Diário de viagem

Diário de viagem a Nova York – Alexandre Motta

O Diário de Viagem é uma seção que traz relatos de leitores do blog. Nesses relatos, eles contam como foi a viagem a Nova York, o que mais gostaram de fazer, o que não gostaram, dividem dicas, enfim: um diário mesmo. A convidada de hoje é o Alexandre Motta, do Rio de Janeiro, RJ. Ele ficou 11 dias na cidade, em janeiro de 2018. Para conferir mais relatos, clique aqui.

Foram 10 meses de preparativos. Em março de 2017, comecei a planejar minha viagem, de 21 a 31 de janeiro de 2018. Seria meu presente de aniversário de 50 anos. Ainda que fosse minha sexta ida a Nova York, iria sozinho pela a 1a vez. Eu me viro bem no inglês, mas não me via capaz de organizar tantos quereres. Comecei procurando roteiros prontos no Google e assim descobri o blog, Youtube e o grupo da Laura Peruchi. Em seguida descobri o incrível Movie Tour A Grande Maçã, do Jayme Ribeiro (reservei o Original e o Downtown com meses de antecedência) e fiz o roteiro personalizado com a querida Nyorquina Paty. Reservei o Hotel Row NYC e o voo da Delta (Decolar) e fechei o transfer de ida e volta com o Emerson Mancha. O sonho estava se realizando! Antes do relato, a vocês profissionais e leitores que ajudaram bastante com suas dicas, meu muito obrigado!

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Dia 1 – domingo – Depois de um voo tranquilo mas com um jantar péssimo (uns cubinhos de frango gelados e muito apimentados), cheguei às 4:30am no JFK e levei um pouco mais de duas horas na imigração (apenas dois guichês estavam abertos). O Emerson me esperava com uma plaquinha com meu nome. Levamos uns 45 minutos de lá até o hotel Row NYC. Fiz o check-in, deixei a mala no bagageiro do hotel, pois o quarto só seria liberado às 16h, e fui em direção a Times Square.

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Primeira parada: banheiro público! Fui direto para o McDonald’s da Times Square, onde pedi um café, já que na notinha vem a senha do banheiro. De lá, andei com calma pela Times Square, fui ao topo da escadaria vermelha do TKTS, olhei os anúncios luminosos ao redor, olhei para o alto dos edifícios, ouvi as sirenes de bombeiros e ambulâncias e… Caiu a ficha que eu estava em Nova York! Como a ordem era passear, fui na Duane Reade atrás das dicas de protetor labial e hidratantes dadas pela Laura. Depois fui na M&M, Disney Store, Uniqlo, Toy R Us, Skechers (o tênis relaxed fit salva quem pretende andar muito), Forever 21 e Express. Talvez porque tenha ido com o foco de só passear, achei as coisas meio caras.

Como o frio, a fome e o cansaço estavam doendo, fui ao teatro na matinê do musical SpongeBob SquarePants. Comprei o ingresso no próprio teatro, minutos antes da peça, U$30. E que musical divertido! Tem um número de sapateado e outro gospel que são muito bons.

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Quando saí do teatro, havia dado hora de ir para o hotel e poder entrar no quarto. Deitei um pouco, recarreguei o celular, usei o wi-fi do hotel (não comprei chip) e fui jantar no Olive Garden (Broadway com rua 47). Pedi o prato Tour Of Italy (frango à parmegiana + lasanha + fettuccine Alfredo) por U$ 25,79. Dá para duas pessoas, ainda mais porque tem uma entrada grátis que pode ser uma salada ou uma sopa.

Dia 2 – Segunda-feira – Café da manhã no Junior’s – comi um omelete de queijo e presunto, com torradas e suco de laranja. Preço e sabor bons. Por estar sozinho, eu sentei no balcão, o que foi ótimo, pois fiquei de conversa com o barista mexicano e um cliente francês. Apesar da salada de sotaques, todos nos entendemos. Ótima forma de perder a vergonha de falar inglês.

Passeios: fui ao Gulliver’s Gate. Assim que cheguei ao prédio, fui na bilheteria à direita do hall, recebi uma chave e a informação de que as maquetes são interativas. Exato, em todas as cidades representadas tem um totem para inserir essa chave e girá-la para R (direita) ou L (esquerda). Observe e divirta-se nos 3 ambientes desse andar. E não se surpreenda se no meio das fotos tiradas sem muita atenção você achar sua imagem nas maquetes de Manhattan ou de Niagara Falls. Saí maravilhado com o lugar. Tem elevador e corredores amplos para cadeirantes.

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Na loja da Hershey’s, o visitante é recepcionados com um chocolatinho. Que loja agradável. Os vendedores, vendo que eu estava tendo problemas para tirar selfie, perguntaram se eu queria que tirassem uma foto. Essa gentileza (e o chocolatinho grátis) foi um diferencial que me fez voltar nessa loja. Também fui à Magnolia Bakery  e comi sem dó nem piedade um banana pudding. Também pedi o magic banana pudding (com castanhas). Não; não é um pudim. É tipo uma torta alemã, mas de banana.

Depois de visitar o Rockfeller Center, loja Lego, loja da Brookstone (que perdi uns 30 minutos procurando até descobrir que ficava num subsolo), e Catedral de St Patrick, fui no mesmo quarteirão até a rua atrás da Catedral para ver o Lotte New York Palace Hotel que foi cenário do seriado Gossip Girl . Não pude entrar porque estava tendo filmagem na entrada. Como o teatro do Fantasma da Opera ficava ao lado do Hotel ROW, minutos antes de começar o musical, entrei e achei orquestra por U$ 74,80 (valor de 50% de desconto).

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Jantei  no Famous Famiglia Pizzeria. Você entra e já faz o pedido no balcão, em seguida pede a bebida e chega no caixa. Adorei a pizza (entre U$ 2,95 e U$4,25) e o stromboli (pepperoni U$5,95). O refrigerante (U$ 1,75) não é refil. Antes de encerrar a noite, passei no metrô para comprar o MetroCard ilimitado para 7 dias, U$ 31,00 e fui à Duane Reade para comprar água, chá e outras coisas para o café da manhã.

Dia 3 – Terça-feira – depois de passar a noite em claro, cansado da viagem e ansioso com o dia que começava, tomei banho, fiz um chá, comi uma fruta, peguei meu MetroCard a ser usado no tour e fui para o encontro do Movie Tour.  O Jayme Ribeiro superou minhas expectativas quanto à educação, cordialidade, simpatia e profissionalismo. Apesar da chuva que desabou no início, o tour foi incrível e o grupo foi um bônus à parte, quanta gente bacana (obrigado pelas fotos tiradas!). Essa foi a primeira vez que o tour bateu recorde de público! Depois de passarmos pelo prédio de Friends, pela casa da Carrie de Sex and the City e pela Magnolia Bakery, o tour chegou ao fim.

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Dia 4 – Quarta-feira –  Café da manhã no quarto. Saí apressado para o Museu de História Natural, , mas no embalo peguei o metrô expresso, que não para em todas as estações. Tive palpitação até chegar na estação da rua 125, onde desci e peguei o metrô no sentido oposto. Visitei tudo sem pressa, inclusive a exposição imersiva para explorar os sentidos, chamada “Our Senses”. Almocei um um sanduíche gelado e seco e um refrigerante quente no quarto andar do museu e jantei no Shake Shack, atrás do museu).

À noite, assisti Wicked. Comprei Orquestra na bilheteria por U$79 em cima da hora, quando o público já estava entrando.

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Dia 5 – Quinta-feira –  Após tomar café da manhã no quarto, fui de metrô até a estação próxima ao ferry para Staten Island, onde começaria o Downtown Movie Tour. Mais um tour incrível do Jayme Ribeiro e mais pessoas maravilhosas. Encerramos o tour em grande estilo com o quiz em um café chamado Joe & The Juice. De lá eu, uma amiga do tour e seu filho passamos andando por Little Italy, Chinatown, City Hall e pegamos um taxi para Times Square. Jantei no Ellen’s Stardust, com os garçons cantores. Achei muito animado!

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Dia 6 – Sexta-feira – Pela manhã, fui ao City Hall. Do outro lado da rua, fui numa loja especializada em canetas e cargas, chamada Fountain Pen Hospital, na 10 Warren Street. De lá, segui para a Brooklyn Bridge. Tirei umas fotos e acabou a bateria do celular. Cheguei no Brooklyn, visitei o Dumbo, o Jane’s Carousel e fiz a travessia de volta pela ponte. Peguei o metrô, passei no hotel, fui na Times Square onde lanchei um waffle com cobertura de chocolate no Wafles & Dinges e fui ao Cinema Regal (rua 42 com 8a ave), cadeiras reclináveis, mesinha para lanchar e o diferencial da sala RPX que estremecia com o som. Jantei um stromboli no Famous Famiglia Pizzeria.

Dia 7 – Sábado – Após o café da manhã no quarto, chá, uma fruta e duas torradas com geleia de morango, fui na patinação no gelo no Bryant Park. Pela tarde, fui à Macy’s, onde aproveitei para tirar foto do Big Piano e da escada rolante de madeira. Em seguida, fui na Party City, muito sem gracinha, e na lotada Target. Idem Sephora, Gap, H&M, Forever 21 e Foot Locker, além do Empire State Building. Almocei no Barilla, em frente ao Bryant Park. À noite, assisti Kinky Boots.

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Dia 8 – Domingo – Tour Gospel com a US Travel, van saindo do Park Central Hotel às 9h. A guia do tour se chamava Aline, excelente. Passamos pelo Harlem, Catedral de São João O Divino, o Memorial do General Ulisses Grant, a Universidade Columbia e o culto Gospel na Pilgrim Cathedral of Harlem. No trajeto de volta à Times Square, desci no Museu The Met. Fiquei até fechar.

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Dia 9- Segunda-feira – Fui à TJ Maxx comprar uma malinha. Achei uma bem em conta da marca Lucas. Deixei as compras no hotel e fui para a Columbus Circle, subi a Broadway, tomei um café ótimo com pães e biscoitos na padaria Breads Bakery, passei pela loja Bed, Bath & Beyond (um perigo de boa!), Metropolitan Opera House, a escola Juilliard School, entrei na rua 72 em direção ao edifico Dakota e Central Park. Dia estupidamente frio. Acabei voltando mais cedo para o hotel e comecei a arrumar as malas. A sinusite atacou e acabei dormindo. Para não perder a noite, e ainda passando mal, fui lanchar no Five Guys e fui ao cinema Regal na sessão das 23:30. Na saída, esbarrei com um bando de fotógrafos e holofotes no hall do cinema. Estava acontecendo uma pré-estréia com a presença de alguns artistas. Olhei de relance mas não consegui focar em ninguém. O relógio marcava 2:30 da manhã. Lá fora nevava pela primeira vez durante a viagem.

Dia 10 – Terça-feira – Após Café da manhã, comecei o passeio pela 6a avenida com rua 48: Gap e a frente da Fox News (com o busto do Bart Simpson). Com rua 49: Magnolia Bakery, loja da NBC Studios. Com rua 50: Radio City Music Hall. Daí é deixar as pernas irem sozinhas. Tem Nova York por todos os lados (diversidade pessoa, lojas e atrações) e Nova York lá no alto (quanta arquitetura diferente, quantos detalhes!). Mais adiante, na 6a ave com rua 55, o monumento LOVE (quem quiser voltar daí para a Times, favor passar para a 7a ave e ir no monumento HOPE na rua 53). Adiante, entrei na rua 60 e fui lá para a Third Ave onde tem a loja de departamento Bloomingdales. Paralela a essa fica a Lexington Ave, onde tem o Dylan’s Candy Bar e no mesmo quarteirão a loja de brinquedos educativos Learning Express Toys . Logo atrás, na mesma altura, na  Second Ave, tem o bondinho para a Roosevelt Island. O retorno da ilha pede um lanchinho na Casa de Chá Alice’s Tea Cup, Chapter 2 . Pela noite, mais um musical. Assisti Dear Evan Hansen.

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Dia 11 – Quarta-feira – Deixei as malas no bagageiro do hotel. Fiz check-out. Como últimas atrações, fui à Biblioteca Pública (cenário de Ghostbusters, Sex and the City, O Dia Depois de Amanhã), loja Toy R Us, loja Line Friends (a do urso gigante da entrada), loja Staple e museu de cera Madame Tussauds. Almocei e voltei para o hotel, já na hora de comer um donut no food court The Kitchen no Hotel Row, pegar as malas e esperar o transfer para o aeroporto com o Emerson Mancha.

Obrigada, Alexandre, por compartilhar seu roteiro conosco!

Gostaram do relato do Alexandre? Se você quiser participar, envie seu relato para análise para laura@lauraperuchi.com COM FOTOS, seu nome completo e cidade/estado. LEMBRE-SE que é preciso ser detalhista. Não precisa escrever um livro, mas seu relato tem que ser informativo!


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