Diário de viagem

Diário de viagem a Nova York – Renata De Pieri

O Diário de Viagem é uma seção que traz relatos de leitores do blog. Nesses relatos, eles contam como foi a viagem a Nova York, o que mais gostaram de fazer, o que não gostaram, dividem dicas, enfim: um diário mesmo. A convidada de hoje é a Renata De Pieri, de Criciúma, SC. Ela ficou 8 dias na cidade, em março de 2018.  Para conferir mais relatos, clique aqui

Olá pessoal! Após ler tantos relatos legais e informativos sobre Nova York, gostaria de deixar aqui algumas informações práticas de organização de viagem que me foram úteis quando estava organizando minha trip. Quando estava na fase de planejamento, procurei muito essas informações no grupo da Laura e imagino que todo mundo faça o mesmo.

Período: 13 dias – sendo os primeiros 5 em Boston, para visitar uma prima querida, e os outros 8 em Nova York. Viajamos em 5 pessoas (eu, meu marido Diego, meus pais Névio e Nina e minha irmã Rafaela).

Passagens: compramos numa promoção, através do site VIAJANET: um bilhete único (American Airlines) com apenas uma escala. Na ida FLN (Gol) > GIG (AA) > JFK e na volta JFK (AA) > GRU (Latam) > FLN. Não temos do que reclamar! Foi tudo muito bom. Levamos um susto antes de embarcar para Nova York, quando um dos funcionários da American nos chamou e informou que uma das malas dos meus pais não havia sido encontrada, mas que era para ficarmos tranquilos que eles continuariam procurando. Quando já estávamos no avião, portas fechadas, um comissário super atencioso veio informar que realmente a mala não havia chegado e que precisaríamos fazer uma reclamação quando chegássemos em Nova York. Balde de água fria! Viajamos um pouco desanimados sabendo que talvez precisássemos esperar 24h pela chegada da mala, o que não estava nos nossos planos, pois já havíamos alugado um carro para irmos a Boston. Demoramos um pouco para passar na imigração (mas foi suuuper tranquilo) por isso, quando chegamos para pegar as malas, elas já estavam fora das esteiras e, para a nossa surpresa, a tal mala extraviada ESTAVA LÁ! Nossa, que alívio.

Translado: como a programação era em Boston primeiro, alugamos um carro para sair do aeroporto e irmos direto para lá. Dessa forma, quando voltamos para Nova York, chegamos de carro no hotel, fizemos o check-in, depois meu marido e meu pai foram devolver o carro na locadora e voltaram de Uber para o hotel. Quero destacar que o combustível lá é muito barato – o Uber nem tanto.

Hospedagem: escolhemos o Hotel Stanford e pra nós foi ótimo! Uma estação de metrô na esquina, do ladinho da Greeley Square, do Empire State Building, íamos caminhando até a Times Square… Pesquisamos muito os preços e esse foi melhor custo-benefício, pois incluía café da manhã e não tinha aquela taxa de 14,75% nem taxa de serviço (que vi alguns hotéis cobrarem até $40 por diária). Pagamos tudo antecipadamente e na hora do cheque-out não cobraram nenhuma taxa a mais.

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Transporte: Nesse item demos mancada. Apesar de assistir aos vídeos da Laura e ter sido muito fácil usar o metrô por lá, “erramos” no fato de não ter comprado o Metrocard para 7 dias. Como estávamos num hotel bem localizado achamos que poderíamos fazer muitas coisas à pé e as poucas vezes que usássemos o metro poderíamos pagar individualmente. Assim fizemos, porém andamos muito, e chegávamos exaustos no hotel final do dia. No final das contas, gastamos quase o mesmo valor pagando as passagens individuais do que se tivéssemos comprado o ilimitado. Cada passagem custava $2,75 dolares, ou seja, R$9 reais. Usamos o Uber algumas vezes, mas não achamos tããão barato assim.

Confira a série de vídeos sobre o metrô.

Alimentação: não nos preparamos muito nesse quesito. Não tínhamos a intenção de fazer um tour gastronômico nem a necessidade de frequentar restaurantes caríssimos. Jantamos no Carmine’s algumas vezes, nós adoramos – a comida e o preço. Almoçamos no Da Nico Ristorante em Little Italy, foi uma delícia e o valor não foi nenhum absurdo, recomendo! E no Brooklyn fomos na Juliana’s Pizza, muito bom também. Além desses não recomendo nenhum outro que a gente foi. Além disso, fomos algumas vezes no Shake Shack.

Clique aqui e explore os posts de gastronomia do blog.

Compras: como fomos em Boston antes, aproveitamos para fazer as compras em New Hampshire, que é pertinho, e não pagamos taxa. Comparando os preços de Boston e NH, definitivamente comprar em Nova York é bem mais caro.

Em Nova York, não há taxas para roupas e calçados até certo valor. Clique aqui e saiba mais.

Roteiro: Acho esse item muito particular, cada um tem suas preferências. Não organizamos nada do tipo: dia 1 – visitar a, b e c; dia 2 – visitar x, y e z…. Tínhamos alguns pontos que sabíamos que não queríamos ir embora sem conhecer, apenas. Compramos o e-book da Martha Sacher ainda no Brasil, foi nosso coringa lá. Sempre à noite nos reuníamos e definíamos o que fazer no dia seguinte. Nós compramos o CityPass, usamos todos os passeios que ele fornecia e adoramos, já que era nossa primeira vez na cidade. Fizemos todos os passeios clichês e turistões da cidade. O período que ficamos foi suficiente.

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Pontos turísticos: Conhecemos Estátua da Liberdade, Empire State Building, Top of the Rock, Brooklyn Bridge, Financial District, Memorial 11 de setembro, Times Square ,entre muitos outros. Além de tudo ser tudo muito, muito organizado e seguro, um fato que chamou nossa atenção é que os funcionários eram sempre educados, prestativos e bem-humorados (pelo menos nos pontos turísticos), nas ruas isso muda um pouco de figura.

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Segurança: Em todos os locais que visitamos, havia raio-x e detector de metais, em museus ou observatórios. Pelas ruas vimos bastante policiamento e em todo o período que estivemos lá não vimos absolutamente nenhuma situação de assalto, roubo, briga, desacato, nada, nadinha! Apesar do caos que é a cidade e o trânsito, tudo flui muito bem, muito diferente do Brasil!

Roupas: o mais confortável possível! Como estava frio, nosso uniforme era praticamente legging com meia térmica por baixo, blusa básica + tricô ou moletom + casaco pesado (que tirávamos quando entrávamos em qualquer ambiente pois é tudo climatizado), e nos pés botinha UGG ou tênis – sempre o mais confortável possível. Foi indispensável usar gorros e luvas.

No final, a sensação que tivemos da viagem foi uma satisfação muito grande de ter a oportunidade de conhecer e visitar esse lugar icônico. Valeu muito à pena todos os passeios que fizemos, todos os lugares que fomos, todas as experiências que vivemos.

Espero que ajude quem está se preparando para conhecer a BigApple. Ah, quem quiser ver mais fotos pode visitar meu Instagram @redepieri.

Obrigada pela participação, Rê!

Gostaram do relato da Renata?  Se você quiser participar, envie seu relato para análise para laura@lauraperuchi.com COM FOTOS, seu nome completo e cidade/estado. LEMBRE-SE que é preciso ser detalhista. Não precisa escrever um livro, mas seu relato tem que ser informativo!


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