Pisticci: restaurante italiano delícia no West Harlem

Acho que já falei um milhão de vezes do meu amor por comida italiana. Como não amar uma boa massa? Sempre que alguém recomenda o Carmines ou o Olive Garden como restaurantes italianos para visitar em Nova York, eu fico triste e, confesso, acho um desperdício. Restaurante italiano que se preze tem que ter massa fresca, para começo de conversa. A minha opinião é de que você não deveria restringir suas experiências gastronômicas a restaurantes que fazem a mesmíssima comida em todas as suas unidades… E Nova York tem tantas opções incríveis de restaurantes italianos que é um desperdício você vir pra cá e não fazer proveito desse fato. Eu, particularmente, adoro explorar as opções daqui!  Semana passada, estivemos no Pisticci, que fica em West Harlem – bem pertinho da Columbia University, o que acaba sendo uma opção fantástica para almoçar ou jantar pela área.

Antes de apresentar o restaurante em si, acho bem interessante falar da história dele, porque o Pisticci tem todo um conceito interessante envolvido em sua história. Quando ele foi aberto, em 2002, a ideia era despretensiosa: ser aquele restaurante de bairro, que todo mundo gosta de ir. Aos poucos, os proprietários pararam de olhar para o Pisticci como apenas um restaurante mas como um lugar para mudança. Os funcionários têm horários flexíveis e partipação nos lucros. Além disso, é um Green Certified Restaurant e também usa energia renovável. O Pisticci também teu sua própria fazenda urbana, Pisticci Full Circle Farm, sem uso de insumos químicos ou maquinaria pesada. Os insumos são derivados da matéria orgânica recuperada do restaurante, e crescem sustentando a princípios orgânicos estritos. A matéria orgânica é derivada de restos de comida, guardanapos e todos os produtos de papel. Eu não sabia disso antes de ir ao restaurante, mas encontrei essas informações pesquisando para o post e adorei. Fiquei mais fã ainda.

Como estamos falando de um restaurante italiano, obviamente aqui os destaques ficam por conta das massas, cujo preço varia de U$10 a U$16, dependendo da sua escolha. O Thiago optou pelo Tuscan Bean Ravioli (U$15), recheado com ricota e com molho de tomate. Geralmente, nos restaurante que vamos, a porção de ravioli nunca é generosa. Não no caso do Pisticci: o prato foi super bem servido. Eu optei por um especial da noite, uma massa papardelle com trufas, cogumelos e carne. Uma das melhores massas que já comi aqui em Nova York – e também numa porção super generosa. Os drinks custam em média U$14 e a gente pediu um com romã (pomegranate) que estava uma delícia. Não costumamos pedir sobremesa, mas não resistimos à Torta de coco, numa fatia bem generosa que foi suficiente para nós dois. Gastamos cerca de U$60 com gorjetas, o que é um preço bem justo para um jantar incluindo um drink e sobremesa. Além disso, o atendimento do restaurante é ótimo e o ambiente também é uma gracinha. A região onde ele fica localizado é super charmosa.

O Pisticci abre para almoço, jantar e brunch! Você pode conferir mais detalhes no site.

Endereço: 125 La Salle Street.

Quatro lojas para comprar calçados em Nova York

Eu já falei outras vezes, mas vou repetir: não acho que calçado seja um produto forte no quesito compras aqui em Nova York (a não ser quando falamos em tênis) –  não como maquiagem, roupas e eletrônicos. Eu acho que a indústria de calçados no Brasil é bem forte e temos marcas maravilhosas e uma variedade incrível de modelitos, com muita qualidade. Claro, há marcas caríssimas, mas também há marcas ótimas a preços acessíveis. E esse é um item que eu sempre compro quando vou ao Brasil. “Ah, mas em Nova York devem ter opções legais também, né?”. Sim, claro! Nesse tempo morando aqui, já elegi os meus locais favoritos para calçados e hoje trago as opções que acho que valem a pena dar uma conferida.

Aldo – você nem vai precisar procurar muito – Nova York está cheia de lojas da Aldo. A marca de calçados tem filiais em vários países e conta com uma seleção masculina e feminina, que sempre acompanha as estações e as tendências. Diria que sua faixa de preço é intermediária – nem tão cara, mas nem tão barata, mas os sales são sempre ótimos. No inverno, você vai encontrar uma infinidade de botas, com cores variadas. Também há tênis bem modernos e muitas sandálias de salto e rasteirinhas. O meu marido gosta muito dos sapatos da Aldo! Além dos calçados, a Aldo conta com bolsas (sempre tem umas bem diferentes), óculos de sol, bijuterias e outros acessórios. Para ter uma ideia melhor dos preços, acesse o site.

A Aldo tem muitos endereços em Nova York – clique aqui e confira todos.

Steve Madden – no momento, é a minha marca favorita. Adoro porque os calçados têm sempre um toque bem moderno e diferente. Uma loja da marca é, sem dúvidas, o local perfeito para quem quer comprar algo nada óbvio. Como a gente anda muito aqui em Nova York, não dá para usar salto todos os dias, e a Steve Madden tem muitas opções, para inverno e verão, de modelitos sem salto e super confortáveis. A marca também conta com bolsas e mochilas. Para ter uma ideia melhor dos preços, acesse o site.

A Steve Madden tem muitos endereços em Nova York – clique aqui e confira todos.

DSW Shoes – a DSW é como um outlet de calçados, uma loja de descontos, e  sempre recomendo para quem quer comprar tênis de marcas renomadas (como Nike e New Balance) por um preço mais acessível. Mas, além da seleção caprichada de tênis femininos e masculinos, também tem uma infinidade de outras variedades – e, claro, depende da estação vigente. No inverno, você vai encontrar muitas, mas muitas botas, de muitas marcas. No verão, várias sandálias. O que eu mais gosto da DSW é que ela é estilo “self-service”. Há vários corredores e você vê os calçados expostos e, embaixo, todas as caixas com as numerações disponíveis. Você mesmo escolhe e experimenta. Para ter uma ideia melhor dos preços, acesse o site.

Quatro endereços em Manhattan: 2220 Broadway / 301 W 125th St / 213 W 34th St / 40 E 14th St.

Payless ShoeSource – outra rede de lojas de descontos de calçados, só que menor que a DSW Shoes. Tem opções masculinas e femininas e os corredores são divididos por numeração. Nem todas as opções disponíveis em um tamanho estão disponíveis em outro e também não há uma quantidade alta em estoque – geralmente há um ou dois pares do mesmo número. Geralmente, os calçados aqui são mais básicos – há tênis, sapatilhas e rasteirinhas. Porém, os preços são super acessíveis. Dá pra encontrar muita coisa por U$15 a U$20. Para ter uma ideia melhor dos preços, acesse o site.

Endereços em Manhattan:  1897 3rd Ave / 2143 3rd Ave / 149 E 125th St / 208 W 125th St / 437 5th Ave / 110 W 34th St / 600 6th Ave.

Bônus: lojas de desconto! Aqui no blog tem dois posts com dicas de lojas de desconto em Nova York – clique aqui para ler a parte 1 e aqui para ler a parte 2 – e essas lojas também costumam ter uma seleção bem bacana de tênis e outros calçados. Mas, das lojas nesse estilo, o meu destaque fica por conta da Saks OFF Fifth, o outlet da Saks. A parte de calçados é gigantesca. A seleção é muito grande, com calçados de marcas como Vince Camuto, Alice + Olivia, Kate Spade, DVF, Ugg, French Connection. Todos os calçados estão divididos por numeração e há modelos para o verão e inverno – botas, sandálias, rasteirinhas, scarpins e tênis. Clique aqui e confira mais detalhes sobre a loja.

Vídeo: Passeio diferente em Nova York – Flushing, no Queens (parte 2)

Semana passada, eu publiquei um vídeo sobre o Spring Shabu Shabu, um restaurante incrível que fica em Flushing, Queens. O vídeo de hoje é como uma continuação daquele vídeo, mostrando um pouco mais do bairro, com sugestões do que fazer por lá. Flushing é uma região do Queens que fica a cerca de 30-40 minutos de Manhattan e que proporciona uma imersão cultural incrível. Para vocês terem ideia, a população chinesa-imigrante de Flushing superou a de Chinatown, em Manhattan, anos atrás. Cerca de dois terços dos residentes são estrangeiros, a maioria da Ásia.

Confira o post com o roteiro.
Guia de lojas coreanas parte 1
Guia de lojas coreanas parte 2

Comida de rua em Nova York: delícias que você precisa experimentar

Muita gente pode até ter preconceito, mas a verdade é que os food trucks de Nova York são uma ótima opção para experimentar uma comida gostosa sem gastar muito! A vigilância sanitária daqui é muito exigente com a higiene dos carrinhos – aliás, não é fácil conseguir uma licença para operar nas ruas da cidade. Em Nova York, a vida é sempre muito corrida, o horário de almoço é curto e muitas pessoas preferem buscar comida na rua e voltar para o escritório. Por isso que os food trucks são tão populares. Hoje, selecionei quatro food trucks que eu considero imperdíveis!

Wafels & Dinges – sua estadia na Big Apple precisa incluir um dos deliciosos waffles da Wafels & Dinges. O food truck é famoso na cidade e não há como resistir, você vai sentir o cheirinho: waffle quentinho, com massa crocante por fora e macia por dentro. As coberturas incluem sabores como Nutella, chocolate, doce de leite… Sério, vai ser o melhor waffle da sua vida! Preços: de U$5 a U$7.

Clique aqui e confira os endereços dos carrinhos

Halal Guys – você vai ver vários carrinhos de Halal em Nova York. O prato consiste em arroz, gyro (carne de cordeiro) ou frango (ou um mix dos dois), uma saladinha e um molho branco. É uma refeição para lá de bem servida. Mas o mais clássico dos carrinhos é do Halal Guys – é o molho branco da rede – que abriu até restaurante por aqui – que faz toda a diferença! Só tome cuidado com o molho apimentado, é bem forte. Preço: U$7.

Clique aqui e confira os endereços dos carrinhos

Calexico – que tal uma comida mexicana? O Calexico tem um restaurante em Nova York, mas sua história começou com food trucks, que continuam funcionando na cidade. Três irmãos da California criaram a rede que tem menu caprichado: tacos, burritos e nachos eleitos entre os melhores de Nova York por veículos de comunicação como o Zagat. O burrito é sensacional! Preços: de U$3 a U$9.

Clique aqui e confira os endereços dos carrinhos

Brooklyn Popcorn – quem não gosta de pipoca? O snack que parece simples e vai bem com tudo – principalmente na hora do cinema – ganha versões deliciosas assinadas pela Brooklyn Popcorn. Além dos sabores doces como chocolate e caramelo, há versões salgadas como cheddar e sour cream. Impossível resistir ao sabor, ao cheirinho e à textura crocante. Preços: de U$4 a U$6.

Clique aqui e confira os endereços dos carrinhos

 

10 programas no Brooklyn!

Por muito tempo, Manhattan foi a protagonista dos roteiros das viagens a Nova York. Não dá para negar que a ilha tem uma gama ilimitada de coisas para fazer, mas, como eu sempre digo, nem só de Manhattan vive Nova York! Os outros grandes bairros da cidade rendem programas incríveis e hoje decidi listar 10 coisas legais para se fazer no Brooklyn. Sim, o Brooklyn vai muito além da icônica ponte e não, não tem como cobrir esse bairro em apenas um dia (nem em uma vida). Abaixo, sugestões do que fazer pela região!

Atravessar a Brooklyn Bridge e curtir a região do Dumbo – a travessia dessa ponte é quase que passeio obrigatório para quem vem para Nova York pela primeira vez – e vale repetir se você tiver outras oportunidades. A Brooklyn Bridge é uma das pontes suspensas mais antigas do mundo – e a primeira construída para ligar Manhattan ao Brooklyn, com quase dois quilômetros de extensão. Foi inaugurada em 1883 – 13 anos após o início de sua construção. John Augustus Roebling era o engenheiro responsável pela obra – ele era alemão, mas vivia nos EUA há muitos anos – e tinha muita experiência na área de construção de pontes suspensas e a Brooklyn Bridge foi seu projeto mais ambicioso. Hoje, em média, 120 mil veículos cruzam a Brooklyn Bridge todos os dias, além de 4 mil pedestres e 2600 ciclistas. Depois de atravessar a ponte, você vai chear ao Brooklyn Bridge Park. Aproveite e tire um tempo para explorar o lugar  e sua vista maravilhosa.

Clique aqui e confira mais detalhes sobre esse passeio.

Estique o passeio e explore Brooklyn Heghts Promenade.

Visitar o Brooklyn Botanical Garden – é o Jardim Botânico do Brooklyn. São mais de 12 mil espécies, num espaço anexo ao Prospect Park (como o Central Park do Brooklyn), com muito espaço verde e flores lindas. Um dos lugares mais lindos para conferir a temporada de cherry blossom. Tem jardins de tulipa, jardins de rosas e o Jardim Japonês, que fica à beira de um lago e é uma lindeza só. A entrada é gratuita aos sábados das 10 ao meio-dia (exceto quando há eventos especiais). Às terças, também não se paga nada para entrar. Nos outros dias, o ticket custa U$12 (adultos) e U$6 para idosos acima de 65 anos e estudantes com ID válida. Crianças de até 12 anos não pagam.

Endereço: 990 Washington Ave.

Clique aqui e confira mais detalhes sobre esse passeio.

Conferir as street arts em Bushwick – Bushwick é o bairro do Brooklyn onde está a The Bushwick Colletive, um projeto sob a curadoria de Joseph Ficalora, que tenta encontrar e fornecer paredes vazias para os artistas de rua – que não são apenas dos Estados Unidos, mas também de países como França e Itália. A galeria a céu aberto começa na Jefferson Street e continua através da Troutman Street até a Saint Nicholas Avenue.

Como chegar: de metrô, use a linha L e desça na Jefferson St. Quando você sair, já verá algumas artes. A galeria começa na Jefferson Street e continua através da Troutman Street até a Saint Nicholas Avenue. A região não é extensa, então dá pra caminhar tranquilamente, sem pressa.

Clique aqui e confira mais detalhes sobre esse passeio.

Coney Island – Coney Island está longe de ser uma praia perfeita para o verão. Mas, levando em conta que Nova York é uma selva de pedras, o local é um bom lugar pra fugir do vuco-vuco da cidade grande e fazer um programa mais relax. Eu, particularmente, acho Coney Island um local mágico, encantador e nostálgico – já que muitos filmes, séries e clipes foram gravados lá. O  maior charme e diferencial de Coney Island são os dois parques de diversões que ficam na beira-mar, dando uma aura mágica ao lugar. A montanha-russa mais antiga do mundo, a Cyclone, fica lá, e ainda há outros tantos brinquedos radicais e outros nem tanto. Que tal uma voltinha na Wonder Wheel, roda-gigante que é um dos símbolos do local? Lá de cima, a vista é simplesmente incrível e dá até pra enxergar Manhattan. Além disso, a praia conta com muitos locais gostosinhos para comer.

 Para chegar em Coney Island, basta usar as linhas D, N, F ou Q.

Clique aqui e confira um vídeo sobre Coney Island.

Clique aqui e confira coisas para fazer no local.

Mast Brothers Chocolate –  a Mast Brothers foi criada por dois irmãos, Rick e Michael Mast, em 2007, e hoje conta com lojas em Nova York e também em Londres – em breve em Los Angeles. O destaque da marca fica por conta do processo de fabricação dos chocolates. Com cacau proveniente de lugares como Tanzânia e Peru, os chocolates levam poucos ingredientes – e todos orgânicos – e não contam com conservantes. Ou seja, são super naturais. A fabricação segue todo um ritual para garantir chocolates com sabor intenso e textura que derrete na boca. Não são fórmulas cheias de açúcar – mas também não são super amargos. Quem gosta de sabores mais intensos certamente vai curtir. É um conceito bem gourmet.  A Mast Brothers Chocolate tem loja e fábrica no bairro de Williamsburg – e o mais bacana é que é possível fazer um tour para conhecer mais sobre o processo de fabricação dos chocolates.

Endereço: 111 N 3rd St – use a linha L. 

Clique aqui e confira mais detalhes sobre esse passeio.

Smorgasburg – é uma das feiras de comida de rua mais famosas em Nova York.  Ela rola o ano todo, no Brooklyn, mas é no verão que ela fica mais legal, quando o evento rola ao ar livre. São mais de 80 barraquinhas que oferecem os mais diversos tipos de pratos e lanches, doces e salgados. A Smorgasburg rola todo fim de semana no Brooklyn. Aos sábados, no East River State Park, Williamsburg. Aos domingos, no Prospect Park. Sempre das 11 às 18h, faça chuva ou faça sol, até novembro. Depois, a feira parte para outro local, coberto. Acompanhe o site para conferir detalhes e clique em locations para checar os outros endereços da Smorgasburg (com menos barraquinhas).

Clique aqui e confira 5 delícias para provar na Smorgasburg.

Red Hook – Localizado ao sudoeste do bairro Carroll Gardens, Red Hook é um bairro do Brooklyn um tanto isolado por conta da falta de estações de metrô próximas. Isso acaba dando à região esse ar de “exclusividade”, digamos assim. Red Hook não é das áreas mais exploradas pelos turistas – o que é uma pena, pois há várias coisas legais para se fazer por lá. O bairro abriga muitos negócios artesanais e fábricas pequenas e foi drasticamente atingido pelo furacão Sandy. Para quem nunca ouviu falar do bairro, é lá que fica localizada a Ikea. Mas, Red Hook tem muito mais do que a Ikea para oferecer. Suas ruas calmas com paralelepípedos fazem você se sentir numa cidadezinha do interior. Rica em gastronomia, a área conta com restaurantes e fábricas perfeitos para um dia de degustação de muitas delícias. Tem vinícola, churrascaria texana, restaurante de frutos do mar e duas fábricas de chocolate.

Clique aqui e confira dicas do que fazer em Red Hook.

Explorar Greenpoint – localizado na parte noroeste do Brooklyn – um pouco acima de Williamsburg e ao sul de Long Island City – Greepoint tem ganhado cada vez mais destaque, com abertura de ótimos restaurantes e cafés, além do investimento em novos imóveis. Com uma atmosfera tranquila – com ruas tranquilas, de arquitetura que encanta – Greenpoint pode ser uma ótima opção para um dia em Nova York – especialmente se você busca por lugares fora da rota turística. Tem cervejaria, loja de chocolate, loja de cosméticos e uma vista incrível para Manhattan.

Clique aqui e confira um roteiro pelo bairro.

Ver as luzes de Natal em Dyker Heights – esse é um programa que só pode ser feito durante a época de Natal. Essa região é famosa pelas casas super decoradas na época de Natal. São milhares de luzes coloridas e bonecos em várias residências, iluminando as ruas e atraindo vários turistas para a região. A tradição começou em 1986 e agora o local atrai cerca de 100 mil turistas todos os anos, que visitam o bairro para conferir este show de decoração de perto. As casas contam com aquele design tipicamente americano, que deixa tudo ainda mais charmoso. Geralmente, algumas luzes já aparecem depois do Thanksgiving (fim de novembro), mas o período em que você certamente vai encontrar várias casas iluminadas  na metade de dezembro – e elas seguem assim até mais ou menos dia 8 de janeiro. Além disso, é melhor visitar o bairro durante os fins de semana, das 17h às 21h – pois as luzes são apagadas após este horário, geralmente. As casas estão localizadas entre a 11th Avenue e a 13th Avenue, da 83rd a 86th Street.

Confira mais fotos e informações sobre como chegar aqui.

Visitar o Brooklyn Museum – ótima alternativa para fugir dos museus lotados em Manhattan, o Brooklyn Museum tem um acervo caprichado. Dentre os destaques, uma coleção egípcia de 4000 peças – que inclui uma múmia preservada em seu caixão de origem. Há obras de Cézanne e Monet, além de esculturas e galerias de arte da África e Ilhas do Pacífico. O Museu ainda conta com exposições especiais periodicamente – já rolou uma sobre sapatos e outra de Jean-Paul Gaultier.  O ingresso custa U$16 mas a entrada é gratuita aos sábados, das 17 às 23h

Endereço: 200 Eastern Pkwy.
Gostaram? Não deixem de explorar os posts relacionados a cada um dos lugares, pois eles contam com mais detalhes, informações e fotos!

Para se despedir de Girls: 16 locações do seriado em Nova York

No último domingo, um dos meus seriados favoritos acabou: Girls. Exibido pela HBO, a mesma emissora que exibiu Sex and the City há anos atrás, Girls estreou na TV gerando toda uma expectativa. Afinal, a série trataria sobre a vida de quatro amigas morando em Nova York. Rapidamente, muita gente já fez a comparação com Sex and the City – para reforçar, Hannah, a protagonista, também é escritora (Carrie Bradshaw feelings). Quando a série estreou, rapidamente deu para perceber que a comparação com Sex and the City não poderia mais existir. Girls retratou a vida quatro amigas de 20 e poucos anos vivendo em Nova York.Hannah, Marnie, Jessa e Shoshanna se viram como podem para pagar o aluguel, não frequentam os melhores restaurantes e festas e seu figurino passa longe das grifes famosas. As meninas são cheias de defeitos (e quem não é?) e, para mim, a série fez ainda mais sentido depois que vim morar em Nova York, pois acho que a história retrata mais a realidade da cidade. Sem contar que o enredo é nada óbvio e previsível. Girls vai deixar saudades no meu coração… e como já fiz post falando de locações de Mad Men e também dos restaurantes de Sex and the City, achei que seria bacana fazer um post para mostrar 16 locações do seriado.

Acima, vocês conferem uma foto da cena e, abaixo, os pontos marcados no mapa, com a informação da temporada e um pequeno resumo da cena. Obviamente, esses não são as únicas locações de Girls em Nova York. Neste link, dá para conferir mais de 40 locações da série. 

Bônus: para celebrar as seis temporadas da série, a HBO e o Refinery 29 promoveram uma exposição especial na semana passada. Durou apenas dois dias e passei lá para conferir. Tinha vários objetos, alguns figurinos, roteiros… nostálgico demais! Teve até reprodução do apartamento da Hannah! Como não amar?

Bônus 2: a foto do pôster da sexta temporada foi feitam em frente ao River Deli, um restaurante que fica em Brooklyn Heights e que é uma delicinha – já falei dele neste post aqui!

Girls vai deixar muitas saudades! Quem quiser uma lembrança da série, dá para passar na loja da HBO e garantir algum souvenir especial. Tem mais infos sobre a loja aqui.

Gostaram do post? Quem aí assistiu Girls?