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Destination Wedding: casamentos em Nova York

Casamentos no formato tradicional – leia-se cerimônia em igreja + festa – não são mais a única e exclusiva escolha dos noivos. Hoje, o céu é o limite na hora de soltar a criatividade e planejar um casamento com a cara do casal. Você provavelmente já ouviu falar do Destination Wedding, quando o casal escolhe uma cidade diferente para realizar a festa. Muitos casais têm escolhido destinos internacionais para celebrar a união. E Nova York é uma das cidades mais procuradas. Já recebi vários contatos de pessoas que queriam saber mais sobre celebração de casamentos aqui – bem como renovação de votos – e fiquei muito feliz ao saber que o Noivas em NY, cujo trabalho já apareceu diversas vezes aqui no blog, agora também oferece assessoria para os casais que estão pensando em casar na Big Apple.  Conversei com as meninas para saber mais detalhes, que vocês conferem a seguir.

“O Destination Wedding oferece uma experiência marcante em um lugar inesquecível por um preço que pode sair mais em conta do que um casamento no Brasil”, explica Krisiele Oliveira, sócia do Noivas em NY. Ela explica que a empresa oferece ajuda para realizar um Destination Wedding em Nova York de duas formas. A primeira delas é para as cerimonialistas brasileiras que estão em nosso país e têm clientes que gostariam de se casar em Nova York. “Prestamos auxílio para tudo o que elas precisam na cidade, desde a procura de locais para cerimônia até indicação de profissionais brasileiros que atuam aqui”. E há, claro, a assessoria para os noivos, que envolve desde a organização desde um Elopement Wedding (casamento a dois, como muitos chamam no Brasil), até festas grandes. O que determina o pacote da assessoria é o orçamento dos noivos. Por isso, é essencial saber primeiro o quanto se pode gastar. Caso a viagem esteja dentro do orçamento, o próximo passo é escolher uma data e estabelecer o número de convidados.

Escolha do local – o local da cerimônia vai depender do gosto e do bolso de cada casal. Se o casal aprecia elegância em um lugar natural e de baixo custo, o Central Park é o lugar perfeito. Para aqueles que optam por um estilo mais dinâmico, a vista de Nova York pode ser o ponto de referência, e a celebração do casamento pode acontecer dentro ou fora de Manhattan. Existem também locais diferenciados, com um toque rústico para o casal que curte um estilo mais arrojado. Porém, se a preferência dos noivos for um casamento mais tradicional, o local pode ser uma igreja ou até mesmo um lugar mais reservado em Nova York ou New Jersey. O local preferido da maioria é o Central Park,  por oferecer inúmeros pontos com uma atmosfera romântica e um cenário natural de tirar o fôlego. Vale lembrar que a indicação do local vai depender  muito da época do ano. Para um casamento no Central Park, o melhor período é entre maio e outubro. Para os meses mais frios, existem lugares fechados que pode incluir até mesmo a vista deslumbrante de Nova York. A cerimônia pode durar de 30 minutos a uma hora (ou duas horas, incluindo sessão de fotos). Já a recepção pode demorar de três a cinco horas.

Número de convidados – De zero a inúmeras. Não, você não leu errado. Isso mesmo! Zero. Hoje em dia muitos casais escolhem “fugir” no dia do casamento e realizar uma cerimônia na qual os únicos presentes sejam o oficiante e o fotógrafo. É o chamado Elopement Wedding. Se o quesito número um for economia, esse é o casamento indicado. Outra opção é casar em um dos lugares no Central Park sem pagar taxa extra, mas só são permitidos até 20 convidados. No entanto, se a lista de convidados passar de 20, nós também oferecemos auxílio na escolha do local que atende à necessidade dos noivos.

Custos – “o nosso pacote básico, para um casamento intimista no Central Park, por exemplo, inclui um celebrante, fotógrafo, buquê, organização da cerimônia e a reserva de um espaço privado em um restaurante. Mas se os noivos quiserem investir mais no dia dos sonhos, a nossa assessoria também oferece auxílio na escolha do vestido de noiva, maquiagem e cabelo, vídeo, organização da recepção (decoração, comida, bebida, doces, música etc), transporte dos noivos no dia do casamento, papelaria personalizada e por aií vai. Também indicamos agências de turismo para facilitar outros aspectos da viagem. O nosso pacote para um mini wedding no Central Park comeca em U$950”, explica Krisiele.

Renovação de votos – a renovação de votos se assemelha muito a um mini casamento. Além do auxílio na escolha do local, também organizamos a celebração que inclui o celebrante, o fotógrafo, o buquê e a reserva de um restaurante. Na renovação de votos, o casal relembra e reafirma o compromisso de amor feito no dia do casamento.

Quem aí ficou com vontade de casar em Nova York? Vale visitar o site do Noivas em NY e também escrever para as meninas em caso de dúvidas e questionamentos: [email protected]

Fotos: Krisiele Oliveira.

Serviços de beleza em Nova York

Eu recebo vários comentários de leitores que moram aqui em Nova York e gostam de acompanhar o blog para seguir dicas. E eu preciso dizer que fico imensamente feliz ao saber que o conteúdo aqui agrada não só aos turistas, mas também aos residentes da cidade. O post de hoje é mais voltado para esse grupo – mas quem precisar de algum desses serviços para um evento ou sessão de fotos, já fica a dica também.  De vez em quando, alguém me pergunta sobre serviços de beleza (cabeleireiros, maquiagem, etc) e por isso decidi fazer esse post, para reunir todas as minhas dicas aqui. Assim fica mais fácil para quem estiver pesquisando. Antes de começar, queria explicar uma coisa sobre os serviços de beleza aqui: ao contrário do Brasil, onde em um local você consegue fazer quase tudo geralmente (cabelo, maquiagem, unhas, depilação), aqui em Nova York os estabelecimentos são categorizados. Tem local só para maquiagem, só para unhas, só para corte e tintura e por aí vai.

Maquiagem – indico duas profissionais brasileiras excelentes: Clarissa Montenegro e Débora Mendonça. A Clarissa inclusive já apareceu num post aqui no blog, sobre como é estudar na Make Up For Ever Academy. Ela se formou pela CAMPI Make Up School no  Rio de Janeiro e no Instituto Duda Molinos, em São Paulo, além da Make Up For Ever Academy em Nova York. A Débora tem 16 anos de experiência na área de beleza, com formações no Senac, PRO Trainings e QC Makeup Academy. Ambas arrasam e têm experiência em maquiagem social e também editoriais de moda.

Site da Débora / E-mail: [email protected] / Site da Clarissa / E-mail:[email protected]

Nas fotos acima, eu e Débora – make feita por ela. E o antes e depois do microblading.

Sobrancelha e depilação – a Débora Mendonça também atua como designer de sobrancelhas e o trabalho dela é perfeito. Ela cuida das minhas sobrancelhas desde que me mudei para Nova York e ela manja mesmo do assunto – como falei no tópico anterior, ela tem mais de 16 anos de experiência nessa área. Aprendi várias dicas com ela. Outro serviço incrível da Débora é o microblading para sobrancelhas. Fiz o procedimento em dezembro de 2016 com ela e não poderia estar mais feliz. Ela faz toda uma análise do rosto, de acordo com simetria e medidas, faz um desenho para você ter ideia do resultado, conversa com você para saber suas expectativas e explica o que fica melhor de acordo com o seu rosto. Confiei nela de olhos fechados e estou mega satisfeita com o resultado. Eu sempre tive sobrancelhas falhadas e tinha que desenhar com lápis toda vida que saía. Agora, com o desenho correto, ficou uma maravilha. Meu único arrependimento é não ter feito antes, porque sério, uma sobrancelha bem desenhada faz toda a diferença no rosto! O processo demorou menos tempo do que eu esperava e a Débora é super paciente e delicada. O resultado acima não é o final porque ainda será feito um retoque. Vale lembrar que ela também faz depilação. Você pode conferir todos os serviços no site.

Site da Débora / E-mail: [email protected]

Escova – aqui em Nova York existe uma rede chamada DryBar, que é especializada em escova. Sim, somente escova. São vários endereços espalhados pela cidade. Você pode marcar um horário pelo site ou ir até um dos salões para ser atendida – o que é mais arriscado, obviamente. O preço da escova é de U$45 – incluindo a lavagem – e aí há vários complementos, como hidratação (+U$20) e trança (+U$10). Você pode acessar o site para conferir todos os endereços na cidade (são vários) e também marcar um horário.

Luzes, tintura, escova progressiva, hidratação- além dos salões de beleza – indicados no tópico a seguir – há alguns profissionais independentes atuando em Nova York. A Daniela Pires é formada pela L’Oréal Professionel e amante dos trabalhos de beleza. Presta serviço personalizados em seu espaço (em Long Island City – Queens) ou em hotéis. A Dani oferece desde cortes de cabelos até luzes e coloração (mais diversas técnicas, incluindo Balayage e ombré hair). Os preços dela são ótimos. Também vale conferir o trabalho da Laiz Casagrande. Ela oferece serviços como escova progressiva, argiloterapia capilar, botox capilar, hidratações e cauterização. 

Contatos Dani:  fone – +1 347 530 5141 – e-mail: [email protected]Fan Page – Instagram @danihair_salon

Contatos Laiz: fone – +1 917 254 7276 – e-mail: [email protected]Fan Page – Instagram: @hairbymiss

Salões de beleza  – aqui em Nova York há vários salões de beleza brasileiros, com equipes grandes. Confesso que nunca frequentei nenhum deles, mas tenho várias amigas que são clientes e vejo muitas reviews positivas de todos eles. Um dos mais famosos é o Maria Bonita, no Soho, que oferece corte, tintura, tratamento, manicure e depilação. A minha amiga Gisele ama cortar os cabelos lá. No site, você pode conferir todos os detalhes e preços. Outro salão famoso é o Carlos Lobo, sob o comando de Patricia Spuri, expert em coloração. O local oferece serviços como corte, cor, escova, depilação e manicure. Você pode checar os detalhes no site, bem como os preços. Fora de Manhattan, tem ainda o Redken Ditimars, sob o comando de Tony Motta – quem faz os cabelos lá sempre é a Martha Sachser (sempre babo no resultado do cabelo dela!) – e também o Natura Spa, que, como o nome sugere, além dos serviços clássicos de cabelos, ainda tem vários serviços como massagem e limpeza de pele. Todos os detalhes no site. 

Endereços: Maria Bonita -199 Mott St. / Carlos Lobo -46 W 56th St / Redken Ditmars – 36-05 Ditmars Blvd / Natura Spa -31-78 Steinway Street. 

Aplicativos – também quero indicar dois aplicativos que acho o máximo. O primeiro é o LookBooker, que reúne vários salões da cidade – mais de 10 mil. Você consegue filtrar por serviço – escova, corte, unhas, tintura – e bairro. Dá pra checar a tabela de preços e as avaliações também.  O mais bacana é que você marca seu horário pelo app – e pode pagar tudo pelo app também, através do cartão de crédio. Eu já usei o app para marcar um horário para corte – escolhi o Davida Salon no Upper East Side. O corte era U$35, mas com o cupom de desconto saiu por U$25 + taxas + tip (dei U$10 de tip). Use o meu código para ganhar U$10 OFF www.lookbooker.co/r/laura765 Confesso: morria de medo de cortar cabelo aqui, em salão de gringo… mas a dica é pesquisar palavras-chave em inglês (length é comprimento, split end são pontas duplas) e também levar fotos de referência.

Outro app muito bacana é o GLAMSQUAD! Ele tem um menu de opções de hair styles – como ondas e penteados – e de maquiagem diversas – da básica à elaborada. Você escolhe o que deseja, seleciona a data e o horário e um profissional do GLAMSQUAD vai até a sua casa te arrumar. Há, inclusive, serviços especiais para noivas. Disponível para iOSmas quem não tem iPhone ou iPad pode agendar pelo site.

Gostaram do post? Indicam mais algum profissional / estabelecimento aqui em Nova York?

Dinheiro em Nova York: moedas, notas antigas, cartões e mais dicas

Dinheiro é algo que envolve qualquer viagem, certo? No caso de Nova York, a gente tem que considerar várias coisas: além dos gastos com alimentação, transporte e atrações turísticas, a cidade é também destino de compras para muita gente. Depois de ver algumas perguntas se repetirem bastante lá no grupo do Facebook, decidi escrever um post para sanar algumas dúvidas e trazer algumas dicas. Muitas delas valem para quem está viajando para outros destinos dos Estados Unidos.

As moedas – muita gente me pergunta se existe algum macete para identificar as moedas americanas. Preciso confessar: faz três anos que moro aqui, mas foi há alguns meses que consegui, de fato, identificar com sucesso o valor de cada uma das moedas. Isso porque elas não são nada intuitivas: a moeda de dez centavos, por exemplo, é menor que a de cinco centavos. Sem contar que muitas delas não leva o número em si, o que fica mais complicadinho. Por muito tempo, só jogava as moedas no caixa e o atendente pegava o que era necessário para pagar. Aqui, há moedas de 1, 5, 10, 25 e 5o centavos, além de 1 dólar. As mais populares são as de 1, 5, 10 e 25 – pelo menos são as que eu mais tenho aqui em casa. Raramente vejo as moedas de 50 centavos e 1 dólar. Preste atenção a cada uma delas: one cent – 1 centavo, five cents – 5 centavos, one dime – 10 centavos, quarter dollar – 25 centavos, half dollar – 50 centavos, one dollar – 1 dólar. As de 1 centavo e 10 centavos têm quase o mesmo tamanho, sendo que a de 10 é a menor e a de 1 é de cor bronze. As de 5 centavos e de 25 centavos têm quase o mesmo tamanho, sendo a de 25 a maior – e são maiores que as de 1 e de 10. A de 50 centavos é a maior de todas e a de 1 dólar é dourada. Se você for usar bastante cash para as suas compras aqui, tenha em mente que vai acumular muitas moedas. Aqui não existe a cultura da “balinha” de troco ou até de ignorar trocos pequenos. Você vai receber o troco certo para tudo – inclusive se ele for 2 centavos. Não despreze suas moedas e não acumule-as: tente usá-las para compras menores – como café e água, para não correr o risco de voltar pra casa cheio delas.

As cédulas – quanto às cédulas, não há muito mistério, pois elas contam com números para identificar o valor. Há cédulas de 1, 2, 5, 10, 20, 50 e 100 dólares. O que tem preocupado muita gente é a circulação de cédulas antigas – da década de 60 e 80 (o rosto nas cédulas é menor). As pessoas ficam apreensivas, com medo de as notas não serem aceitas. Bem, se você estiver portando notas antigas, não se preocupe. Pode ser que você presencie o vendedor analisando a sua nota por mais tempo, mas em 99% dos casos elas serão aceitas – mas melhor usá-las em estabelecimentos grandes. Os menores tendem a não aceitar. Se estiver apreensivo, você pode se dirigir a qualquer banco (Bank of America, Chase, etc) e trocá-las – não esqueça de levar seu passaporte.

Cartões de crédito – se você pretende usar cartão de crédito durante a sua viagem, certifique-se de que ele é internacional e lembre-se que as transações terão imposto de 6,38%. Além disso, é muito importante entrar em contato com a operadora do cartão antes da viagem e autorizar o uso do mesmo no exterior, para o período em que você estiver fora. Aqui em Nova York, bandeiras como Visa e Mastercard são aceitas em praticamente todos os lugares – há alguns poucos restaurantes que só aceitam cash, mas isso estará discriminado no menu ou na porta. Atenção: se você optar pelo Visa Travel Money, lembre-se que a opção na hora do pagamento será sempre crédito – sempre que você paga algo com cartão, o atendente pergunta se é crédito ou débito.

Quantidade de dinheiro – lembre-se das regras da Receita Federal sobre a quantidade de dinheiro para viagens ao exterior.  Para sair do Brasil, com recursos em moeda nacional ou estrangeira, o limite é de R$ 10.000,00. Se você estiver portando mais que isso, é preciso fazer a Declaração Eletrônica de Bens de Viajante e apresentá-la. A regra vale tanto para dinheiro levado em espécie, cheques de viagem ou cartões pré-pagos. Já nos Estados Unidos, é permido entrar com até US$ 10.000 sem que haja necessidade de declarar  (cartões de viagem e de crédito não entram nessa soma, somente dinheiro em espécie). Caso a quantia que você porta ultrapasse esse valor, você não será impedido de entrar nos EUA – somente será necessário fazer a declaração. O valor de U$10.000 se aplica a cada pessoa viajando sozinha ou a pessoas viajando juntas que tenham preenchido uma declaração conjunta. Ou seja, se duas pessoas tiverem preenchido este tipo de declaração em conjunto (exemplo, um casal) elas entram no limite de  U$10.000. Lembre-se que a obrigatoriedade de declaração não implica pagamento de taxas ou impostos.

Casas de câmbio em Nova York – muitas pessoas perguntam se vale a pena trocar reais por dólares aqui. A verdade é que a cotação é a mesma – só que ao contrário – e toda casa de câmbio tem o seu lucro em cima da transação. Sendo assim, não há vantagem nenhuma em trocar o dinheiro aqui. Melhor já chegar em Nova York com os seus dólares em mão e começar a aproveitar logo a viagem. É algo que não traz benefícios – sendo assim, você fica com uma preocupação a menos durante o seu período aqui!

Espero que essas dicas tenham ajudado vocês! 

Saúde: remédios sem receita para comprar em Nova York

Eu sempre digo e repito: o inverno em Nova York não é fácil. As temperaturas são super baixas mesmo e, para quem não está acostumado, o clima pode, talvez, causar maus bocados. Semana passada, eu publiquei um vídeo com várias dicas de produtos úteis para manter na bolsa, que previnem vários problemas. Mas, e se você ficar doente, o que fazer? Bom, aqui nas farmácias dos Estados Unidos existem vários remédios que são vendidos sem receita – ou “over the counter”, termo utilizado aqui. Esses remédios ficam nas prateleiras, expostos. Mas, são tantas opções e às vezes, mesmo que você fale e entenda inglês, às vezes fica difícil saber o que é melhor… Outro dia, a Paty (Nyorquina – ela faz roteiros personalizados e dá assessoria remota durante sua viagem aqui! [email protected]) fez um post ótimo dando várias dicas de remédios que ela indica sempre para os clientes e que são vendidos sem receita. Achei que seria bacana trazer esse conteúdo aqui para o blog. ATENÇÃO: não sou médica, nem a Paty, a ideia é dar uma orientação caso você precise de algo assim. Acho sempre bom trazer sua farmacinha do Brasil, mas caso falte algo, há essas opções.

Dor muscular – eu sempre falo: em Nova York a gente anda pra caramba e muita gente não está acostumada. As pernas vão acabar sentindo o esforço em algum momento. O Bengay é uma pomada ótima para você aplicar na batata da perna e aliviar a dor muscular.

Hand Sanitizer – falei no vídeo da semana passada e não custa relembrar: lave as mãos sempre e tenha álcool gel na bolsa – você deve procurar por Hand Sanitizer. Particularmente, prefiro as versões em spray, mais práticas.

Garganta arranhando – procure por Throat & Cough Drops: são ótimas para aliviar a garganta arranhando. Cepacol é uma boa marca.

Dor nas costas – os Hot & Cold patches são ótimos para aplicar nas costas e aliviar a dor de tanto caminhar.

Diarreia– você pode tomar Imodium  em caso de diarréia. Não adianta, né gente, pode acontecer com qualquer um.

Alívio de dor – você vai encontrar Tylenol aqui para tomar em caso de dor – mas saiba que pode procurar por Pain Relief (Acetaminophen).

Gripe – ao sentir os primeiros sintomas de gripe ou resfriado você pode tomar Zicam. Eu também gosto do Cold & Flu Relief, da marca do Walgreens. Tem a versão pra tomar durante o dia e durante a noite (amarela/verde).

Alergia – alergia é algo triste – e só quem sofre com isso sabe! Não gosto de tomar remédios, particularmente, mas se os sintomas ficarem feios, procure por Benadryl. Alivia simtomas como olhos coçando e nariz escorrendo.

Mais algumas dicas super importantes:

  • Cheque as versões genéricas – redes como CVS e Duane Reade (mesmo grupo do Walgreens) têm marca própria e oferecem suas próprias versões de muitos remédios citados aqui – e outros também – que são sempre mais baratas. É só você checar o princípio ativo. 
  • Beba bastante água – mantenha uma garrafa sempre na bolsa e tome sempre. Manter-se hidratado, no inverno ou no verão, é super importante para a sua saúde e bem-estar.
  • Proteja as extremidadescachecol, luvas e touca fazem toda a diferença no seu look de inverno. 
  • Pratique atividades físicas – também não preciso ressaltar aqui a importância dos exercícios para o corpo e a mente, certo? Além disso, um bom preparo físico te ajuda a encarar as caminhadas aqui com mais disposição.
  • Tome vitamina C – a vitamina C ajuda a fortalecer o seu sistema imunológico antes da viagem.

Espero que as dicas sejam úteis!

7 informações úteis para a sua viagem a Nova York

Há várias dicas simples e informações básicas que fazem toda a diferença no planejamento da sua viagem a Nova York e também durante a sua estadia na cidade. Afinal, conhecimento é utilidade pública, certo? Eu inclusive já fiz um post aqui no blog com 10 dicas para otimizar a sua viagem e você pode ler aqui. Agora, juntei mais 7 dicas que também são super importantes – e que vejo que muita gente não sabe a respeito.

1. Preste atenção às letras A, B ou C nos restaurantes – o Health Department Issues Food é o departamento responsável por inspecionar as condições de higiene dos restaurantes de Nova York. Os requisitos especificam uma série de pontos de deficiência atribuídos a cada violação e isso resulta numa letra, que é a classificação de cada restaurante. Assim, quando você ver a letra A, significa que aquele restaurante teve de 0 a 13 pontos, a letra B significa que o local ganhou de 14-27 pontos e a letra C significa que ganhou 28 pontos ou mais. Quanto mais pontos, mais violações das condições de higiene exigidas pelo departamento. As inspeções variam conforme a letra do restaurante – de 90 a 210 dias. Obviamente, nem preciso dizer para vocês preferirem os que tem letra A, certo?  Essa informação está sempre visível, geralmente na porta dos restaurantes.

2. Não existe tax back em Nova York – quem já foi pra Europa sabe que é possível receber de volta alguns impostos pagos em compras por lá e é bem comum eu ver alguém perguntando se isso existe aqui em Nova York e a resposta é não. Aqui, a taxa total é de 8.875% (impostos do estado e da cidade). A boa notícia é que há isenção de imposto em roupas e calçados que custem até U$110 e em outros itens também. Já escrevi um post a respeito e recomendo a leitura aqui. Agora, muito importante: sobre as taxas nos outlets, destinos de muita gente que vem pra cá e quer fazer compras. No outlet de Woodbury – tem vídeo aqui no canal – o imposto cobrado é de 8.125% para todos os itens – exceto roupas e calçados abaixo de U$110, que aí têm taxa de 4%. No outlet de Jersey Gardens, as taxas são de 3.5% – e não há cobrança de taxas em roupas. Tem vídeo do outlet aqui.

3. A maioridade aqui é diferente – enquanto no Brasil a maioridade é aos 18 anos, nos Estados Unidos é um pouco diferente. Aqui, você só é considerado maior de idade a partir dos 21 anos. Isso significa que se você não tem 21, não vai poder entrar em bares e boates aqui, pois esse tipo de lugar exige a apresentação de uma identidade que prove a sua idade. Portanto, se você é maior de 21, lembre-se sempre de portar um documento de identidade com você. Ainda, é ilegal beber na rua aqui na cidade (como parques, por exemplo). Em Manhattan, os policiais não estão mais prendendo ninguém que é pego com bebida alcoólica na rua, mas eles podem emitir uma multa. Aqui tem uma matéria bem explicadinha.

4. Horário de verão – assim como no Brasil, aqui nos EUA também temos horário de verão e isso influencia muito o fuso horário de Nova York. Nosso horário de verão dura bem mais tempo que aí e é responsável por manter, na maior parte do ano, uma hora a menos em relação ao horário oficial de Brasília. Mas quando nosso horário de verão termina, isso muda. Geralmente no segundo domingo de março, às 2 da manhã, começa nosso horário de verão e adiantamos nosso relógio em uma hora. No primeiro domingo de novembro, também às 2 da manhã, nós atrasamos o relógio em uma hora. Quando o horário de verão começa no Brasil, nós ainda estamos no horário de verão aqui – e isso significa umas três semanas com duas horas de diferença no fuso. Aí, quando a gente sai do horário de verão aqui, aí o fuso fica com três horas de diferença. Para resumir, basicamente seria assim: de março a novembro, uma hora de diferença. De novembro a março,  três horas – com algumas semanas tendo duas horas de diferença (entre a entrada do Brasil no horário de verão e a nossa saída do horário de verão).

5. Não existe fila preferencial ou assento preferencial – no Brasil, estamos acostumados com fila preferencial para gestante, idosos e pessoas com necessidades especiais. Aqui não existe fila preferencial. Tampouco assentos preferenciais no metrô. Vai muito da boa vontade de quem está sentado ceder um lugar para uma grávida ou um idoso. Sei que muita gente não presencia isso, mas eu sempre vejo o pessoal cedendo lugar e também procuro fazer a minha parte. Há, inclusive, cartazes incentivando essa ação. Há somente lugares reservados denominados “Priority Seating.” para pessoas com necessidades especiais. Aí sim, você é obrigado a se levantar e ceder seu lugar caso esteja usando um desses lugares. Vale lembrar que nos ônibus da cidade o ideal é você ir para os fundos, pois os assentos da frente costumam ficar para as pessoas idosas.

6. Ingressos para shows precisam de meses de antecedência – Nova York é sempre palco para o show de grandes nomes da música. Certamente, uma viagem pra cá é uma chance de conferir um desses espetáculos de perto – já pensou ir a um show da Beyoncé? Ou da Mariah Carey? Pois é, para muitas pessoas isso pode ser um sonho. Mas isso exige planejamento. Sempre tem alguém perguntando: chego em Nova York daqui a três semanas, tem algum show bacana acontecendo nessa época? Olha, pode até ser que tenha, mas o que acontece é que os grandes shows são anunciados com meses de antecedência – consequentemente, os ingressos também são vendidos com meses de antecedência. E aí, acho que todo mundo sabe né, que comprar ingresso em cima da hora é correr o risco de: 1. não encontrar mais ingressos ou 2. só encontrar ingressos por valores exorbitantes. E antes que eu esqueça, um bom site para conferir os shows que vão acontecer por aqui é o Ticket Master. Também vale checar o site do seu artista preferido e conferir a agenda.

7. Uber e outros apps só aceitam cartão – essa também é uma dúvida recorrente, já que o Uber começou a aceitar dinheiro como forma de pagamento no Brasil e em outros países – além do cartão de crédito cadastrado no app. Porém, aqui nos EUA, Uber não aceita dinheiro! O pagamento é todo feito pelo app, por meio do seu cartão. Vale lembrar que além do Uber há outros apps aqui, como Lyft, Gett e Via, e é a mesma coisa, só cartão. Tem um post explicando sobre cada um desses apps aqui no blog – e tem códigos de desconto para as primeiras corrridas.

Gostaram do post? Espero que essas dicas tenham contribuído de alguma forma!

Mais aplicativos para usar em Nova York – parte 4

Não faz muito tempo que eu escrevi um post indicando mais aplicativos para usar em Nova York – na realidade, esse já é o quarto post que eu escrevo sobre o assunto. Tô sempre descobrindo novos apps, que ajudam no planejamento da viagem ou durante o período aqui na cidade, então, como eu já tinha um número bom de apps para indicar, cá estou eu escrevendo mais uma edição desse post!

Umi Kitchen –  esse app é ideal para quem mora aqui em Nova York ou estará hospedado em quarto ou apartamento. É um app para delivery de comida. O Umi tem um conceito diferente dos outros apps, porque a ideia é oferecer pratos caseiros. O Umi reúne uma comunidade de cozinheiros, que fazem pequenos lotes de seus pratos favoritos a cada noite. Os valores vão de U$12 a U$16 e a disponibilidade e variedade de pratos depende conforme o bairro que você estiver. Você sempre encomenda de um dia para o outro (jantar) e escolhe inclusive o horário de entrega. E mais: se usarem o código LAUMSNI vocês podem pedir a primeira refeição totalmente GRATUITA. É só inserir o código depois de colocar o prato no carrinho. Será preciso inserir cartão para concluir o pedido – mas não desconta absolutamente nada, o cartão é para os próximos pedidos. Disponível para iOS.

GLAMSQUAD – sempre rola alguma pergunta sobre serviços de beleza aqui em Nova York, tanto de quem mora aqui como quem vem pra cá e precisa de uma maquiagem ou penteado para alguma ocasião especial ou sessão de fotos, por exemplo. O GLAMSQUAD é muito bacana! Ele tem um menu de opções de hair styles – como ondas e penteados – e de maquiagem diversas – da básica à elaborada. Você escolhe o que deseja, seleciona a data e o horário e um profissional do GLAMSQUAD vai até a sua casa te arrumar. Há, inclusive, serviços especiais para noivas. Disponível para iOSmas quem não tem iPhone ou iPad pode agendar pelo site.

ShopDropjá falei aqui no blog explicando sobre os Sample Sales, liquidações mega especiais que sempre rolam aqui em Nova York. No último post sobre aplicativos, eu indiquei um app para acompanhar Sample Sales – você pode ver aqui. Agora, descobri o ShopDrop, que é bem mais completo. Além de informar os sample sales que estão rolando, você também pode configurar o app para que ele envie notificações sobre novos Sample Sales e também te avisar quando você estiver perto de um local onde está rolando um Sample Sale. E mais: também há informações para Los Angeles, Londres e Paris. Disponível para iOS.

Google Trips – semana passada, o Google anunciou seu novo app de viagens, o Google Trips, para ajudar no planejamento e organização de viagens.  Por meio do app, é possível planejar passeios e  escolher bares e restaurantes. Acessando o mapa do local, é possível encontrar restaurantes que estão na mesma área e sugestões do que fazer. A ideia da empresa é que fique mais fácil de fazer viagens e descobrir lugares usando um só serviço. Você pode criar seu roteiro personalizado, reunindo todas as informações importantes no mesmo lugar. E mais: os dados sobre as reservas (de hotéis ou voos) são coletados diretamente da conta de e-mail (Gmail, no caso) usada para se conectar ao aplicativo. Disponível para iOS e Android.

Hopper – esse aplicativo é ótimo para quem ainda está na fase de pesquisar passagens para Nova York. Você insere a origem e o destino e as datas desejadas e o Hopper começa a monitorar o preço. O aplicativo te avisa sobre mudanças – aumento ou queda no preço – e a melhor parte: ele aconselha se é melhor comprar logo ou esperar e o quanto as passagens devem subir ou cair num determinado período. Além disso, quando você decidir comprar as passagens, pode fazer tudo pelo próprio app. Disponível para iOS e Android.

Gostaram das dicas? Se não encontrarem o app na Apple Store, é possível que seja necessário mudar a localização da loja para os EUA – ou você pode baixar o aplicativo quando você chegar aqui. Se você está interessado em algum app que não está disponível ainda para Android, pesquise novamente na Play Store daqui a algum tempo.