bone + acompanhamentos + vinho) 120,00
Westifield World, Century 21 8,00
Eataly (pizza) 18,90
Chocolate quente 4,00
Port Authority  – ônibus Outlet 14,00
Almoço no Nathans 18,00
Sorvete Haagen Dazs 10,00
Petisco no Le District (salada, queijo, sanduiche e 1/2 garrafa de vinho) 32,00
Café no Starbucks 9,00
Janes Carousel 2,00
Almoço no Cecconi’ss Dumbo (tartar trufado, vinho e massa com ragu de carne) 70,00
Rooftop 230 Fifth 12,00
Eataly (massa + taça de vinho + sobremesa ) 49,00
Café no Starbucks 9,00
Chelsea – (crepe, bisque de lagosta e arancini) R$ 18,00
Gansevoort Market 16,00
Brookfield Place – Umami Burguer 23,00
One World Observatory 36,00
Café Le District 16,00
Patinação no gelo 15,00
Uber para aeroporto 40,00
 TOTAL 1266,90

Obrigada Mari, por esse relato cheio de detalhes e por compartilhar seus gastos com a galera!

Gostaram do relato da Mariana?  Se você quiser participar, envie seu relato para análise para laura@lauraperuchi.com COM FOTOS, seu nome completo e cidade/estado. LEMBRE-SE que é preciso ser detalhista. Não precisa escrever um livro, mas seu relato tem que ser informativo!

Diário de viagem a Nova York – Vitória Régia Melo Tapia

O Diário de Viagem é uma seção que traz relatos de leitores do blog. Nesses relatos, eles contam como foi a viagem a Nova York, o que mais gostaram de fazer, o que não gostaram, dividem dicas, enfim: um diário mesmo. A convidada de hoje é a Vitória Régia Melo Tapia, de Florianópolis, SC. Ela ficou duas semanas na cidade, entre dezembro de 2017 e janeiro de 2018.  Para conferir mais relatos, clique aqui.

Compartilho com vocês, para reforçar as dicas que peguei aqui, no Instagram e no blog da Laura, algumas recomendações e “não recomendações” do que fizemos durante a viagem!

Roupas de inverno – primeiramente, se forem enfrentar temperaturas negativas, já adianto que casacos de lã batida, jaquetas jeans e de couro não adiantam. Eu levei alguns e não usei, só um ou outro para uma saidinha rápida à noite, mas para enfrentar um dia inteiro na rua, não é aconselhável. As roupas que eu utilizei praticamente 90% da viagem foram aquelas jaquetas fofinhas e mais pesadas de ¾, com capuz e com penas de ganso. E melhor custo-benefício que encontramos foi na Century 21 em Downtown, lá tem um andar inteiro só desses casacos! Roupas térmicas da Uniqlo usei todos os dias também. Uma calça térmica por baixo da calça normal que você quiser usar por cima, e uma blusa térmica por baixo da segunda camada (que aconselho ser uma blusinha de lã ou suéter). Por cima das duas blusas, o casaco pesado dá conta! Para os dias de -10, -13 graus usava também aquelas blusas de tecido fleece. Luvas são indispensáveis. Comprei as minhas de couro e com touch screen também na Century 21 – mas depois eu vi umas mais baratas ainda (de couro) na H&M da 6a Avenida, próximo à Macys, Mas aquelas touch screen só de lã aconselho a comprar na Harmon. Por sinal, nessa H&M especificamente eu encontrei muitas roupas femininas com ótimo preço, peças por 6, 12 dólares. Casacos por 20, 30 dólares. Adorei! Nem no Jersey Gardens encontrei esses preços! Aliás, é muito difícil encontrar roupas femininas boas com bons preços em NY (deve existir, mas não encontrei na época que eu fui), só mesmo na H&M da 6a Avenida. Recomendo uma passada lá! Meias eu comprei na Uniqlo. Confesso que com as botas normais que eu usei, às vezes, mesmo sendo térmicas, elas não seguraram o frio nos pés. Quanto aos sapatos, usei bota nos dias mais frios e dias de neve, e é possível usar tênis quando está uns 3, 5 graus! Toucas também são indispensáveis! Recomendo as barraquinhas de rua, tem bons preços. Comprei um cachecol ótimo na Forever 21, paguei 6 dólares, e outro ótimo também naquela H&M, paguei 5 dólares.

Clique aqui e veja onde compro minhas roupas em Nova York.

Guia de compras na Uniqlo.

Onde comprar casacos de inverno em Nova York?

Hospedagem: Nós ficamos no Hyatt House New York/Chelsea – Boa localização! Quartos bons, hotel novo.

Clique aqui para reservar o hotel pelo Booking.

Chip: Foi uma “mão na roda”! Na nossa primeira viagem à Nova York não compramos chip com internet e nos arrependemos. Dessa vez acertamos em comprar com antecedência aqui no Brasil mesmo, chegou pelos Correios! Muito eficaz!

Quanto custa um chip de celular em New York?

The Rockettes: Amamos o espetáculo! Recomendo muito!

Dyker Heights Christmas Lights: Muito lindas as decorações das casas no bairro! Imperdível!

Saiba mais sobre Dyker Heights aqui.

  • Chocolate quente Mex Brenner: Confesso que não achei nada de mais, pelo menos o que eu provei, não valeu o preço (caro).
  • Insomnia Cookies: Gostamos muito do cookie de s’mores.
  • Junior’s Restaurant: Encontramos por acaso e gostamos muito! Tanto o cheesecake, quanto o chocolate quente! Ótimo custo benefício! Gostamos mais do que fica no Brooklyn do o da Times Square, inclusive, no Brooklyn os preços eram mais baixos.
  • Bryant Park Grill: Jantamos lá no dia 24/12 e foi mágico! Não tinha preço fixo, comemos e bebemos muito bem! O ambiente é incrível, eles montam as mesas na área externa e fazem uma cobertura transparente, com aquecedores. Amamos!
  • Barbounia: Brunch no dia 25/12 (e acredito que todos os finais de semana e feriados devem ter)! Indicação da Nyorquina Paty! Adoramos, o ambiente é lindo! Curtimos muito tomando drinks mimosas (por 21 dólares eles são ilimitados)!
  • Carmine’s: Perfeito para comer muito e bem! O prato serve de 3 a 4 pessoas, preço muito justo. Pedimos 2 massas para 7 pessoas e ficamos BEM servidos!
  • Raclette: Descobrimos por acaso e nos apaixonamos! Mas faça reserva pelo site deles, pois, durante a semana, no almoço, estava cheio Lá as pessoas vão para comer os pratos com o famoso melted cheese! MUITOOO bom!
  • Barilla Restaurant: Excelente custo benefício para o almoço. O que mais gostamos foi o que fica próximo ao Radio City.
  • Bagatelle: Comida italiana a preço justo. Excelente para o jantar, adoramos! Fomos nesse, pois no Fig & Olive, que fica próximo (região do Meatpacking), a cozinha estava fechada e eram 21h! Já tínhamos ido almoçar lá (no Fig) outro dia e gostamos também, mais uma indicação da Laura!
  • Carlo’s Bakery Times Square: Nada de mais e caro!

Explore os posts de Gastronomia do blog clicando aqui.

Century 21: Dica da Laura e é infalível: melhores preços de chocolate e perfumes são na Century 21! Comprei meio quilo de bombons Lindt por 9,99 dólares! Vale super a pena, comprei vários para presentear!

One Wolrd Observatory: Imperdível! Vista linda demais! E é fechado, o que é ótimo no inverno!

Conhecendo o observatório do One World Trade Center

Viagem a Washington: Gostamos. Mas não é imperdível, na minha opinião. Outras pessoas que estavam comigo amaram, curtiram até mais do que Nova York. Mas eu prefiro a agitação e a diversidade de coisas para fazer de Manhattan! Passamos uma noite lá e já estava com saudades de Nova York! Rsrs! Enfim, fomos para visitar um casal de amigos que está morando lá, fomos de carro alugado, levamos 5h ou mais para chegar, por conta do trânsito da época de feriados. Mas foi diferente! Conhecemos os monumentos e etc, mas eu, particularmente, não voltaria. Chegamos por volta das 15h de um dia e saímos de lá para voltar para NY no dia seguinte, umas 14h, e foi suficiente pra nós. Ah, em Washington almoçamos no Cheesecake factory – ótimo custo-benefício. E os melhores cheesecakes da vida!

Caso você tenha interesse em fazer esse programa, clique aqui para saber mais sobre o passeio guiado em português da U.S. Travel para Washington DC. Leitores do blog têm desconto!

Outlet Jersery Gardens: Não é como os outlets de Orlando. Para mim, não valeu muito a pena (mas para roupa masculinas vale muito). Só comprei alguns presentes na Tommy (uma das únicas com preços realmente baixos). Na Kipling também tinha descontos; as lojas de perfumes estavam com preços um pouco mais baratos do que a Century 21 e Freeshops. Michael Kors sem dúvidas foi ótimo, pois os preços estavam bem abaixo comparados às lojas de Manhattan. Mas me decepcionei com os preços das roupas esportivas e tenis da Adidas, Nike, Puma, etc, todos no mínimo 45, 55, 60 dólares. Em Orlando comprei 2 Adidas Ultraboost e um Super Star por 90 dólares (ps três).

Harmon – Loja cosméticos e outras coisas, indicação da Laura! Vá, apenas digo! Preços muito bons. Inclusive foi o lugar que encontrei luvas mais baratas. Indico muito comprar a base Stay Matte, da Rimmel! Para mim, é o melhor custo-benefício: custa em média 5 dólares e é excelente! E eu estava usando a Studio Fix da Mac ultimamente, mas até prefiro essa baratinha, pois ela tem melhor cobertura. Também indico a paleta de sombras nudes da L’oreal – amei a pigmentação e só estou usando ela. Também comprei os lip balms EOS (2 por 5 dólares) – indispensáveis no inverno de NY.

Harmon Face Values – um achado para comprar cosméticos em Nova York!

Burlington – melhores preços que encontrei para malas. Lá tem alguns achadinhos, vale a visita!

NÃO ARRISQUEM COMPRAR INGRESSOS DE CAMBISTAS! Compramos três ingressos para o jogo dos Knicks por 500 dólares e eram falsos. Fomos no jogo do Brooklyn Nets, pois era mais barato, e ADORAMOS! Se viajarem para a cidade durante o inverno, não aconselho ir a jogos em estádios abertos! Fomos no jogo dos Giants, no dia 31 de dezembro, e simplesmente não conseguimos ficar lá. Frio demais (-13). Jogamos dinheiro fora.

Saiba tudo sobre jogos de basquete em Nova York.

Acho que no geral esses foram os pontos principais… Claro, fizemos outras coisas, fomos em outros restaurantes, mas acho que as recomendações essenciais são essas!

Obrigada pelo relato, Vitória!

Gostaram do relato da Vitória?  Se você quiser participar, envie seu relato para análise para laura@lauraperuchi.com COM FOTOS, seu nome completo e cidade/estado. LEMBRE-SE que é preciso ser detalhista. Não precisa escrever um livro, mas seu relato tem que ser informativo!