Atualizando o roteiro na Little Italy do The Bronx

No ano passado, escrevi aqui no blog sobre a Little Italy do The Bronx – que é a verdadeira Little Italy de Nova York. Isso mesmo! A Little Italy de Manhattan já não é mais um bairro local com estabelecimentos tão autênticos. Se você busca uma experiência num bairro italiano de verdade, então, precisa conhecer a Little Italy no The Bronx. Se você quiser saber mais sobre o bairro e conferir o roteiro que eu fiz por lá ano passado, é só clicar aqui. No último fim de semana, aproveitamos que estávamos no The Bronx e fomos dar uma volta por lá novamente. Almoçamos por lá e exploramos um pouco mais a região. Achei válido fazer esse post para complementar ainda mais o roteiro pelo bairro!

Emilia’s – obviamente, escolhemos um restaurante italiano para almoçar em Little Italy e, depois de uma breve pesquisa no Foursquare, optamos pelo Emilia’s. Seguimos a dica do Foursquare e pedimos para sentar no pátio externo, com uma área bem agradável. O menu conta com uma varidade bacana de massas – muitas delas caseiras – como o caneloni, que era um especial do dia (minha escolha). Thiago optou pelo prato de porco com massa ao molho de tomate. Pão novinho e macio acompanhado de tomates são cortesia da casa. A comida estava deliciosa e o caneloni tinha aquele gostinho de comida feita em casa, sabem? Também tomamos uma taça de vinho tinto, da casa. Nossa conta deu U$46 + gorjeta.

Endereço: 2331 Arthur Ave.

Prince Coffe House – depois do almoço, fomos tomar um café – e comer umas guloseimas – no Prince Coffe House, um café super charmosinho, com muito espaço para sentar na parte interna e na parte externa. A vitrine do café me fez lembrar as padarias brasileiras. Pedimos duas Prince Bombs (essas bolinhas passadas no coco, U$1,50 cada) e uma torta Rafaello (U$3,50), além de um capuccino (U$4). Coloquei os preços aproximados, porque não lembro de cabeça, mas nossa conta deu U$10. Achei o preço super justo e tudo estava muito delicioso – principalmente a torta Rafaello!

Endereço: 2306 Arthur Ave.

Calandra Cheese – no dia que fomos a Little Italy, iríamos para a casa de uns amigos mais tarde, para uma noite de queijos e vinhos. Passamos em frente à Calandra Cheese e entramos para conferir. Há uma variedade imensa de queijos – e a melhor parte é que há amostras de todos! O local também vende massas, molhos e azeites. Compramos dois queijos, incluindo duas burattas frescas – que estavam deliciosas!

Endereço: 2314 Arthur Ave.

La Cantina – aproveitamos que estávamos por ali para procurar uma loja de vinhos e encontramos a La Cantina. A loja é de uma família, e é especializada em vinhos e outras bebidas italianas. De fato, a variedade de vinhos italianos é bem caprichada – e há também uma variedade de outras partes do mundo. Neste dia, havia degustação e também 20% de desconto para várias garrafas. Depois, descobri que rola degustação (free!) todo sábado, do meio-dia às 18 horas!

Endereço: 2355 Arthur Ave.

Gostaram dessas novas dicas de Little Italy? Não deixem de conferir o primeiro post sobre o bairro!

Para chegar lá em Little Italy, é preciso pegar o metrô – linhas B ou D, parando na estação Fordham Rd. Da estação até o Arthur Avenue dá cerca de 17 minutos caminhando – você pode também pegar um táxi ou ônibus (cheque no Google Maps a linha sugerida).

Iridium Bar – uma joia no coração da Times Square

Perdido em meio ao mar de  neons do Times Square há um pequeno lugar que destoa de tudo a sua volta. Ali está um dos melhores segredos do coração da ilha. Pequeno. Tímido. Sem holofotes. Quase como se estivesse lá por acaso do destino. Eu o conheci pelo mesmo acaso. Era 2008. Fazia frio. Nevava vigorosamente. E eu, ainda muleque, caminhava pelo que é hoje o mausoléu da cena musical de Nova York: a Rua 48. Após uma tarde cansativa testando instrumentos, decidi voltar ao hotel. E, por sorte, passei pela fachada do Iridium Bar, um bar de jazz.

Como quem não quer nada resolvi voltar a noite para ter certeza se a pessoa mencionada no cartaz era, de fato, a que pensava ser. Aqui eu abro uma breve explicação: no cartaz havia nome e foto de  quem criou o modelo de guitarra mais famoso da história da música. Um ícone que, aos seus 80 e muitos anos ainda se entretinha – enquanto entretinha os outros – tocando semanalmente no local.

E, numa sucessão de sucessões sucessivamentes sucessivas conheci o que, hoje, é uma parada obrigatória quando estou em Nova York. Não vá pela comida. Apesar de honesta, há melhores. Mas, se for pedir, opte pelas entradas ou os hamburgers. Nem pelos pelos drinks. Não são nada memoráveis se comparados aos melhores bares da cidade. Vá pela música. Vá pura e simplesmente pela música. Ali, não raro, você encontra gênios por valores módicos. Greg Howe. Jon Satriani. Buddy Guy. Paul Reed Smith. Les Paul. Esses são alguns gênios que passam ou passaram pelo pequeno local. O Iridium, definitivamente, não pertence ao Times Square. Mas o Times Square, definitivamente, pertence ao Iridium.

Clique aqui e confira a agenda do Iridium.

Endereço: 1650 Broadway. 

Esse post foi escrito por Gustavo Camargo: marketeiro, fã de viagens; odeia aviões mais do que o último filme do Quarteto Fantástico. Fã de NY, sempre que pode dá uma fugida para a Grande Maçã. 

Tirolesa em Nova York!

Eu tenho feito algumas atividades um tanto “radicais” nesses últimos tempos… e destaco esse fato porque eu sou uma pessoa bem medrosa. Há um tempo atrás, contei aqui no blog sobre a minha experiência fazendo uma aula de trapézio aqui em Nova York – e você pode conferir clicando aqui. No último fim de semana, estivemos no zoológico do The Bronx, para experimentar a mais nova atração do local: tirolesa! Nunca tinha andado em tirolesa na vida e a experiência foi muito bacana. Talvez não seja algo tão interessante para quem está passeando, já que a prática é comum no Brasil – mas, acho que a dica é válida para quem mora aqui e procura atividades diferentes!

A tirolesa – ou zip line, termo usado por aqui – faz parte da Treetop Adventure, uma instalação nova do zoo do The Bronx. A atração inaugurou há pouco mais de um mês e inclui não só a tirolesa mas também atividades de escalada. A tirolesa atravessa o Bronx River e fica numa altura de cerca de 13 metros. Nós chegamos lá no sábado, pouco depois do meio-dia. É possível fazer a reserva pela internet, com até um dia de antecedência. Como não tínhamos reservado, liguei para lá antes para saber se ainda havia disponibilidade e, com a resposta positiva, fomos até lá e compramos nosso ingresso na hora.

A equipe que trabalha na Treetop Adventure é muito simpática e atenciosa. Primeiro, guardamos nossos pertences num dos armários disponíveis – gratuitamente. Depois, assistimos a um breve vídeo com instruções de segurança. Por fim, chegou a hora de vestir o equipamento e o capacete e seguir para a área do salto, onde há um instrutor organizando os saltos. Seu equipamento é encaixado nos fios da tirolesa e aí você está pronto para saltar. O único momento em que eu senti mais medo foi na hora de saltar – porque depende de você. É você que decide – e é meio tenso encontrar a coragem, hehe. Mas depois que você salta, é demais! Pena que é tão rápido! Do outro lado, há um amortecedor para fazer você perder velocidade e um instrutor que te ajuda a sair. Daí, você sobe alguns degraus e salta outra vez. Vejam o vídeo abaixo para ter uma ideia da experiência…

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Eu simplesmente amei! Foi libertador. É uma pena que cada ingresso dê direito a apenas dois saltos por pessoa. Por mim, ficaria uma hora lá, repetindo várias vezes! O ingresso para a tirolesa custa U$34,95 por pessoa e o de escalada (duração de duas horas) custa U$65.95. O combo (tirolesa e escalada) sai por U$74,95 – e você pode fazer sua reserva online. A ideia é que a Treetop Adventure fique aberta o ano todo – inclusive no inverno, com o tempo permitindo. O funcionamento é das 10 à 17 horas (dias de semana) e das 10 às 17h30 (fins de semana). A atração é permitida também para crianças a partir de 7 anos.

Atenção: os ingressos para qualquer uma das atividades da Treetop Adventure não incluem acesso ao zoo do The Bronx. É preciso entrar pela Bronx River Entrance (Bronx River Parkway at Boston Road). Qualquer outra entrada do zoo vai exigir que você compre um ingresso. A estação de metrô mais próxima é a Pelham Parkway (linhas 2 e 5). Veja mais informações no site. Não esqueça de vestir roupas confortáveis e tênis!

Gostaram da ideia de fazer tirolesa em Nova York?

Viajando para Nova York com o seu pet!

Não tenho animais de estimação, mas sei o quanto esses seres podem ocupar um lugar especial em nossas vidas e em nossos corações, já que estou rodeada de pessoas que têm cachorros ou gatos em casa. E imagino que deve ser triste se despedir do seu animal na hora de viajar. Mas você já pensou em trazê-lo com você? A Tati Monteiro, leitora do blog, veio passar um mês em Nova York com sua fiel escudeira, a Luna, uma SHIHTZU (5 meses, porte pequeno/médio). Convidei a Tati para participar do post de hoje, contando mais sobre esse processo!

“O que me disseram é que a parte mais difícil seria no Brasil, por causa da burocracia. Convserei com o veterinário e ele me desanimou: disse que não valia a pena. Porém, eu não desisto fácil! Pesquisei e vi que era bem mais fácil do que eu e muita gente imagina.

Primeiro, consultei a companhia aérea – eu voei com a American Airlines – para saber o que eu deveria fazer para levar meu cachorro. Lembre-se: cada companhia tem suas exigências e documentação e isso foi o grande X da questão pelo qual pude levá-la no colo (jamais deixaria ela ser despachada). A atendente da AA perguntou se ela iria como suporte emocional. A vantagem disso é que, viajando como suporte emocional, ela poderia ir no colo, não precisaria usar caixa de transporte, não pagaria passagem. E ainda ganhei upgrade no assento (fui para aqueles da primeira fileira, que são mais espaçosos e dá para esticar as pernas). Também não há limites de animais no vôo nestes casos –  se o voo já tiver com o limite de quantia de animais, mesmo assim ela pode ir por ser suporte emocional. Nos EUA, é normal ter Service Dog! Então, a atendente me mandou um e-mail com o documento que a psicóloga precisava preencher dizendo que preciso da cachorrinha para viajar. Com esse documento em mãos, fui à psicóloga e expliquei meu medo de avião e que me sentiria mais segura indo com a minha pet. Fiz algumas sessões para que a psicóloga pudesse detectar se realmente era um caso de necessidade de um suporte emocional e depois de confirmado ela me deu um atestado onde pude contactar a AA e eles inclusive me reservaram um novo assento!

A segunda etapa foi ir até o Ministério da Agricultura (no meu estado, Rio de Janeiro) e emitir um documento chamado CZI – esse documento é gratuito. Para emití-lo, é necessário: vacina anti-rábica com mais de 30 dias (o cão deve estar com todas as vacinas em dia, porque eles olham a carteirinha de vacinação), atestado emitido com 5 dias antes da viagem e os formulários preenchidos conforme o país que você irá viajar. Os países europeus e o Japão costumam ser mais complicados, pois exigem  quarentena, e os mais tranquilos são EUA e Canadá. O pessoal do Ministério da Agricultura foi super atencioso e até disseram para levarmos os relatórios e preencher na hora com eles para não ter erro. Eu agendei (pelo telefone) meu horário no Ministério dois dias antes da viagem. Levei todos os documentos necessários e o veterinário deles avalia o atestado do seu veternário, a carteira de vacinação e assina o CZI! Pronto para viajar! Não fizemos passaporte para ela porque era algo que eu não sabia. Quem viaja e fica um mês ou menos pode fazer que dá direito à volta também! Como não sabia, não fiz, e agora vou ter que levar ela no veterinário e depois no Ministério da Agricultura daqui dos EUA para voltar ao Brasil.

Ao sair do Brasil, eu só mostrei esses documentos na hora de despachar as malas. O vôo foi super tranquilo: a minha cachorrinha é super calma à noite, dorme a noite toda. Chegando em Nova York, mostrei uma vez o CZI na imgração e ele mal olhou, foi super tranquilo.”

Clique aqui e veja as instruções da AMERICAN AIRLINES para voar com animais de estimação.

Clique aqui e veja as instruções da LATAM para voar com animais de estimação.

Clique aqui e veja as instruções da UNITED para voar com animais de estimação.

Clique aqui e veja as instruções da DELTA para voar com animais de estimação.

Clique aqui e veja as instruções da COPA para voar com animais de estimação.

Clique aqui e veja as instruções da AVIANCA para voar com animais de estimação.

Clique aqui e veja as instruções da AZUL para voar com animais de estimação.

Foto: Shutterstock

Antes de decidir trazer seu animal para Nova York, lembre-se (consultei um amigo que tem cachorro para “aprovar”essas dicas, ok?)

  • Leve em conta o tempo de sua viagem. O que eu sempre escuto as pessoas falarem é que uma viagem é algo estressante para o animal, então, pense bem antes de decidir trazê-lo, se vai valer a pena o empenho e a burocracia. 
  • Não esqueça de verificar se o seu hotel aceita animais. No caso da Tati, ela iria ficar na casa de familiares, o que é muito mais conveniente.
  • Apesar de Nova York ser uma cidade pet-friendly, nem todo lugar aceita animais. No caso de atrações, visite o FAQ do site do local, geralmente há sempre uma pergunta a respeito do assunto. Se não encontrar a resposta no site, entre em contato com o estabelecimento. 
  • Cachorros não são permitidos na coleira dentro do metrô – apenas carregadors no colo, dentro de sacola ou caixa de transporte.
  • Cachorros também não são permitidos em algumas áreas de parques públicos e praias. Veja as regulamentações e orientações aqui.
  • Ao levar o seu cachorro para fazer as “necessidades”, não esqueça de recolher os “resíduos”. 
  • O site BringFrido pode ser um ótimo aliado para planejar a viagem com o seu pet – ele reúne 100,000 lugares para se hospedar, brincar e comer com seu cachorro, em mais de 50 cidades – incluindo, é claro, Nova York. 
  • Lembre-se: ritmo em Nova York é bem intenso. Você vai caminhar o dia todo, todos os dias. Seu cachorrinho pode não aguentar o pique. 

Secador de cabelo: modelos para comprar em Nova York

Aposto que todo mundo tem um produto e/ou acessório de beleza com o qual não vive sem. No meu caso, o secador de cabelo está nesta lista. Não vivo sem secador: meu cabelo até sobrevive, mas eu prefiro mil vezes acelerar o processo e também modelar os fios do meu jeito. Aquela coisa: escovar a franja que não está no lugar, dar um volume na raiz..  Enfim! Quando me mudei pra Nova York, uma das minhas primeiras compras básicas foi um secador de cabelo. Agora, depois de três anos e meio, ele está dando os últimos suspiros. Perguntei às leitoras quais os secadores que elas compraram em Nova Yorke e curtiram. No fim, fiquei cheia de opções e achei bacana dividir a lista com vocês, já que se trata de um tópico que eu ainda não tinha abordado aqui. Lembrando que a voltagem aqui é 110V – e todos os modelos abaixo também seguem essa voltagem! 

1. Supersonic Hair Dryer, Dyson – esse secador tem sido a sensação aqui nos EUA. A Dyson é uma marca super respeitada e esse secador é ultra leve, seca rápido e super potente. Preço: U$399.  Tem na Sephora e na Harmon.

2.Revlon 1875 Infrared Hair Dryer – 1875W de potência. Tecnologia turmalina e cerâmica, para diminuir os danos. Duas velocidades e duas temperaturas. Preço médio: U$25.  Tem na Harmon, farmácias e Target.  Clique aqui para comprar na Amazon

3. Air Professional Performance Hairdryer, ghd –  proporciona acabamento de salão e secagem duas vezes mais rápida. Tem tecnologia de íons. Duas velocidades, três temperaturas. 1600 W.  U$199. Tem na Sephora.

4.Elchim 3900 Healthy Ionic Dream Hair Dryer – marca italiana. Silencioso, potente, seca rápido. Tecnologia de íons e cerâmica. 2000 W.  Preço médio: U$180. Tem na Ricky’s. Clique aqui para comprar pela Amazon.

5. Salon One-Step Hair Dryer & Styler, Revlon – escova e secador. Possui tecnologia de íons, e controle de temperatura (ar quente e ar frio). Você modela e seca os cabelos ao mesmo tempo. Tem na Harmon, farmácias e Target.  Preço médio: U$40. Clique aqui para comprar pela Amazon

6. Parlux 385 Power Light Ceramic and Ionic Eco-friendly Professional Hair Dryer – uma das marcas mais recomendadas pelas leitoras – e todas disseram que vale o investimento. A Parlux é uma marca italiana, bem conhecida entre os cabeleireiros. 2150 W.  Preço médio: U$200. Tem na Ricky’s. Clique aqui para comprar pela Amazon.

7. Infiniti Pro by Conair 1875 Watt Salon Performance – a Conair é uma das melhores marcas de secadores de cabelos no quesito custo-benefício. Este tem tecnologia cerâmica duas velocidades e três temperaturas. 1875 W. Tem na Harmon, farmácias e Target.  Preço médio: U$30. Clique aqui para comprar pela Amazon.

8. BaBylissPRO Porcelain Ceramic 2800 Dryer – super potente – inclusive para quem tem cabelos grossos. 2000 W. Tem tecnologia íon e cerâmica. Tem na Ricky’s. Preço médio: U$70. Clique aqui para comprar pela Amazon.