Diário de viagem

Diário de viagem a Nova York – Daniela Cristina Santana

O Diário de Viagem é uma seção que traz relatos de leitores do blog. Nesses relatos, eles contam como foi a viagem a Nova York, o que mais gostaram de fazer, o que não gostaram, dividem dicas, enfim: um diário mesmo. A convidada de hoje é a Daniela Cristina Santana, de Goiânia, GO. Ela ficou 9 dias na cidade, em setembro de 2018. Para conferir mais relatos, clique aqui.

Fiz uma viagem com meu namorado voltada a passeios e comidas – compras foram poucas, não era nosso foco. Saímos de Goiânia no dia 16 de setembro e voltamos dia 25 de setembro. Foi uma viagem maravilhosa e, infelizmente, não dá para expor somente em palavras tudo que vivemos. Tantos lugares de comida que não deu para colocar no relato. Foi tudo mágico, o e-book da Laura ajudou muito.

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1º dia/segunda-feira: chegamos em Nova York às 9h da manhã (horário pouso); voo com turbulência mas ocorreu dentro dos horários previstos. Voamos Avianca GYNxSPxNY, atendimento dentro do padrão, jantar muito gostoso, vinho também. Imigração tranquila, seguimos de AirTrain  para o Hotel The Belnord Hotel New York no Upper West Side. Assisti aos vídeos da Laura e gente! Igualzinho, eu me senti no vídeo. Muito fácil, bem sinalizado, tranquilo de usar, não é cheio, nota 10 pela dica. Chegamos no hotel por volta das 11h manhã e já conseguimos fazer o check-in. Isso foi demais, pois entramos no quarto, tomamos um banho e rua. Meu namorado queria tomar um café tipicamente americano, igual a gente vê em filme: panquecas, ovos, bacon, torradas e café servido com refil rsrsrs realizou o sonho. Seguimos para explorar o bairro – e que bairro – em direção ao Central Park, tudo maravilhoso, o clima super agradável. Quanto chegamos Central Park, decidimos seguir para a Times Square: realização de um sonho, andamos sem rumo pelas ruas nos sentindo em um filme. Às 16h, resolvemos almoçar no Chiplote (comi uma salada estava muito boa). Paramos nas escadarias esperando escurecer e ver o quanto tudo é iluminado. As dicas da Laura foram preciosas pois não caímos em nenhuma armadilha da Times rssss. Voltamos ao hotel e fomos jantar. Optamos por um perto do hotel chamado Amelie Wine Bar (pedi um Tuna Tartare a La Amelie $18 , degustação vinhos $ 15) local bem descontraído, tocando uma música animada, o som alto, mas não chegava atrapalhar.

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Os golpes e ciladas a serem evitados em Nova York.

2º dia – terça-feira: acordamos cedo e correndo, pois era dia de Movie Tur com Jayme da Grande Maçã. Muito bom, recomendadíssimo, ele tem um conhecimento incrível de Nova York e dá muitas dicas. Como saímos correndo, tomamos novamente nosso café americano e, desta vez, na esquina do nosso ponto de encontro, o restaurante Roxy Dinner (café ok, mas o garçom não entendeu nosso pedido e trouxe dois pratos e sobrou muita comida; um prato dá para dividir em duas pessoas, mesmo estando com fome). Saímos para nosso tour embaixo de uma chuvinha leve que caía, mas compramos sombrinhas e seguimos animados. Almoçamos no espaço de restaurantes no hotel The Plaza: pedi uma salada de atum U$14 – estava ok, sem surpresas. Terminamos nosso tour na Magnólia Bakery: tem que comer o Banana Pudding, muito bom. De lá, seguimos para One World Trade Center, pois tinha comprado ainda no Brasil a visita ao Observatório. Vista incrível da cidade, de cair o queixo. Tem um bar maravilhoso, tomamos uns dois drinks e uma cerveja e pedimos asinha de aperitivo. A conta ficou em U$67 (já com gorjeta). Saímos de la por volta das 18h. Não esperamos anoitecer pois queríamos voltar ao hotel – tínhamos reserva para jantar. Nossa reserva no Charles Prime Rib era para 23h30 – saímos mais cedo do hotel  e ficamos curtindo um barzinho na esquina até chegar nosso horário. Quando chegou horário, a hostess veio nos chamar pessoalmente no barzinho achei muito bacana, pois ela tinha dito que enviaria uma mensagem quando liberasse nossa mesa. O restaurante é lindo, bem pequeno mas atendimento nota 10 comida muito boa, um pouco caro mas vale a experiência, conta ficou U$179 (já com gorjetas) Voltamos para o hotel entre 1h30 a 2h de metrô sem problema nenhum, muito tranquilo.

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3º dia – quarta-feira: nesse dia, não tínhamos nada programado e resolvemos ir às compras. Tomamos café próximo ao hotel e foi o dia que não olhei a avaliação do restaurante na porta e tivemos uma surpresa desagradável: comida muito ruim, ovo processado, pão horrível, quando saí lembrei de olhar e não tinha avaliação, se tivesse seria letra D rsrsrsrs. Seguimos para o terminal de ônibus e fomos sentido Jersey Gardens (U$14 por pessoa) viagem super rápida – acho que o horário contribuiu, eram 11h da manhã. Chegando lá, fui direto ver os tênis  e encontrei os que queria na Nike. Comprei 2 por U$70 cada. Fui na Reebook comprei umas roupas e também na Michael Kors: duas bolsas e uma carteira ficou U$230. Meu namorado comprou mais coisas, pois para homens tem muito mais opções que para nós mulheres, na minha opinião. Comprei duas malas: uma grande e uma pequena por U$100. Voltamos para Nova York NY às 20h e foi tranquila a volta. Com mala e tudo, paramos no Red Lobster para jantar. É barato mas é muito ruim – eu particularmente não gostei, não volto.  Depois, seguimos para o hotel, pois já eram 23h e estávamos mega cansados.

4º dia – quinta-feira – resolvemos fazer o passeio com Jayme, agora o de Downtown,  e foi muito bom, cheio de história de Nova York, foi maravilhoso. Começamos pelo Ferry, onde tomei café, pois saímos correndo do hotel. Almoçamos no Gotan Tribeca – comi uma salada de atum muito boa, preço excelente, U$13 sem gorjeta. O passeio terminou no Soho, onde passamos para comer uns muitos macarons, os melhores da vida. Não é baratinho mas vale cada cent, o lugar chama Ladurée. O passeio terminou no Soho. De lá, seguimos para a Times pois queria conhecer o Rooftop Bar 54 (fica na W45th St). Chegamos ao local por volta das 19h, aguardamos no bar que fica embaixo até liberação de mesa. Pedi um drink do cardápio e o garçom me trouxe uma taça de prosecco. Quando questionei, ele disse que era o referido drink sendo impossível, meu inglês é básico mas sei ler e usar o tradutor muito bem. Já fiquei chateada com a situação, mas resolvemos continuar esperando pela mesa. Logo nos liberaram para subir. Chegando ao Rooftop, o lugar é pequeno, a vista é agradável, mas talvez por já estar chateada com atendimento no bar coloquei mil defeitos, e resolvemos não ficar, preços absurdamente caros, mas já era de esperar. Não foi esse o motivo de resolver descer e sim porque estava ventando muito e o atendimento não agradou, queriam nos transferir para uma mesa interna, mas pagar o preço da vista e não ter a vista não justificava. Saindo de lá, resolvemos parar no Hard Rock Café, péssima escolha, um drink terrível, nem consegui tomar, cerveja quente, um sanduíche que tinha tamanho mas muito ruim. Valeu a visita aos itens que eles têm em exposição, para meu namorado que gosta de música foi bacana.

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5ª dia – sexta-feira: tomamos um café em um restaurante francês próximo ao hotel – pedi um Brunch, ovos Benedict com salmão, o melhor da vida. De lá, fomos de metrô para o Brooklyn, foi perfeito, seguimos direto para restaurante Peter Luger. Fomos sem reservar, esperamos uns 30 minutos pela mesa, sentamos no bar e tomamos duas cervejas enquanto esperávamos. O restaurante é demais, a carne é a melhor que já comi, sabor muito bom, textura… não é à toa que é considerado o melhor steak de Nova York por vários anos seguidos (34 anos). Saímos do restaurante e seguimos de ônibus para a ponte do Brooklyn, queríamos fazer a travessia Brooklyn – Manhattan. Ficamos curtindo o Park, tomamos sorvete na Brooklyn Ice Cream Factory, bem gostoso mas nada de espetacular. Às 17h, seguimos a travesseia a pé. Estar o tempo todo diante daquela vista de Manhattan foi incrível; ver a cidade cada vez mais próxima foi fantástico. Chegando em Manhattan seguimos para Little Italy e para nossa sorte nossa estava acontecendo o Festival de San Genaro: muita gente na rua, muitas barraquinhas de comidas típicas, os restaurantes montaram extensão na rua.  Escolhemos para jantar o IL Cortile. Esperamos 30 minutos pela mesa, pois queríamos sentar na rua e foi uma escolha excelente. Pedi com linguine com frutos do mar, e meu namorado pediu penne com camarão, os dois estavam muito ótimos, conta com duas taças de vinho e uma cerveja deu U$60, já incluso gorjeta.

6º dia – sábado: tomamos café e seguimos para andar sem muito compromisso. Fomos à feira  Greenmarket no Union Square Park comer uma torta de maça orgânica. Estava boa, massa bem gostosa. Sentamos no parque e fomos comer nossa torta. De lá, seguimos pela Quinta Avenida, caminhado, passando pela Biblioteca de Nova York, St. Patrick’s Cathedral, as lojas famosas, até chegarmos ao Central Park onde paramos e comemos um cachorro quente Nathan’s Famous – o básico sem nada é o melhor, só pão e salsicha. Fomos caminhar dentro parque sentido ao restaurante The Loeb Boathouse, onde pretendíamos almoçar. Quando chegamos ao restaurante não gostei do menu, pois era somente Brunch e como já tínhamos tomado um super café manhã, comido uma torta de maçã e cachorro quente, queria mais uma comidinha. Resolvemos sair do parque sentido Upper East Side, que lugar chique, limpo, arrumado, o metrô impecável limpo, escadas rolantes. Resolvemos almoçar no  Chelsea Market. Andamos pelo mercado lotado e optamos pelo Friedman’s Lunch,muito gostosinho, comi uma salada e meu namorado um sanduíche de carne, os dois estavam muito bons. Andamos um pouco pela região até umas 18h e voltamos hotel. À noite, jantamos no The Mermaid Inn, bem pertinho hotel. Fui pelo camarão com talharim e tinham retirado do cardápio. Fiquei triste, mas pedi um outro prato com camarão e meu namorado pediu um sanduíche de lagosta, que segundo ele foi a melhor coisa que comeu na vida. Tomamos uns drinks, cervejas e fomos dormir.

7º dia – domingo: tomos café no Metro Dinner e seguimos sentido Bronx, meu namorado queria ir em uma loja de artigos militares e tinha uma aberta aos domingos. No caminho, nosso vagão estava lotado de torcedores do Yankees,  pesquisei e vi que teria jogo, na volta da loja já paramos no estádio. Foi muito banana, ingresso U$14, estádio estava bem cheio, muita família, tudo limpo, banheiros, muitas opções de comida que realmente não são baratas. Mas, entramos no clima: pedimos o frango frito e cerveja e fomos curtir um pouco o  jogo, fiquei encantada, os intervalos são um show à parte. Ficamos lá até por volta as 15h e seguimos para o Queens – queria ir em um shopping lá, nada barato, mas deu para comprar umas coisas de casa que estava querendo. Comemos sanduÍche no Shake Shack, e voltamos para Manhattan – já eram 21h e nesse dia não saímos.

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8 º dia – segunda-feira: depressão total, último dia! Fomos tomar café no Cafe Eighty Two 82. Ainda tínhamos uns dólares para gastar e resolvemos torrar em uma Marshalls que tem na 78 com Broadway. Compramos algumas coisas para meu namorado – meias, cuecas, sapato – algumas lembrancinhas que ficaram faltando e também achei um perfume que queria da Hugo Boss por U$34. Voltamos hotel, fizemos o checkout, guardamos as malas e seguimos para despedir da Times. Almoçamos no Boqueria, dica da Laura, gente, que comida maravilhosa! Pedimos tapas de camarão de entrada e uma paella – uma das melhores comidas que comi, realmente muito boa! Tomamos três cervejas e dois drinks ficou $123 tudo incluído, comemos muito bem. De lá, voltamos a caminhar pelas ruas nos despedindo dessa cidade maravilhosa. Saímos do hotel às 18h e seguimos de metrô para o aeroporto, tudo tranquilo! Pegamos um vagão lotado, mas deu para sair tranquilo. Chegamos no aeroporto com bastante antecedência. Nosso voou era às 23h e já tinha uma fila enorme para check-in mas foi tudo tranquilo, voo de volta maravilhoso, praticamente sem turbulências. Chegamos com tudo em ordem, bagagens sem danos.

  • Só andamos de metrô e no Brooklyn andamos também de ônibus. Usamos o Metrocard ilimitado e nenhum dia pegamos taxi ou Uber. Também andamos muito, de ponta a ponta na ilha.
  • Comprei chip celular na T-Mobile ilimitado com ligações por $42.
  • Fui sorteada pela Broadway Lottery para assistir Donna Summer de perdi o prazo de comprar o ingresso, inscrevam-se que realmente dá certo.
  • Comprei o e-book Nova York Econômica, imprimi e levei comigo. As dicas da Laura foram muito importantes, mas muito mesmo! Gente como é bom se sentir segura né, eu me senti assim durante a viagem.

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Gostaram do relato da Daniela? Se você quiser participar, envie seu relato para análise para laura@lauraperuchi.com COM FOTOS, seu nome completo e cidade/estado. LEMBRE-SE que é preciso ser detalhista. Não precisa escrever um livro, mas seu relato tem que ser informativo!


1 comentário

  1. É uma viagem dos sonhos. Laura vou para São Francisco e Las vegas em breve ja estou olhando suas dicas 😘

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