Diário de viagem

Diário de viagem a Nova York – Bianca Ferrari Pacher

O Diário de Viagem é uma seção que traz relatos de leitores do blog. Nesses relatos, eles contam como foi a viagem a Nova York, o que mais gostaram de fazer, o que não gostaram, dividem dicas, enfim: um diário mesmo. A convidada de hoje é a Bianca Ferrari Pacher, de Rodeio, Santa Catarina. Ela ficou 8 dias na cidade, em março de 2018. Para conferir mais relatos, clique aqui.

Para sentir de verdade que minha viagem à Nova York terminou, nada melhor que fazer o relato dela, e ao mesmo tempo lembrar cada dia aproveitado. Vamos lá então… Nova York sempre foi meu brilho nos olhos, e, quando a viagem começou a ser possível, pesquisei tudo sobre a cidade, e claro, me apaixonei ainda mais. Fomos eu e meu namorado apenas, entre os dias de 17 de maio a 25 de maio. Pesquisei muuuuito, foram meses olhando, namorando as fotos no insta, assistindo vídeos da cidade, de compras, dicas, lendo o blog, os relatos (parte que mais gosto, particularmente). Eu fazia tudo isso sem ser algo tipo “estudando pra faculdade” sabe, quando estava de boa no sofá, assistia algo, depois cansava, depois olhava de novo, e então foi uma pesquisa tranquila, como gosto. Não anotei nada, apenas olhei e minha memória gravou o que era de meu interesse rsrsrsrs. Mas, façam do jeito de vocês, assim fica sempre melhor.

Voo: Fomos de Avianca Brasil. Demorei para decidir, pois eu sou do tipo que às vezes prefere pagar mais caro, mas ter uma melhor experiência. Com isso, fiquei bem na dúvida, mas depois de ver alguns relatos, senti confiança em fechar com a Avianca Brasil (que por sorte era a mais barata naquele momento). Tanto a ida como a volta foram super tranquilas. Comida ok, funcionários prestativos, alguns mimos, e confortável dentro do possível.

Imigração: Tentei pesquisar antes como seria, mas nada mostrava realmente como poderia ser. Apenas vi as perguntas mais feitas, e pronto. Foi tranquilo, tem pessoas que te ajudam na máquina se precisar (não precisa mais fazer o formulário no avião) e assim, quem não deve não teme e pronto.

Dicas para encarar a imigração com tranquilidade

Inglês: Meu namorado não fala e nem entende nada em Inglês. Eu faço curso há dois anos, e estou no intermediário. Achei tranquilo, pois a maioria das coisas entendi, e outras não devido ao povo falar sempre muito rápido kkkkk. Mas, na minha opinião, eu acho que você precisa entender pelo menos algo em inglês, pois caso contrário fica bem mais difícil. Não impossível, mas bem mais difícil.

Como se virar em Nova York sem falar inglês?

Hospedagem: Então…foi a parte que mais fiquei em dúvida em toda viagem. Não sabia qual reservar. Como financeiramente eu estava preparada para poder reservar algo um pouco melhor, eu pesquisei por muito e muito tempo depois de fechar a passagem. Cheguei a ficar quase louca de tanta opção e não saber o que escolher. Sou muito chata para hotel. Não gosto de quarto pequeno, nem muito velho, nem longe….enfim, foi difícil. Depois de muito pensar, decidi fechar com o Carvi Hotel por dois motivos: ter brasileiros trabalhando (o que para minha primeira viagem aos EUA me deixava um pouco mais tranquila) e o quarto. Pegamos o quarto com jardim, onde paguei mais caro por isso, pois os outros quartos não tinham janela. Aceitei pegar o quarto pequeno por justamente ter o jardim. Porém, quando chegamos em nosso quarto e observamos o jardim, ele estava todo descuidado. Chão sujo, vaso de planta quebrado, a mesa e as cadeiras não estavam limpas. E durante nossa estadia em nenhum momento eles limparam ou “ajeitaram” o jardim para que pudéssemos aproveitar. No final de tudo foi a mesma coisa que pegar um quarto sem janela, pois nem aproveitamos aquele local a mais. Por conta disso, não achei um bom custo-benefício, o valor não vale o hotel.

Caso queira checar mais informações sobre o Carvi, clique aqui.

Ingressos: Não comprei nada antes, pois não queria ter um roteiro marcado. Preferi deixar para comprar na hora e dia que queria ir, mesmo correndo risco de não encontrar. Se você não tem problema quanto à isso, compre antes pois pode conseguir algum tipo de promoção. Compramos apenas para os dois observatórios e o Museu, pois não fomos em outros locais pagos.

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Internet: Eu particularmente acho indispensável para que você se sinta mais livre e tranquilo, sem precisar pedir muita informação. Comprei ainda no Brasil, bastante tempo antes (uns dois meses) pelo site da Easysim4you e recebi bem rápido. Super indico, funcionou logo que coloquei e não deu nenhum problema.

Temperatura: Eu pesquisei SEMPRE pelo site do Accuweather, todos os dias eu ia olhando, mas arrumei minha mala e fechei mais o roteiro final, baseado em alguns dias antes apenas. Não adianta querer saber muito antes, pois muda muito.

Como é o clima em Nova York?

Gastos: Durante minha pesquisa, vi muitas pessoas perguntando o quanto se gasta para uma viagem a Nova York, e até entendo essas pessoas, você sempre quer ter uma ideia mesmo sabendo que não vai ser igual para você. Porém, não vai mesmo e não vai adiantar saber, porque cada pessoa viaja com uma ideia, e minha opinião é fazer o caminho contrário. Separe o que você acha que pode gastar (total e por áreas como hospedagem, comida, etc) e vá fazendo seu roteiro e suas contas. Nova York é cara, bem cara, mas não é impossível ir pra lá conhecer e gastar pouco, tudo vai depender do que você quer. Mas, se mesmo você deseja uma dica, se você quer ir em ao menos um lugar pago, comer normal, pegar um hotel bem barato, não comprar nada, você consegue gastar pouco. Senão, programe sua viagem com tempo e vá juntando grana para aproveitar e curtir mais sua viagem (minha opinião tá gente).

Agora vou relatar dia por dia:

Dia 17/05 – Pegamos o voo em Santa Catarina C às 19:45, com escala em GRU. Voamos para o JFK às 23:50, com duração do voo de aproximadamente 9h30. Ainda não sabíamos como iríamos do JFK até o hotel, deixamos para decidir quando chegássemos lá, pois nada melhor que ver na realidade. Por volta das 10h30, já estávamos com nossas malas, para então decidir (eu já tinha internet, pois comprei o chip no Brasil)) a forma de chegar ao hotel. Fizemos a simulação pelo Uber mas topamos o desafio de ir de airtrain + metrô e economizar alguns dólares. Foi suuuuper tranquilo, ainda mais com o vídeo da Laura e Nyorquina, sem erro. Coloca Google Maps e vai!

Como usar o Airtrain?

Chegamos cedo no hotel, pois nosso check-in era apenas às 15h e não conseguimos adiantar. Então, deixamos as malas lá e fomos almoçar no Chipotle na esquina do nosso hotel. Eu já sabia que tinha, pois naveguei pelo Google Earth aos redores kkkkk. Caminhamos pela 5th Avenue, conhecendo as lojas, fomos na St. Patrick Cathedral, e acho que eu nem tinha me dado conta que estava em Nova York. Minha programação era já comprar o Iphone no primeiro dia, mas não tinha jeito de achar a loja. Andamos e andamos, coloquei no Google Maps, mas nada de achar. O horário do check-in estava chegando e decidimos voltar ao hotel, que já estava liberado para nós. Entramos no quarto, deixamos nossas coisas e voltamos a explorar os arredores do hotel. Conhecemos o Bryant Park, que para nós foi o parque mais lindo, e o dia estava muito bom. Fizemos foto na escultura Love. Achamos a Apple da 5th e comprei o Iphone 8 Plus + uma bateria. Nesse dia, voltamos mais cedo pois estávamos cansados da viagem e o dia seguinte estava reservado para outlet, aí na volta encontrei a Magnolia Bakery e comprei dois cheesecakes para experimentar, SÉRIOOO, melhor cheesecake que já comi. Jantamos de novo a salada do Chipotle (já tinha virado vício).


Dia 18/5 – Reservamos esse dia para ir ao Outlet Jersey Gardens, pois queríamos já comprar as coisas logo, para depois não ficar entrando nas lojas em Nova York e não saber se comprávamos lá ou no Outlet. Novamente, com ajuda de vídeos, já sabia como fazer para pegar o bus até lá e foi muito tranquilo. Nesse dia, na ida ao outlet eu estava muito, mas muito feliz. Estava me dando conta que estávamos em Nova yORK e tudo estava dando certo, sem grandes problemas, eu estava realmente feliz. Aí, como eu AMO Cake Boss e ele fez parte de uma época complicada da minha vida, era um dos meus sonhos conhecer a Bakery de Hoboken. Então como chegamos antes de abrir o Outlet, pegamos um Uber e fomos até lá conhecer e experimentar os tão sonhados doces da Cake Boss. Eu comi um cannoli de chocolate, e meu namorado um cupcake normal. Eu AMEI o cannoli, estava muito bom. Fizemos fotos, comprei uma caneca de lembrança e fomos ao outlet. Compramos muito e estávamos mortos, comemos hot-dog do Nathan’s e pegamos o bus de volta aproximadamente às 20h30. Jantamos a salada no Chipotle.

Dia 19/5 – Foi o dia mais complicadinho da viagem, pois choveu e, com a chuva, estava mais frio (não estava preparada para roupa de tão frio, não levei casaco rsrsrs). Já sabíamos que essa era a previsão e então, no dia anterior, reavaliamos o roteiro e decidimos ir nas lojas de departamentos e em alguns lugares fechados. Fomos à Macy’s, e por sinal achei tudo caro, mas acabei comprando algumas makes apenas. Passamos sem querer em frente à Biblioteca Pública, que estava em outro dia do roteiro, mas já aproveitamos para conhecer. Também aproveitamos para conhecer a Grand Central. Estava muito complicado de andar na rua, muita chuva e então decidimos voltar para o hotel e esperar parar de chover. E deu certo, umas 17h a chuva parou e nos arrumamos para sair. Eu estava com coceira já em estar no terceiro dia em Nova York e não ter ido na Times ainda, queria de qualquer jeito ir lá nesse dia, e foi isso que fizemos, terminando nosso dia na maravilhosa Times, curtindo tudo, e jantamos na MC Donald’s lá pertinho.

O que fazer em Nova York em dias de chuva?

Dia 20/5 – E o sol voltou novamente e os compromissos nesse dia eram grandes rsrsrsr. Na previsão, seria o dia mais quente da viagem, máxima de 28 graus. Nossa programação era atravessar a ponte do Brooklyn logo de manhã. Saímos cedo, e, como de costume, pegamos nosso café latte na Starbucks na outra esquina no nosso hotel. Ainda não tínhamos comprado o Metrocard ilimitado, então compramos nesse dia. Foi um pouco estressante pois não passou meu cartão de nenhum jeito e não tínhamos dinheiro trocado. Tivemos que ir trocar para então conseguir comprar. Tudo ok com isso e seguimos com nosso grude Google Maps rsrsrs até a ponte. No sentido Brooklyn, não estava muito cheio devido ao horário, e aproveitamos muito. Tiramos muitas fotos, curtimos o visual, e chegamos até o final sem nem perceber que andamos tudo aquilo. Descemos a ponte sentido ao Jane’s Carrossel, batemos a famosa foto com a ponte de Manhattan atrás, e curtimos um pouco a vista para a skyline. Eu queria muito andar pelo Brooklyn, conhecer, fomos então sem destino andando pelas ruas. Mas confesso que estava muito quente e decidimos voltar para Manhattan. Ainda bem que fomos cedo, pois a volta foi tensa, muita gente na ponte, mas muita mesmo. Compramos retratos de Nova York de um artista que estava expondo na ponte, lindas demais.

Confira um roteiro da Brooklyn Bridge e arredores

Voltamos para Manhattan e fomos conhecer os lugares que não conseguimos ir no dia que choveu. Passamos no Whole Foods para conhecer e decidimos almoçar estilo americado rsrsrs. Fizemos uma “marmita” lá e sentamos na praça em frente para comer, junto a todos que lá estavam. Conhecemos a Union Square, andamos e andamos. Conhecemos o Madison Square Park, o Flatiron Building, batemos muitas fotos, sentamos e curtimos um pouco e depois fomos até o Empire State conhecê-lo de perto. Comemos no Shake Shack (muito bom). Terminamos nosso dia novamente na Times, lugar que amei e amo. Ficamos por tempo sentados na escadinha vermelha, abraçados e curtindo aquela vista cheia de gente de todos os lugares. Gente com os mais diversos sonhos, desejos, vidas, mas que estavam lá, no mesmo lugar. Simplesmente incrível, amo observar. Voltamos ao hotel, bem satisfeitos pois conseguimos conhecer tudo o que queríamos, e os outros dias então podiam ser mais tranquilos.

Dia 21/5:  acordamos bem tranquilos praticamente todos os dias, sem muita pressa, mas também sempre tendo em mente que tempo é dólar ahahahha. Este dia estava reservado para o Tour no Central Park, mas antes decidimos ir comprar o ingresso para subir o Top of the Rock. Chegamos lá, e já me encantei pelo Rockefeller Center. Estava um dia fresquinho, sem muita gente lá, e então batemos algumas fotos. Chegamos para comprar os ingressos e já tinha uma fila gigante, então comprei via internet, e seguimos para o Central Park. Passeamos por alguns lugares – não todos, pois queríamos curtir e não ficar andando muito. Ficamos encantados com os passarinhos e esquilos que chegavam tão perto de nós. Andamos e andamos e saímos do Central Park sentido Upper East Side. Estava louca para encontrar aquelas casinhas com escada na frente, bem americana, para bater fotos, mas não encontrei. Fiquei encantada com a beleza dessa região, nossa, tudo muito organizado, limpo, florido, enfim, achei lindo demais. Voltamos para o Central Park e comemos Hot dog dos carrinhos de rua que meu namorado tanto queria experimentar. Foram bons, mas achei $4 caro para pão e salsicha. Atravessamos o Central Park sentido o Museu de História Natural, pois me deixei levar pela influência do povo de que era obrigatório ir em algum museu em Nova York. Nem eu nem meu namorado curtimos museus, e confesso que achei para mim, dinheiro jogado fora, deveria ter seguido minha intuição.

Saímos do museu e fomos atrás dos famosos cookies da Levain Bakery, e conhecer a região de Upper West Side. No caminho, vejo as famosas casinhas com escada, saí correndo que nem louca, e me sentei em uma delas para meu namorado bater fotos hhahahah. Chegamos na Levain e pegamos uma pequena fila. Estava muito quente lá dentro daquela pequena Bakery. Como sou bem gulosa para doces, comprei logo dois de cada tipo para experimentar kkkk (gente, o que é esse cookie de dark chocolate? Jesus, que maravilha). Sentamos em uma escadinha daquelas charmosas casas para comer, e depois seguimos para bater fotos e mais fotos. Descemos sentido Downtown, pois tínhamos ingresso para o Top Of The Rock às 19h40, e ainda queria passar na Century 21 comprar presentes. Voltamos ao hotel para nos arrumarmos, descansar uma horinha e então ir ao Top. Chegamos lá cedo, umas 19h20, mas nosso horário já estava entrando. Vale falar que pagamos $5 dólares mais caro para o horário do pôr do sol, porém, pelo que vi, pessoas que subiram lá antes, sem pagar esse valor a mais podem ficar lá até quando quiserem, por isso não entendi essa cobrança a mais. Além disso, achei bem desorganizado, as pessoas entram e não tem hora para sair, impossível ver o pôr do sol se você não chega lá de tarde e fica plantado na frente do vidro. As pessoas não batem foto e saem, elas ficam lá filmando, e no final das contas só elas e uns de trás conseguem ver o pôr do sol. Achei bem coisa de gente mal educada e sem noção, perdão pelo desabafo. Eu confesso que às vezes sou meio estressada com essas coisas, mas pedi tanto para Deus me dar paciência nessa viagem que desencanei do pôr do sol, sentamos numa janela lá e ficamos admirando a paisagem e esperando anoitecer. Foi bem tranquilo, gostoso, confortável e bem mais legal que ficar lá naquela multidão para bater uma foto. A vista desse Top of é maravilhosa, achei a melhor. Saímos de lá mais ou menos 21h15 e fomos direto para o hotel, mas antes passamos para pegar nossa saladinha de quase todo dia no Chipottle (queria um desses do lado da minha casa kkkk).

Dia 22/5: Chegou o dia do nosso ensaio fotográfico com a Meiry. Conheci ela pela Laura, pois são irmãs. No começo, eu já tinha ideia de fazer um ensaio em Nova yORK, mas depois deixei a ideia em standby. Foi quando vi que a Laura publicou no Instagram dela que a irmã dela estaria em Nova York em tais datas. Bateu certinho com as datas que nós estaríamos lá. Entrei no insta da @flaneriephoto (Meiry) e amei o estilo dela. Combinou super com o que queria, fotos naturais, de detalhes que muitas vezes ninguém percebe e dá bola. Ela capta esses detalhes tão maravilhosamente e com uma edição também bem natural. Entrei em contato com ela e já de cara gostei da organização, já tem um material que te explica tudo, acho isso muito mara nos profissionais de qualquer área, para mim, mostra amor e dedicação! Fechamos o ensaio para essa data e ela me deu super dicas de lugares, horários e tal, e claro, confiei nela porque ela é quem sabe melhor rsrsrs. Nosso ensaio foi às 8h, no Conservatory Garden (Central Park) e depois na região do MET. Aiii nosso primeiro ensaio fotográfico da vida, em NYC, quanta aventura kkkkkk. A Meiry é muito querida, e para minha sorte (é o que acho) é do nosso estilo, afinal temos raízes bem parecidas hahahhaha. Ela nos deixou à vontade, teve bastante paciência e sério, AMO gente que fala muito como eu! As fotos na máquina eu já amei, e pronta ainda não vi todas, mas as que vi são SIMPLESMENTE lindas. Nem precisa dizer que super recomendo, além de ter um preço muito legal.

Boas notícias! Meiry está voltando para Nova York em novembro! Se você vai estar na cidade, entre 8 e 19 de novembro, entre em contato com ela: flaneriephoto@gmail.com – cheque mais detalhes do trabalho dela no site.

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Bom, depois das fotos, fomos ao Hotel trocar de roupa e então tomar café e ir às compras. Fomos em várias lojas e, além das lojas, fomos conhecer o Chelsea Market. Compramos coisas lá e almoçamos um burger bem gostoso, mas não lembro o nome. Saímos de lá e fomos sentido ao High Line. Andamos por todo o parque, e confesso que não dava muita bola para ela no roteiro pois vi muita gente dizendo que não era nada demais. Minha opinião é que adorei. Gosto de verde, e verde bem cuidado é mais lindo ainda. Achei muito gostoso aquele lugar, sentamos num banco e ficamos lá curtindo por um bom tempo. O dia foi passando e novamente fomos para a Times e jantamos no Buba Gump uma massa gostosa.

Dia 23/5: Com nosso “roteiro” bem cumprido, estávamos bem tranquilos nesse dia, que era a véspera da nossa volta ao Brasil. Acordamos mais tarde e começamos o dia indo ao One World Observatory. Eu queria ter a experiência de ver Manhattan de noite e de dia, então escolhi o One World para ir de dia. Chegamos lá de metrô. Pausa para uma nota: no dia seguinte ao que comprei o Metrocard ilimitado, o meu simplesmente não passou mais. Cheguei em uma estação e não tinha jeito do meu e nem o do meu namorado passar. Havia um funcionário do metrô lá, muito prestativo por sinal, que nos disse para passar mais rápido. Mas mesmo assim o meu não foi, do meu namorado deu certo mas o meu não. Ele me deixou passar pela portinha do lado, mas em todos os outros momentos que quis usar não deu. Fui pedir informação para uma mulher que ficava lá num guichê, expliquei que havia comprado ilimitado no dia anterior e que não funcionava mais, mas ela não me ajudou em nada. Portanto tive que descartar ele e comprava sempre uma Ride, acho que fala assim, toda vez que precisava ir de metrô. Chegamos no One World, pegamos fila claro, mas uma fila rápida. Subimos e a experiência de subir no elevador é muito legal, e também todo o “teatro” que eles fazem para te receber . Porém não gostei da vista de dia, achei cinza. Preferia ter ido final da tarde para noite. Portanto, dos dois observatórios que fui, classifiquei o Top Of The Rock com a melhor vista, e One World Observatory com a melhor experiência de local. Depois fomos ao Memorial, curtimos lá: ficamos encantados com a limpeza e organização numa cidade tão grande e cheia de gente. Tiramos foto no Touro de Wall Street e cansados, sentamos no parque que tem ao lado. Descansamos um pouco e fomos até a &Pizza (dica da Laura) experimentar a pizza. Gostamos bastante, mas acho que tinha sabores melhores kkkk, mas não sabia certo os ingredientes e peguei a que entendi melhor. Voltamos para Midtown e fomos ao Bryant Park dar uma volta, e estava cheião. Ficamos lá por um bom tempo, jogados, observando o movimento. Cansados de ficar parados, voltamos a andar kkkkk. Fomos comprar mais algumas coisas, e paramos novamente na Magnolia Bakery. Desta vez, peguei uma Banana Pudding e mais um cheesecake de outro sabor. Gostei da Banana Pudding, mas nada bate o cheesecake. Seguimos para o hotel, pois sacolas pesam muito rsrsrsrs. Tomamos um bom banho e descansamos, pois, àquela altura, não tínhamos mais pernas. Saímos a noite andando por aí, e sem muita fome comemos nossa saladinha do Chipotle.

Dia 24/5: Dia de viajar de volta. Mesmo nosso voo sendo apenas tarde da noite, o check-out era ao meio-dia, o que atrapalha um pouco, mas nos viramos. Acordamos, tomamos café tranquilos e voltamos para arrumar as malas. Tínhamos ainda coisas para comprar, mas antes precisávamos pesar as malas. Malas ok, peso ok, fizemos o check-out e deixamos as malas no hotel. Já havia passado do meio-dia e eu queria muito comer num local que a Laura indicou, o Kings Of Kobe. Jogamos no Google Maps e fomos. Gente, é sério real, vocês precisam comer esse burger. Não há nada igual que já comi, muito muito muito bom e barato e grande, e muita batata kkkkk. Fechamos um almoço com chave de ouro! Amei. Era cedo ainda e não adiantava voltar para o hotel, então queríamos encontrar algum lugar perto do hotel, que fosse gostoso para ficar. Decidimos ir ao Rockefeller Center e ficamos lá, deitados esperando o tempo passar, curtindo o clima e as pessoas. Nesse meio tempo, fechamos o transfer do hotel ao JFK com o Emerson, e foi a melhor coisa que fizemos, pois tínhamos muitas malas (duas cada, mais duas de mão) e com o Uber ia ficar bem mais caro, e não iria ter o conforto e prazer de conversar com um brasileiro que mora lá. E assim terminou nossa viagem em Nova York.

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Algumas observações: Como puderam perceber, nossa viagem não foi focada em comida e sim em compras, por isso compramos mais que comemos, e não fomos em muitos lugares conhecidos para comer. Aplicativos eu usei apenas Google Maps, que acho indispensável, pois mesmo as ruas sendo fáceis por números e avenidas, é muito fácil também de ir na direção errada e perceber depois que já se andou bastante. Acho que é isso…com certeza sempre se esquece de mencionar algo, mas de principal, é isso! Amamos nossa viagem, demais!

Que delícia de relato, Bianca! Obrigada por compartilhar!

Gostaram do relato da Bianca?  Se você quiser participar, envie seu relato para análise para laura@lauraperuchi.com COM FOTOS, seu nome completo e cidade/estado. LEMBRE-SE que é preciso ser detalhista. Não precisa escrever um livro, mas seu relato tem que ser informativo!


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