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Vida Noturna

Iridium Bar – uma joia no coração da Times Square

Perdido em meio ao mar de  neons do Times Square há um pequeno lugar que destoa de tudo a sua volta. Ali está um dos melhores segredos do coração da ilha. Pequeno. Tímido. Sem holofotes. Quase como se estivesse lá por acaso do destino. Eu o conheci pelo mesmo acaso. Era 2008. Fazia frio. Nevava vigorosamente. E eu, ainda muleque, caminhava pelo que é hoje o mausoléu da cena musical de Nova York: a Rua 48. Após uma tarde cansativa testando instrumentos, decidi voltar ao hotel. E, por sorte, passei pela fachada do Iridium Bar, um bar de jazz.

Como quem não quer nada resolvi voltar a noite para ter certeza se a pessoa mencionada no cartaz era, de fato, a que pensava ser. Aqui eu abro uma breve explicação: no cartaz havia nome e foto de  quem criou o modelo de guitarra mais famoso da história da música. Um ícone que, aos seus 80 e muitos anos ainda se entretinha – enquanto entretinha os outros – tocando semanalmente no local.

E, numa sucessão de sucessões sucessivamentes sucessivas conheci o que, hoje, é uma parada obrigatória quando estou em Nova York. Não vá pela comida. Apesar de honesta, há melhores. Mas, se for pedir, opte pelas entradas ou os hamburgers. Nem pelos pelos drinks. Não são nada memoráveis se comparados aos melhores bares da cidade. Vá pela música. Vá pura e simplesmente pela música. Ali, não raro, você encontra gênios por valores módicos. Greg Howe. Jon Satriani. Buddy Guy. Paul Reed Smith. Les Paul. Esses são alguns gênios que passam ou passaram pelo pequeno local. O Iridium, definitivamente, não pertence ao Times Square. Mas o Times Square, definitivamente, pertence ao Iridium.

Clique aqui e confira a agenda do Iridium.

Endereço: 1650 Broadway. 

Esse post foi escrito por Gustavo Camargo: marketeiro, fã de viagens; odeia aviões mais do que o último filme do Quarteto Fantástico. Fã de NY, sempre que pode dá uma fugida para a Grande Maçã. 

Baladas e bares LGBT em Nova York

Sim, esse é um blog democrático e que apoia a causa LGBT. Nova York é uma cidade rica em diversidade: há uma mistura incrível de culturas, de línguas, de cores e também de gêneros e opções sexuais. Preconceito não tem lugar aqui: você vai ver homens de mãos dadas e mulheres de mãos dadas. E isso é completamente normal, porque a opção do outro não é para ser um problema meu. Levando tudo isso em conta, acho que é justo falar das opções que a cidade oferece para o público LGBT. Para isso, convidei meu grande amigo Leandro Veneziani, que selecionou baladas e bares imperdíveis para quem está de viagem marcada para a Big Apple! O Lê morou aqui – e lá no canal dele tem vários vídeos sobre a cidade! Os critérios dele foram: popularidade, história e, claro, experiências que ele teve vivendo por três em Nova York.

1 – Industry Bar – Não tem como falar de balada LGBT sem falar da Industry. Situada em Hell’s Kitchen, um dos bairros mais gays de NY (e muito próximo ao furdunço da Times Square), a Industry é um bar/balada que abre todos os dias e é também “casa” de muitas drags famosas que começaram fazendo shows lá, como a vencedora da oitava temporada de RuPaul, Bob The Drag Queen. Lá toca de tudo, tudo gay claro haha. Não paga pra entrar, o preço dos drinks são “ok” – mais ou menos U$8 por um drink de Vodka com Cranberry. E é legal também que, por conta da localização (perto de muitos hotéis), o lugar recebe muitos turistas além dos novaiorquinos. Sem dúvida um dos melhores luagres pra ferver em Nova York.

Nota da Laura: já fui na Industry com o Leandro e é realmente demais!!!! 

Endereço:  355 W 52nd St.

2 – The Stonewall Inn  – O lugar onde “tudo aconteceu”. Stonewall não é só um bar/balada legal que recebe shows drags, é também um marco na história da Queer Culture. Em 1969, uma manifestação deu início ao movimento LGBT, que enfrentou as autoridades e a polícia na conhecida “Revolta de Stonewall”. Grandes nomes como RuPaul, Lady Bunny, dentre outros já deixaram sua marca lá. Além disso, o bar se situa em outro bairro gay da cidade, o Village, um bairro “cool” de Nova York cercado de lojas, bares e baladas incríveis. O preço pra entrar varia por conta do evento, mas geralmente a entrada é free. Confira mais no site.

PS: vale lembrar que o Stonewall fica perto do Big Gay Ice Cream, uma sorveteria de-lí-ci-a que é essencial pra todos que querem dar “um close” em Nova York e tirar umas fotos afrontosas. 

PS 2: foi lá que gravei a maioria das cenas do “Quero Ser Gay”.

Endereço: 53 Christopher St. 

3 – Cubby Hole – Também no Village, o “Cubby Hole” é uma ótima escolha pra fazer um esquenta ou beber com “as miga”. Cheio de drinks bons, diferentões e com um preço acessível,  é um dos bares gays mais famosos de Nova York e conhecido por ser um “bar lésbico”, o que não é tão comum no Brasil. O bar é lindo, com uma decoração incrível e cheio de gente bonita para dar aquela flertada. Também é free pra entrar. Confira mais no site.

PS: lá tem um jukebox super legal que dá o efeito especial para o lugar, e mais legal ainda, com alguns trocados dá pra fazer “sua música” tocar. 

Endereço:  281 W 12th St A.

4 – Fire Island – Se você quer conhecer e curtir a fundo a Queer Culture de Nova York, a Fire Island é o melhor lugar para isso. Isso vai te custar um pouco mais de grana e disponibilidade, já que a ilha não fica em Nova York. Mas nada que um trem, um carro e um ferry não resolva. Em média, esse passeio custa cerca de U$50 por pessoa. A ilha é o “gayest place” in the world. Cheia de bares, restaurantes, pool parties, drag queens e muuuuuuita gente bonita. E não se engane achando que é um lugar de pecados e perdições! Muitas famílias estão por lá com seus filhos e é um lugar super friendly. Muita curtição da manhã até a noite quando as festas chegam no clímax! Clique aqui e cheque as opções de transporte. Confira as festas mais famosas que rolam na ilha. 

PS: já existe até um reality show que chama “Fire Island” e mostra as férias de um grupo de amigos gays.

5 – “Bar Hopping” – Trata-se de uma expressão que em português significa “ir de bar em bar”. E parece bobeira mas é A MELHOR MANEIRA de conhecer e experimentar lugares legais em Nova York. Mas, para dar a dica certeira, eu recomendo fazer isso em Hell’s Kitchen, por ser um bairro mais turístico, perto de locais conhecidos/hotéis e por ser uma graaande concentração de bares e baladas gays na cidade.  Nova York é a cidade que nunca dorme, mas, para nós brasileiros, não é beeeem assim. Nós somos um povo conhecido por sermos muito festeiros, o que às vezes nos faz ficarmos decepcionados com as baladas americanas, e como a maioria das baladas e bares na cidade são free pra entrar, nada melhor do que ir de bar em bar e curtir o melhor de cada um! Dica de quem morou três anos em Nova York e saía quase todos os dias hahaha. Na área de Hell’s kitchen, recomendo a Posh (405 w. 51st St), Therapy (348 W 52nd St,), Boxers (742 9th Ave), Ritz (369 W 46th St) e até a Industry. Então nada melhor do que beber uma em cada lugar (se mpre atento para não beber na rua, porque lá é proibido hahaha) e curtir e dançar em todas esses lugares.”

Não esqueçam que é preciso apresentar identidade para entrar em bares e baladas em Nova York e também é preciso ser maior de 21!

Leandro, adorei! Não deixem de conferir o  canal dele, com vários vídeos sobre a cidade!

Grand Banks: drinks num barco em Nova York

O verão em Nova York não é perfeito: tem dias que são quentes demais e nossas praias (longe de Manhattan) não são como as de Miami. Porém, como o verão é curto – e o inverno longo – eu não me sinto nem no direito de reclamar. Há coisas para se fazer aqui o ano todo – mas é certamente durante o verão que a oferta de atividades é mais intensa, não dá para negar. Há algumas semanas, estivemos no Grand Banks (dica que vi no Snap da Camila Cilento): um bar e restaurante que fica num… barco!

O Grand Banks foi construído a mão em 1942 e é o último barco pesqueiro original neste estilo que ainda existe. Ele fica sempre atracado – mais precisamente no Hudson River Park, no Pier 25 – mas costuma balançar um pouco. Como se trata de um barco aberto, o local só funciona durante um perído do ano – de meados de abril até meados de outubro. Você pode tanto pegar um drink e ficar em pé, perto do bar, ou pedir uma mesa à host e sentar-se. Estivemos lá num sábado, no fim do dia, e pegamos uma mesa com uma localização privilegiada. Aliás, a vista que o Grand Banks proporciona é algo que precisa ser mencionado: nada mais gostoso do que tomar um drink observando o One Wolrd Trade Center, o Hudson River com a Estátua da Liberdade ao fundo e Jersey City.

No menu do Grand Banks, o destaque fica por conta das ostras. Além disso, também há várias opções de pratos com peixes e frutos do mar, como ceviche e losbter roll, além de batata frita, burrata. Essas opções são servidas o dia todo. Aos fins de semana, o local conta com um menu especial de brunch, que inclui os clássicos pratos à base de ovo e french toast. Os preços variam de U$9 a U$27 e você pode conferir o menu completo aqui. Os drinks do Grand Banks incluem coqueteis (U$15), cervejas (U$10) e vinhos (U$15 a taça).

O local é bem animado e cheio de gente jovem. Nós adoramos a nossa experiência! Tomei um drink e o Thiago tomou uma cerveja e ainda pedimos uma porção de batata frita. O Grand Banks é uma escolha certeira para um happy hour no verão – afinal de contas, a vista de lá é sensacional. Também acho que é uma opção bacana para um casal ir à noite e fazer um programa mais romântico!  Segundo informações do site, os horários menos movimentados são antes das 17 horas (em dias de semana) e antes das 15 horas (em fins de semana). É possível fazer reservas pelo site, mas são poucas as vagas, então, é recomendado ir mesmo sem reserva.

Endereço: Hudson River Park, Pier 25. O local opera todos os dias. Segunda e terça, das 15 à 0h; quarta a sexta, das 12h às 0h e sábados e domingos das 11h às 0h. 

Rooftop em Nova York: o espaço do 1 Hotel Brooklyn Bridge

Todo ano é igual: o clima começa a esquentar em Nova York e os rooftops também começam a lotar. Pouco a pouco, os dias ficam mais longos e esses lugares – que são bares em terraços de prédios (em sua maioria hoteis) viram os spots mais disputados da cidade. Não posso negar que adoro um happy hour em rooftop e como o verão aqui é relativamente curto, a gente tem que aproveitar enquanto dá para ficar na rua! E como os novaiorquinos amam rooftops, todo ano sempre tem algum lugar novo neste estilo abrindo na cidade! A novidade deste ano é o rooftop do 1 Hotel Brooklyn Bridge. Eu estava louca para conferir o local e estivemos lá no último domingo.

Como o nome do hotel sugere – e as fotos não mentem – a localização é super privilegiada: no Brooklyn, ao lado da Brooklyn Bridge, com o Brooklyn Bridge Park aos seus pés. Chegamos lá por volta das 17h30 e não esperamos nem 5 minutos para entrar. O hotel não é tão alto como outros em Manhattan, mas achei perfeito: a gente fica exatamente na altura da Brooklyn Bridge. A vista é incrível, não dá para negar. Você consegue ver todo o parque, o East River, e o skyline de Manhattan. Numa das áreas, dá até para avistar a Estátua da Liberdade de longe. Fiquei encantada.

O rooftop conta com três áreas: duas áreas com mesas (uma delas destinada a hóspedes e pessoas com reserva) e outra área livre, ao redor do bar. Nesta área do bar, todo mundo fica bem relax, algumas pessoas em pé, outras sentadas. Conseguimos pegar uma mesa depois de esperar uns 10 minutos (é preciso falar com a host antes). Vi pessoas vestidas de todos os estilos e também não me senti pressionada: se quiséssemos, poderíamos apenas ter feito as nossas fotos, observado a paisagem e ido embora (antes de sentar, claro). Obviamente que, ao sentar-se à mesa, é de bom senso que consuma alguma coisa. Os preços são aqueles já conhecidos de rooftops – drinks por U$17, cervejas por U$8, taças de vinho por U$15. Há algumas opções de comida, que variam de U$7 (porção de batata frita) a U$25 (Lobster roll). Como já mencionei em outras vezes, rooftops são bares – são locais para você beber, não para almoçar/jantar. Nós escolhemos uma porção de batata (que é bem generosa, diga-se de passagem) e também a pipoca caramelizada com chocolate (U$5). Dá para ver o menu completo aqui.

O rooftop do 1 Hotel Brooklyn Bridge abre todos os dias, das 16 horas à meia-noite. Como mencionei, não teve nenhuma firula para entrar, mas trata-se de um lugar novo que certamente vai ficar famoso e disputado logo. Então, recomendo tomar um certo cuidado com a sua apresentação, principalmente à noite. Ainda não há como fazer reservas online – porém, como mencionei, não tivemos que esperar muito tempo (e olha que era um domingo, fim de tarde). Esse rooftop deve ficar aberto enquanto o clima permitir – mas no inverno o bar funcionará no andar debaixo, num ambiente fechado, com vidraças e a mesma vista de tirar o fôlego. Ou seja, o hotel vai oferecer opções para o ano todo!

Aproveite e clique aqui para conferir um roteiro da Brooklyn Bridge e arredores.

Endereço: 60 Furman St.

Clinton Hall: um beer hall no Financial District em Nova York

Foi depois de ver um post da Martha Sachser que eu fiquei curiosa para conferir o Clinton Hall. É um Beer Hall – um bar com seleção especial de cervejas – que fica no Financial District aqui em Nova York. Essa região – que já foi considerada pacata e sem muitas opções – está se expandindo cada vez mais e achei interessante falar sobre esse bar, já que ali na região tem muitas atrações turísticas.

O Clinton Hall foi inaugurado em 2013 e foi batizado com esse nome para homenagear o Castle Clinton, o primeiro beer garden do país, que foi construído em 1808 e não ficava localizado muito longe dali. O destaque do lugar fica por conta da seleção de cervejas: são 20 variedades de países cmo EUA, Bélgica e Alemanha. Graças à tecnologia Flux Capacitor, que calbra nitrogênio e dióxido de carbono e ajusta a compressão de cada cerveja, oferecendo a melhor versão da bebida. Os preços das cervejas começam em U$8. Outro destaque do Clinton Hall fica por conta do menu de comidas. São 20 burgers criados especialmente para serem harmonizados com uma das 20 cervejas artesanais servidas na casa. O preço dos burgers varia bastante, mas a maioria deles não custa mais de U$15 cada. Além disso, há acompanhamentos como batata frita (U$7), batata frita trufada (U$10 – deliciosa e porção super generosa!), onion rings (U$7), quesadilla (U$12) e mais… você pode clicar aqui e conferir os menus.

Para finalizar, não poderia deixar de falar da sobremesa da casa: Walter Whites Crystal Methadonuts – e quem assistiu Breaking Bad vai entender o trocadilho do nome e apresentação do prato. São bolinhos doces fritos (porção com 9 custa U$9) com açúcar azul e servidos com três recheios injetáveis: Nutella, Caramelo salgado e Raspberry. Adoramos! Estavam deliciosos e é muito divertido injetar os recheios hahaha.

Além disso, o espaço do Clinton Hall é super amplo, com parte interna e externa e muitas mesas. Na parte externa, tem jogos, o que é um ótima entreteniemnto para quem estiver em uma turma grande!

O Clinton Hall tem dois endereços: 90 Washington Street e 601 East 189th Street (The Bronx). 

Refinery Rooftop em Nova York

Quando se fala em rooftop em Nova York – bares que ficam nos terraços dos prédios aqui – a maioria das pessoas só lembra de um lugar, o 230 Fifth. Todo mundo vai lá por conta de um motivo: a vista para o Empire State. Porém, a verdade é que a cidade tem dezenas de rooftops, com vistas incríveis. Na temporada primavera/verão, os rooftops ficam super movimentados. São os locais perfeitos para curtir um happy hour e apreciar o pôr do sol. Outro dia, estive em um evento no Refinery Rooftop, que fica bem perto da região da Herald Square. Adorei o local e acabei voltando com uma amiga para conferir tudo de perto e falar para vocês se valia a pena. O vereredicto? Com certeza.

O Refinery Rooftop fica no 13 andar do Refinery Hotel. Se a sua ideia é subir num rooftop para aproveitar uma vista bacana, o Refinery Rooftop já dá conta desse recado com maestria: logo ali, não muito longe, está o Empire State e é comum ver o pessoal aproveitando a vista super privilegiada para registrar o momento. É como se ele estivesse nos observando… A área da varanda aberta – com a vista privilegiada – conta com sofás e mesas. A parte interna – maior em tamanho e que permite que o local também funcione durante o inverno – tem uma decoração rústica muito bonita. Há um espaço com lareira, sofás, mais mesas e também o bar.

 

Estive lá num domingo fresco, às 18 horas, e esperava encontrar o local lotado, mas não. No Refinery, a maioria do pessoal fica sentado, bebendo e conversando – tanto na parte interna quanto na parte externa. Para sentar, você precisa reservar uma mesa – através do site – ou dar seu nome para a host. Nós esperamos cerca de meia hora por uma mesa, mas, enquanto isso, ficamos circulando e conversando pela área. Não esqueça que é preciso falar com a host sempre – não é permitido chegar e sentar nas mesas vazias.

No menu, há uma variedade de coqueteis, cervejas e vinhos. Os coqueteis custam a partir de U$14, as cervejas custam entre U$8 e U$9 e as taças de vinho custam a partir de U$14. Além disso, o Refinery Rooftop também serve comida. Os menus são diferentes para o almoço e para o jantar – sim, o Refinery abre para almoço! Achei bem interessante porque muita gente me pergunta sobre um lugar para almoçar com vista, e essa é uma excelente opção. Você pode conferir os menus no site e os preços são razoáveis, não muito baratos mas não absurdamente caros. Há saladas por U$14, sanduíches por U$17 e burger por U$22. Há também uma variedade de aperitivos, ideais para dividir.

Vale lembrar que é preciso ser maior de 21 anos para frequentar o local. Às sextas e sábados, após às 22h, o rooftop tem vibes de lounge, com mix de música eletrônica. O dress code é bem casual, mas há algumas regras: não são permitidas roupas esportivas, moletons, tênis, sandália estilo Havaiana, bonés, regatas (para homens).

Eu adorei o lugar e recomendo muito para quem quer conhecer um rooftop diferente e vista maravilhosa!

Endereço: 63 W 38th Street – aberto de segunda a quinta, das 11:30 à 1h, sexta, das 11h30 às 3h e sábados e domingos, das 12h à 1h.